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sábado, 23 de abril de 2016 Nostalgia, Seriado | 09:00

“Guerra e Paz”, último trabalho solo de Carlos Lombardi na Globo, volta ao ar no Viva

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O policial e a escritora se reencontravam após anos e precisavam solucionar sequestro

O policial e a escritora se reencontravam após anos e precisavam solucionar sequestro

O seriado “Guerra e Paz”, último trabalho de Carlos Lombardi como autor principal na Globo, antes de sua ida para a Record, volta ao ar a partir das 16h deste sábado (23), no canal Viva. Danielle Winits e Marcos Pasquim repetiram o par romântico de “Uga Uga” (2000) e “Kubanacan” (2003), protagonizando a história em 2008.

Danielle Winits e Marcos Pasquim repetiram par

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A proposta girava em torno do reencontro de Bárbara Palermo (Winits), escritora de sucesso que usa o pseudônimo Paloma Paz, e o conquistador Pedro Guerra (Pasquim), policial que serve de inspiração das histórias criadas por ela para o agente Tony Tijuana.

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Eles estudaram juntos e ele a rejeitou por achá-la feia na época. Os dois nunca mais se viram, mas a paixão platônica de Bárbara volta à tona quando se reencontram na festa que reúne a antiga turma do colegial. O sequestro de um ex-colega os aproxima e faz com que trabalhem juntos para solucionar o caso, usando os mais variados disfarces.

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Seriado é mais uma chance de rever Chico Anysio

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Mouhamed Harfouch (Paulo), Daniele Valente (Valquíria) e Miguel Nader (Carvalho) completam o elenco fixo, que contava também com os saudosos Chico Anysio (Padre Santo) e Betty Lago (Delegada Marta Rocha). Várias participações especiais – característica de Lombardi – passaram pela atração:  Elias Gleiser, Marcelo Novaes, Vivianne Pasmanter, Rodrigo Lombardi, Thiago Fragoso, Leona Cavalli, Ricardo Tozzi, Luana Piovani, Malu Mader, Cláudia Mauro, entre outros.

Não deu certo

Betty Lago e Mouhamed Harfouch

Betty Lago e Mouhamed Harfouch

O seriado, exibido nas noites de sexta-feira entre julho e outubro de 2008, mostrou-se irregular no início – o autor parecia ter dificuldade para contar a história com começo, meio e fim no mesmo dia. Lá pela metade dos 17 episódios, a narrativa mudou e ficou com mais cara de novela, com os acontecimentos ganhando continuidade de uma semana para outra. Mas já era tarde, e uma segunda temporada foi descartada.

Depois disso, Lombardi ajudou Glória Perez com alguns capítulos de “Caminho das Índias” (2009) quando ela ficou doente, foi colaborador da série “A Vida Alheia” (2010), de Miguel Falabella e se mudou para a Record, onde escreveu a novela “Pecado Mortal” e agora roteiriza uma série sobre a trajetória do grupo Mamonas Assassinas.

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