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quinta-feira, 16 de junho de 2016 Entrevista, Novela | 08:30

Dira Paes confessa medo de rejeição em “Velho Chico”: “O grande público não tem paciência”

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A atriz fala do "Criança Esperança" e Beatriz, sua personagem em "Velho Chico" (Fotos: Divulgação/TV Globo)

A atriz fala do “Criança Esperança” e Beatriz, sua personagem em “Velho Chico” (Fotos: Divulgação/TV Globo)

Dira Paes confessa que sentiu medo de ser rejeitada pelo público por Beatriz, a professora politizada do ensino primário que interpreta em “Velho Chico”. A personagem protagoniza cenas que obrigam o telespectador a refletir sobre questões como a educação no país e os direitos das crianças.

“Velho Chico” vai do encanto ao desinteresse em pouco mais de dois meses

A atriz confessa medo de ser rejeitada pelo público

A atriz confessa medo de rejeição do público por conta do engajamento político de Beatriz

“Fiquei preocupada com a Beatriz, eu achava que ia ter uma certa rejeição do público, porque às vezes me parece que o grande público não tem paciência. Tinha medo de ficar uma personagem panfletária”, conta. A atriz afirma que se surpreendeu com a repercussão de sua personagem nas redes sociais.

Atores ganham espaço e brilham

“É uma personagem ficcional, a Beatriz tem sua personalidade própria. Mas é muito bom quando você desempenha sua função de artista e faz daquilo um lugar de discussão e de transformação através da arte. É extremamente recompensador quando você entra no Twitter e vê que conseguiu tocar alguém”, empolga-se.

Engajada

Lázaro Ramos, Dira Paes, Flávio Canto e Leandra Leal são embaixadores da campanha

Lázaro Ramos, Dira Paes, Flávio Canto e Leandra Leal são embaixadores da campanha

Assim como sua personagem na trama, ela também se mostra idealista na vida real. Não por acaso, Dira foi eleita pela Globo uma das embaixadoras do “Criança Esperança” e está engajada nas causas defendidas pela campanha, que neste ano tem como tema a questão “Como vai você, jovem brasileiro?”.

Ela foi até Recife visitar um dos 62 projetos selecionados para ganhar o apoio do programa e fala com orgulho sobre sua experiência no “Criança Esperança”. “Ser mobilizadora é uma maneira de transformar esse olhar da distância entre poder fazer alguma coisa e realmente fazer algo que transforma a sociedade. É uma missão para sempre”.

(Por Rafael Belém)

 

 

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