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domingo, 29 de maio de 2016 Crítica, Jornalismo | 18:00

Roberto Cabrini deixa polêmica com PCC no passado e faz boas reportagens no “Conexão Repórter”

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Roberto Cabrini apresenta há 7 anos o "Conexão Repórter"

Roberto Cabrini apresenta há 7 anos o “Conexão Repórter”

Roberto Cabrini parece ter enterrado de vez a polêmica que se envolveu em 2006, quando a autenticidade da entrevista por telefone na Band com Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder do PCC (Primeiro Comando da Capital), foi questionada pelo Governo de São Paulo. No comando do “Conexão Repórter”, no SBT, o jornalista tem mostrado problemas do país, sem medo de perguntar o que precisa de respostas.

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Programa mostrou também como é a vida embaixo das marquises e viadutos

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No programa do domingo passado (22), por exemplo – mesmo dia em que a atração ganhou o Troféu Imprensa de melhor jornalístico – ele esmiuçou a corrupção, abordando desde a Operação Lava-Jato ao caso Collor e PC Farias (de quem descobriu o paradeiro na época).  Incisivo, enfrentou prefeitos e autoridades cobrando explicações para o que não funcionava como deveria. Já neste domingo (29), entrevista a adolescente que foi estuprada por 33 homens no Rio de Janeiro.

Novelas infantis são os programas mais vistos do SBT durante a semana

Cabrini trilhou uma carreira de sucesso: cobriu várias guerras, entrevistou nomes importantes no cenário mundial como Saddam Hussein e Yasser Arafat, noticiou ao vivo a morte de Ayrton Senna, em 1994, e tem posto sua experiência em prática no SBT (emissora em que está desde 2009, após passagens por Globo, Band e Record) depois do “Programa Silvio Santos”. Assim como o “Profissão Repórter”, vale a pena ficar acordado para ver seu bom jornalismo.

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