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sábado, 5 de fevereiro de 2011 Entrevista, Reality show | 17:59

Michel relembra sua experiência no 'BBB 10'

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Na última quinta-feira bati um papo com o Michel Turtchin, ex-BBB e colunista do iG, sobre sua experiência no “Big Brother Brasil 10” e impressões da décima primeira edição do reality show. Michel é mesmo o que Pedro Bial descreveu em seu discurso de eliminação no ano passado: o amigo que todos querem ter. Boa praça, simpático e bom de papo. Assistam a um trecho da conversa aqui:

O ex-brother ainda falou sobre os concorrentes do “BBB 11”. Assista aqui. E aguardem novidades para muito breve.

Leia mais sobre o “Big Brother Brasil”

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domingo, 23 de janeiro de 2011 Entrevista, Reality show | 10:47

Vinícius Valverde, o repórter do 'BBB': 'Já fui xingado e agarrado por torcedores mais exaltados nas ruas'

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Vinícius Valverde: em contato com o público

Para quem está fora do estado de São Paulo, ele só aparece na TV durante três meses. Mas Vinícius Valverde, no entanto, segue trabalhando durante o resto do ano também. O repórter do “Big Brother Brasil”, apesar de mais conhecido pelo reality show, apresenta dois programas na TV Vanguarda, afiliada da Globo no interior do estado e quer mais: espera um dia ganhar um espaço para ser visto em todo o país.

À frente dos flashes do programa desde a sexta edição, quando substituiu a jornalista Renata Capucci, Vinícius ganhou fãs com seu jeito despojado e jura que nesse tempo conseguiu manter distância e não torcer por nenhum brother. Isto não evitou, entanto, ouvir a opinião de torcedores aficionados pelo reality. O trabalho chegou até mesmo a lhe render alguns desaforos. Tranquilo, ele leva tudo na esportiva, claro.

Para o apresentador, as chances da líder Natália indicar Maurício na noite deste domingo são grandes, mas ele sabe que, como naquela música do Metro, no balanço das horas, tudo pode mudar. Afinal, este jogo é imprevisível. O gente boa Vinícius bateu um papo com a coluna.

IG: Como fica sua rotina durante o “BBB”? Você vive o jogo do lado de fora?
VINÍCIUS VALVERDE: Assim como todos os envolvidos com o programa, minha rotina diária está muito relacionada ao “BBB”. Começo bem cedo as gravações nas ruas, sempre discutindo o que rola na “casa” e geralmente fico nessa empreitada até 14h. Os temas eu geralmente redijo enquanto o programa está no ar. Claro que acompanho ao máximo, tenho duas TVs com o pay-per-view, mas a abordagem é mesmo sobre o que rola no programa que o Pedro comanda, no canal aberto. Bom,depois da rua, volto ao Projac e quando consigo “parar” um pouco o Bial ou os diretores, conversamos sobre o jogo, sobre o que perguntei na rua; sobre as impressões que as pesssoas entrevistadas me passam. É impressionante a força do BBB,as pessoas se preocupam em parar, expor o que pensam; o que gostariam que acontecesse – tem uns até mais alterados! Tem torcedor fanático já na primeira semana… Ah, depois de tudo isso, tem as gravações em estúdio, as espiadinhas da madrugada. E quando volto pra minha casa, já tá na hora do programa começar…

IG: Já houve muitas situações inusitadas no contato com o público? Como são definidas as brincadeiras que fará com eles?
VINÍCIUS VALVERDE: O interessante do trabalho das ruas é justamente o improviso, aquilo que não controlo; torcedores fanáticos, o clima. Às vezes a falta de algum elemento obriga a equipe a ser criativa. Todos da equipe, cinegrafista, iluminador, participam com ideias, mas os temas eu já escolhi na noite anterior, durante o programa. Os editores também contribuem, estamos sempre ligados pelo rádio. A parada é tão dinâmica, que há por exemplo, um motoboy só para levar as fitas mais rapidamente ao Projac. De manhã, o bicho pega pra todos os flashes ficarem prontos à tarde e começo da noite. Na rua, já fui agarrado, xingado por torcedores mais exaltados, vivo recebendo recados pro Bial e pro Boninho… Enfim, acho que por ser menos sério que um jornalista, as pessoas se sentem a vontade para falar tudo. O mais engraçado são as mulheres que não se controlam  e mandam recados mais quentes pros brothers mais galãs…

IG: Você apresenta programas no interior de São Paulo, mas no Brasil é visto apenas três meses por ano. Incomoda não estar no ar na Globo o ano todo?
VINÍCIUS VALVERDE: Trabalhar na Globo sempre foi meu sonho – estudei muito sempre querendo estar lá! Sou apaixonado pelo que é feito lá. E é claro que os 3 meses de BBB, num programa tão popular, são a realização desse sonho. Mas no resto do ano, eu também estou na Globo; a Rede Vanguarda é uma afiliada das mais importantes da rede e fui posto lá pelo Boni! O Boni me escolheu num concurso. Tenho toda a liberdade na Vanguarda e na Globo – os caras adoram novidade e descontração. E meu programa faz tanto sucesso no interior, que há dois anos já está na Globo Internacional – em horários ótimos! Acho mesmo que só tenho crescido como apresentador e entrevistador, por causa do talk-show que faço no interior… As outras oportunidades surgirão ao seu tempo e segundo meus méritos; os caras acima de mim são justos, disso eu tenho certeza…

IG: Você também é dono de restaurante. É um bom cozinheiro?
VINÍCIUS VALVERDE: Não sei nada de cozinha, mas adoro balcão, como bom filho de português. Gosto de receber as pessoas no meu restaurante e sinto que muita gente vai lá para me ver, ficar mais perto. E como adoro um papo, passo um tempão conversando com os clientes nas mesas, no bar. As pessoas têm curiosidades sobre meu trabalho, se interessam pelo que faço. Quer coisa melhor? Além disso, também conheço um monte de outras vidas, bem diferentes da minha…

IG: Teria coragem de se inscrever no BBB?
VINÍCIUS VALVERDE: Não, já estou tão envolvido no BBB que isso nunca passou pela minha cabeça.

IG: Que erro você evitaria cometer se entrasse na casa?
VINÍCIUS VALVERDE: Como eu não quero entrar, nem penso nisso!

IG: Consegue torcer enquanto trabalha? Quais seus personagens favoritos desta edição?
VINÍCIUS VALVERDE: Esse envolvimento e as pautas para as entrevistas na rua me transformam em um não torcedor. Preciso manter o foco. (risos)

IG: O que achou da saída de Ariadna?
VINÍCIUS VALVERDE: Todo mundo tem que sair e só vai existir um vencedor, esse é o “BBB”.

IG: Quem acha que a líder Natália vai indicar ao paredão?
VINÍCIUS VALVERDE: Depois do Big Fone de sexta-feira ela praticamente já declarou seu voto, mas tudo pode mudar… Lidamos com seres humanos e então, tudo é imprevisível. Com o clima de racha da casa, pode ser alguém do lado B.

IG: Costuma encontrar ex-brothers? Como é sua relação com eles?
VINÍCIUS VALVERDE: Encontro o Saullo e a Mariana, do “BBB 6”, que moram em São José dos Campos, minha cidade – e a Fernanda, do “BBB 10” vai às vezes ao meu restaurante, mas eu não a conhecia antes do programa.

IG: E o programa “BBB Só Para Maiores”? Curtiu fazer?
VINÍCIUS VALVERDE: Adorei. Era mais uma oportunidade de falar com os participantes e de uma maneira bem direta.

IG: O que as pessoas ainda não sabem sobre Vinícius Valverde?
VINÍCIUS VALVERDE: Pergunta difícil, vou tentar usar com alguém no no meu programa o “Papo Vanguarda” e ver o que acontece. Dizer o que? Não sei. (risos)

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domingo, 16 de janeiro de 2011 Entrevista | 12:51

Cássio Gabus Mendes, sobre 'Insensato Coração': 'Meu papel vai levantar discussões sérias'

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Cássio Gabus Mendes: vergonha de se ver em "Vale Tudo"

Em “Insensato Coração”, novela das oito da Globo que estreia nesta segunda (17), Cássio Gabus Mendes tem a oportunidade de repetir a parceria com Gilberto Braga. O autor, que escreve a nova trama em parceria com Ricardo Linhares, foi o responsável por um de seus papéis mais marcantes, o Afonso de “Vale Tudo”. Atualmente sendo reprisado pelo Canal Viva, o folhetim dos anos 80 tem mexido com o cotidiano de Cássio, que tem gravado todos os capítulos para guardar de recordação. Na ocasião, ele contracenou com sua atual mulher, Lídia Brondi, e formou um par romântico pelo qual todo o país torcia.

Em “Insensato”, no entanto, ele está longe de ser um mocinho. Depois que entrar na novela, um pouco depois do capítulo 30, Cássio discutirá um tema delicado: a homofobia. Além disso, seu personagem, Kléber, será viciado em jogos de azar. Mas tudo será retratado de maneira bem humorada. O ator conversou com a coluna.

IG: É verdade que recusou um papel em “Ti Ti Ti”, remake da novela escrita por seu pai (Cassiano Gabus Mendes), para fazer “Insensato Coração”?
CÁSSIO GABUS MENDES: É sim. O que acontece é que sou muito amigo do Gilberto Braga e ele me convidou para fazer a trama há mais de um ano e meio, enquanto eu ainda gravava outra novela, “Três Irmãs”. Assumi o compromisso antes, não iria desistir depois. Sem falar que é uma chance de voltar a trabalhar com o Gilberto, com quem, apesar de ser muito próximo, só fiz duas produções, “Vale Tudo” e “Anos Rebeldes”.

IG: Tem acompanhado “Ti Ti Ti”?
CÁSSIO GABUS MENDES: Olha, honestamente, vejo pouco. Assisto uns capítulos pingados, mas é por falta de tempo mesmo. Mas tem sempre alguém me atualizando do que acontece, estou muito feliz, a novela é um sucesso. Meu irmão (Tato Gabus Mendes) está no elenco.

IG: Sentiu algum tipo de pressão no começo da carreira por ser filho de Cassiano Gabus Mendes, um dos maiores novelistas do país?
CÁSSIO GABUS MENDES: Sinceramente, acho que sofreria pressão em qualquer profissão que escolhesse. Mas, neste caso, nunca senti uma pressão direta. Apesar de que acho natural que esse tipo de coisa aconteceça. Não tenho muitas lembranças de ter sofrido algum tipo de preconceito, por exemplo, e, hoje, já são 32 anos de carreira, não teria porque acontecer. Para mim, sempre foi motivo de orgulho ser filho dele. Se houve algum tipo de pressão ou preconceito, não senti.

IG: O que já pode adiantar sobre o Kléber, seu personagem em “Insensato Coração”?
CÁSSIO GABUS MENDES: É um papel muito legal, muito rico. Acho que irei descobrindo ele aos poucos, porque ele tem muitas facetas. É um desafio, porque, ao mesmo tempo em que ele tem um lado engraçado, vai levantar também discussões sérias.

IG: E o que acha do burburinho em torno da reprise de “Vale Tudo”?
CÁSSIO GABUS MENDES: Acho ótimo. Isso só prova o quanto a novela era boa. Não importa se o tempo passa e algumas das coisas ali retratadas ficou obsoleta. O que importa é a história, que, aliás é muito bem contada. “Vale Tudo” tem conflitos maravilhosos, que seguem atuais hoje. A qualidade dos diálogos é incrível, tem personagens que mexem com o espectador. Não importa quanto tempo passe, a história continuará sendo incrível. É um trabalho do qual me orgulho muito.

IG: Tem assistido a reprise?
CÁSSIO GABUS MENDES: Assisto sempre que posso. Também estou gravando tudo em DVD para guardar de recordação. Mas preciso dizer, tenho uma certa vergonha de me ver na novela. Eu era novinho, tanto tempo já passou. É diferente.

IG: Para encerrar, não dá para não perguntar sobre sua mulher, Lídia Brondi. Alguma chance de ela voltar à TV?
CÁSSIO GABUS MENDES: Ah, isso já é com ela. Só quem pode responder isso é ela e eu prefiro não ficar falando sobre isso. O que posso dizer é que atualmente ela trabalha como psicóloga e está muito feliz.

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domingo, 9 de janeiro de 2011 Entrevista, Reality show | 07:00

Boninho sobre o 'BBB 11': 'Nesta edição não terá ex-nada'

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Boninho é a mente por trás do "Big Brother Brasil"

Boninho é um gênio do mal. E a gente adora isso. Referência na produção de reality shows no país – está por trás também de “Hipertensão” e “No Limite” -, o diretor do “Big Brother Brasil” sempre pensa numa maneira de desestabilizar emocionalmente os participantes da atração. E quem pode julgá-lo? É graças às estratégias deste homem que o país inteiro para em frente a TV para descobrir quem é o novo líder, quem está no paredão ou quem foi expulso da casa mais vigiada do país. Em suas finais, o programa, que inicia a décima primeira edição nesta terça-feira (11), tem audiência digna de decisão de Copa do Mundo. O diretor do reality mais assistido do país conversou com a coluna pouco antes de serem divulgados os nomes dos participantes desta jornada.

IG: Por que decidiu colocar a casa abaixo e construir uma nova? É uma maneira de “desacostumar” os participantes com o que viram até hoje?
BONINHO: Não, apenas uma nova cara. As mudanças são para o público.

IG: É verdade que agressões físicas estão liberadas este ano?
BONINHO: Não sei, alguém falou isso a sério?

IG: Dez edições depois, foi mais fácil fazer a seleção dos candidatos este ano? O foco em personalidades da internet continua?
BONINHO: Nunca é fácil, trabalhamos no mínimo seis meses nessa seleção. É sempre trabalhoso, delicado.

IG: Depois de uma dezena de edições, considerou aumentar o prêmio este ano?
BONINHO: Não.

IG: Podemos esperar a volta do quarto branco ou da casa de vidro?
BONINHO: Tudo pode ser esperado.

IG: O “BBB” virou uma espécie de Copa do Mundo, em que cada brasileiro se acha um pouco técnico da seleção. Como lida com a pressão para deixar o jogo sempre quente?
BONINHO: A responsabilidade é do público, que opera o jogo. As eliminações são recados para os jogadores, um bom entendedor pode levar o prêmio.

IG: Você também cria as provas de liderança do programa?
BONINHO: Tenho uma grande equipe, mas me envolvo pessoalmente em tudo.

IG: Qual considera o maior desafio do programa nesta décima primeira edição?
BONINHO: Não sei, só da para avaliar o jogo quando começa. Por enquanto é só diversão.

IG: Cogita trazer mais ex-BBBs em outras edições ou mesmo misturar famosos e anônimos?
BONINHO: Nada é definitivo no “BBB”, mas nesta edição não terá ex-nada.

Leia mais notícias sobre o “BBB 11”

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domingo, 26 de dezembro de 2010 Entrevista | 10:45

Ingrid Guimarães: 'Chico Anysio é o nosso Chaplin'

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Ingrid Guimarães será uma secretária em "Batendo o Ponto"

Nem a própria Ingrid Guimarães sabe como consegue fazer tanta coisa ao mesmo tempo. No começo deste ano, por exemplo, a atriz teve de se dividir entre os cuidados com um bebê recém-nascido, as apresentações da peça “Cócegas” – sempre acompanhada da colega Heloísa Perrissé -, as gravações da novela “Caras & Bocas” e as filmagens de “De Pernas Para o Ar”, longa dirigido por Roberto Santucci, que chega aos cinemas no dia 31 mas já pode ser visto em sessões de pré-estreia em algumas cidades. Isso para não contar as participações esporádicas como a fantástica Leandra Borges, a supermodelo que só come gelo e alface. “Sou dessas que já faz uma coisa pensando na próxima”, diverte-se a multi-mulher, que poderá ser vista nesta terça-feira (28) como Val, uma secretária suburbana no especial de fim de ano “Batendo o Ponto”, da Globo.

Vista com bons olhos pela emissora, a sitcom dela ganhar uma vaga na grade fixa do próximo ano, como adiantou a coluna. Já há, inclusive, oito roteiros prontos. Da mesma maneira, “De Pernas Para o Ar” deve ganhar uma continuação. No filme, Ingrid e Maria Paula vivem donas de uma sex shop. Pelo visto 2011 também vai ser um ano cheio de compromissos para a bela. A atriz conversou com a coluna.

IG: Você rodou de “Pernas Para o Ar” pouco depois de dar à luz e já estava em plena forma.
INGRID GUIMARÃES: Pra mim, o mais difícil foi filmar amamentando, num calor imenso, tendo de parar de três em três horas. E eu tinha de estar em forma mesmo, é o meu trabalho, apesar de que tenho uma genética que ajudou. E essa protagonista vive um dilema que eu acho que é um assunto importante de ser discutido agora e ainda faz isso de uma maneira divertida. É um filme bacana para esse momento. É uma coisa que eu vivo e que vejo que minhas amigas vivem. Administrar carreira, família, amigos é um dilema mesmo.

IG:  Deve ser difícil ser uma mulher bem sucedida, acabar ganhando mais que o namorado…
INGRID GUIMARÃES: Já aconteceu de eu ganhar mais que namorados meus, mas eu também de uma certa maneira acabo atraindo homens para quem isso não é uma coisa dramática. Mas minha personagem nem deve ganhar mais que o marido, necessariamente, mas ela poderia ser uma provedora. Aliás, antes do filme fiz um trabalho de ficar mais masculina, mais endurecida antes da virada da personagem. Hoje, a gente tem de tomar cuidado para não virar macho. Às vezes me pego em casa dando ordens “amor, faz não sei o quê, liga não sei pra onde”, quando vejo estou igual a um general em casa. A gente tem de tomar cuidado para não virar um homem. Mas hoje tem um novo homem que não se importa tanto com essa mulher bem-sucedida, mais compreensivo.

A atriz numa cena do filme "De Pernas Para o Ar"

IG: Você sempre quis fazer comédia? Uma de suas primeiras personagens na TV, que por sinal está no ar na reprise do Canal Viva, era uma divertida empregada em “Por Amor”.
INGRID GUIMARÃES: Foi a primeira coisa que fiz na televisão. Eu era uma cara nova, tinha um personagem pequeno, que por ser muito carismático foi crescendo na trama. Me lembro que perto do final da novela eu já estava sentando na mesa com a Vera Holtz, que era minha patroa. (risos). Sempre tive muita facilidade para o humor e como ele é uma matemática, uma musiquinha, quem faz, faz, quem não faz, não faz. Sou CDF, cheguei a estudar no CPT com Antunes Filho, ninguém acredita. (risos) Fiquei um ano lá, mas sempre fui uma atriz muito intuitiva. Fiz vários cursos livres. O que aprendi na minha vida foi no palco. Fiquei em cartaz com “Confissões de Adolescente” por cinco anos, dos 16 aos 21, viajei o Brasil nesse tempo todo. Mas estudo muito. Automaticamente fui indo para a comédia de uma maneira natural e também por uma coisa de oferta e procura. Tem menos gente que faz. Comédia também é muito autoral, gosto de escrever coisas mais próximas do meu universo, da minha embocadura. A peça “Cócegas”, por exemplo eu escrevi junto com a Lolô (Heloísa Perrissé).

IG: Pretende retomar a parceria com a Heloísa num projeto para a TV em algum momento?
INGRID GUIMARÃES: Com certeza. A gente até conversou sobre isso outro dia, queremos muito, mas agora nosso próximo projeto é fazer um filme de “Cócegas”. Em 2011 queremos finalizar o roteiro e filmar em 2012.

IG: E “Batendo o Ponto”? Tem a ver com o seriado “The Office” como alguns disseram?
INGRID GUIMARÃES: Não tem a ver com “The Office”, é muito mais popular. E para mim é ótimo porque há muito tempo não faço um personagem popular, já que recentemente eu vim de Leandra Borges, que é aquele glamour puro, depois “Caras & Bocas”, que era uma perua e no filme faço uma executiva de classe média. A Van, minha personagem em “Batendo o Ponto” é bem popular. Ela é secretária de uma empresa de cola em São Cristovão, no Rio. Ela não é bilíngue, não fala nem espanhol, não transa com o chefe, nem usa roupa de secretária. É aquela mulher que pega duas vans para ir ao trabalho, cria uma filha de 15 anos com um pai que é desconhecido… Glamour zero. No início do programa ela até fala que todo mundo quando ouve falar na profissão pensa numa secretária executiva de uma grande empresa. Ela não é nada disso.

IG: O que você pode adiantar sobre o programa?
INGRID GUIMARÃES: É uma comédia sobre o universo corporativo. Se passa numa empresa de cola onde há personagens populares identificáveis com milhões de brasileiros que batem o ponto todo dia. Então tem o puxa-saco, o chefe, o gay que não pode dizer que é gay por causa do mundo machista, o office boy… Criação do Paulo Cursino, que me convidou há um ano e escreveu pensando em mim. Fico muito feliz por protagonizar o programa e fazer uma personagem diferente de tudo o que já fiz. Sem falar que tem uma turma maravilhosa, né? Pedro Paulo Rangel; Luis Miranda, que é um parceiro antigo meu; Alexandre Nero, que é meu par romântico; Stênio Garcia. E nesse momento de vida, em que tenho de cuidar de um bebê pequeno, fazer um programa em que grave menos é ótimo. Acho ótimo que seja um programa popular, feito para o povo mesmo.

IG: Gosta de sitcoms?
INGRID GUIMARÃES: Sou viciada! É o que eu mais gosto de ver. Assisto muito “Seinfeld”, na madrugada, quando não se tem o que fazer, é o que mais amo. “Friends”, fui viciada em “Sex and the City”, do nível entrar na fila por um autógrafo da Sarah Jessica Parker. (risos) Hoje adoro “Desperate Housewives” e “30 Rock”. Amo a Tina Fey. Quero ser igual a ela quando crescer. Este foi um programa, aliás, que assisti muito para me inspirar pro “Batendo o Ponto”. Acho a Tina Fey uma gênia. Adoraria que o Brasil criasse uma cultura de sitcom. Acho bacanésimo o que a Globo está fazendo. Fiquei quatro anos com um seriado no ar (“Sob Nova Direção”) e chega uma hora em que é difícil ter ideia, se renovar. É legal ser por temporadas e dar um respiro entre uma e outra. Chegará uma hora que o público brasileiro de TV terá de se acostumar a ver seriado.

IG: E Leandra Borges, vai continuar de férias?
INGRID GUIMARÃES: Vai. Leandra é uma carta na manga para mim. Entre um trabalho e outro sempre faço algo com ela. Pouco antes de rodar o filme resolvi trazer ela de volta e promovi o grande encontro dela grávida com a Gisele Bundchen. Também fiz ela na Copa, usando roupas verde e amarelo, que são cores nas quais todo mundo fica uó. (risos) Tenho a ideia de fazer um filme sobre ela num estilo meio “Borat”, que é outro que sou fã. Um filme que seja meio documental e ao mesmo tempo ficção. Mas ainda é uma ideia minha e da Claudia Jovan.

IG: Uma das primeiras aparições dela foi na “Escolinha do Professor Raymundo”…
INGRID GUIMARÃES: Ela surgiu no “Cócegas” e aí o Chico Anysio me chamou para ela ser amiga da Taty (personagem de Heloísa Perrissé) na “Escolinha”. Mas fiquei três meses só porque o programa acabou. Aí depois que fizemos o “Sob Nova Direção” ofereci a personagem para um quadro no “Fantástico” e foi ótimo porque eu também escrevia e tinha o domínio de fazer. Foi um sucesso. Entre o público gay, maquiador, cabeleireiro e o povo de moda… Todos amavam. Eu ia gravar no Fashion Week e as pessoas corriam chamando pela Leandra. Eu amo fazer, é uma sátira ao mundo da moda, porque ele se leva muito a sério. É engraçado.

IG: Como foi sua relação com o Chico Anysio, que vem de uma escola de humor mais antiga?
INGRID GUIMARÃES: O que aconteceu comigo e o Chico foi o seguinte: eu saí de Goiânia para o Rio e ele foi o primeiro cara com quem trabalhei na minha vida. Fiz “Chico Total”, aquele clássico que agra reprisa no Canal Viva. Teve uma época em que o programa resolveu se renovar e eles fizeram testes com todos os comediantes do Rio de Janeiro. E passaram quinze: entre eles estavam eu, Heloísa Perrissé, Alexandra Richter, Mônica Martelli, André Mattos, Luis Carlos Tourinho, todo mundo que está fazendo sucesso hoje. Foi onde conheci a Heloísa, inclusive. Então eu comecei com Chico Anysio. É um humor mais antigo, mas o cara é um gênio, ele foi minha referência de infância junto com o Jô Soares. Para mim, foi uma emoção gigante. Chico Anysio vai entrar para a história como o nosso Chaplin. O cara tem 250 personagens. Cresci vendo aquele homem.

IG: Lembra de histórias engraçadas?
INGRID GUIMARÃES: A primeira coisa que fiz com ele foi o pastor Tim Tones, eu era a mulher dele. E o Chico grava sem corte, ele não repete. Foi uma grande escola para mim. Na minha primeira gravação com ele eu caí por causa das bolinhas de sabão e em vez de parar ele continou e disse: “querida, levante do chão”. Com ele aprendi muito essa coisa do momento, ele foi muito importante para mim. O Chico sempre nos deu muita força, inclusive na época que íamos estrear “Cócegas”, nos indicou para muita gente. Nossa primeira entrevista no Jô a gente fez por causa dele que ligou pedindo para a gente ir lá. Ele é um padrinho para mim e para a Lolô.

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domingo, 19 de dezembro de 2010 Entrevista | 10:23

Maria Paula: "A fórmula do 'Casseta & Planeta' não se esgotou"

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Maria Paula quer continuar com a trupe do "Casseta"

O fim do “Casseta & Planeta” pode ter deixado muitos fãs tristes, mas Maria Paula resolveu encarar esta pausa como um merecido descanso. “Só pretendo voltar a pensar em trabalho depois do carnaval”, brinca a atriz, que já gravou todas as cenas do último programa do grupo de humoristas, que vai ao ar nesta terça-feira (21). Ao contrário do que muita gente, a atração vai dispensar o tom de despedida. Encarando o fim apenas como um período longe da TV para se reciclar, a trupe fará piadas de políticos e apresentará uma sátira de “Passione” da mesma maneira que tem acontecido nos últimos meses.

Estas férias  servirão para Maria Paula diversificar também suas áreas de atuação. Já no próximo dia 31, por exemplo, ela poderá ser vista nos cinemas no papel de uma bem resolvida dona de sex shop na comédia “De Pernas Para o Ar”, de Roberto Santucci. “Não sei para que lado o vento vai soprar, mas pronta para encarar qualquer coisa”, afirma. Sempre simpatissíma, a morena bateu um papo com a coluna.

IG: Qual o segredo para conciliar as filmagens de um humorístico, um longa-metragem e ainda cuidar dos filhos e dos afazeres domésticos?
MARIA PAULA: Acho que estou num momento muito feliz da minha vida. Estou conseguindo conciliar tudo isso, acredita? Mas a verdade é que precisa mesmo ter muito jogo de cintura para ser mãe, ter uma vida profissional e ser amiga hoje em dia. Esse é um pouco o conflito das personagens do filme “De Pernas Para o Ar”, são mulheres que tentam dar conta de tudo ao mesmo tempo.

IG: Há alguns dias todos foram pegos de surpresa com o anúncio do fim do “Casseta & Planeta”. Já sabe o que vai fazer da vida agora?
MARIA PAULA: Estou aberta para novos convites e muito excitada! Não sei para que lado o vento vai soprar, mas acho que estou cada vez mais pronta para encarar qualquer coisa, qualquer desafio.

IG: Você chegou a ser sondada para atuar numa trama das seis que nunca chegou a sair do papel, por volta de 2004, chamada “A Dança da Vida”. Acha que essa pode ser a hora de encarar uma novela?
MARIA PAULA: Olha, me sinto cada vez mais pronta e cheia de experiência. Acho que posso usar muito do meu aprendizado em várias áreas. Talvez eu fizesse, sim, mas a verdade que a nossa intenção com os “Cassetas” é tirar apenas umas férias e voltar em alguns meses. Então não sei se daria tempo. Mas vou curtir intensamente esse tempo, só vou decidir qualquer coisa depois do carnaval! Agora é hora de curtir as crianças, descansar um pouco.

A atriz, com Ingrid Guimarães, numa cena do filme "De Pernas Para o Ar"

IG: Você pretende continuar com os “Cassetas”, então…
MARIA PAULA:  Essa é a intenção. Foram 16 anos junto com eles. Vou sentir saudades. Mas sei que nesse período vou revê-los bastante. Sou madrinha do filho do Hélio de la Peña e todos são meus super amigos! Vamos continuar unidos.

IG: Muita gente acha que a fórmula do “Casseta & Planeta” já se esgotou. O que acha disso?
Acho que a nossa fórmula é ótima! Não se esgotou, não. Se tivesse se esgotado não teríamos ficado tanto tempo sem sair do ar. Acho que nossa fórmula será sempre atual porque a gente faz sátira das novelas, fala das sacanagens dos políticos e todo mundo acha engraçado. A grande prova disso é que muitos desses programas humorísticos que estão fazendo sucesso hoje bebem na nossa fonte. Não vejo sinais de esgotamento, não.

IG: Acha que o programa voltará diferente no segundo semestre de 2011?
MARIA PAULA: Claro que traremos ideias novas! Mas acho que vamos continuar investindo no “jornalismo mentira”, que é bacana e tá longe de não agradar.

IG: Você é uma das poucas VJs que deram certo fora da MTV. Sente um peso por isso?
MARIA PAULA: Acho um privilégio, uma grande sorte. Eu me orgulho muito de minha trajetória. Fui agarrando as oportunidades que me apareceram, acho que o sucesso não veio à toa. Tenho muito orgulho de onde cheguei, mas tenho certeza de que surgirão muitas oportunidades ainda!

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010 Entrevista | 09:25

Murilo Rosa: 'Solano é um homem marcado para morrer'

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Murilo Rosa, num intervalo de gravação de "Araguaia"

Protagonista de “Araguaia”, Murilo Rosa vai ser visto em breve de uma maneira bem diferente dos peões que interpretou na televisão. No filme “Aparecida – O Milagre”, que estreia na sexta-feira, o ator dá vida a um homem amargurado, pai de um adolescente. A experiência, no entanto, não fez com que o Solano da novela das seis tema não ser mais visto como galã. Muito pelo contrário. Ele quer mais é bons personagens. Simpático, Murilo jura não saber se seu personagem na trama de Walther Negrão ficará Estela (Cleo Pires) ou Manuela (Milena Toscano). O ator conversou com a coluna sobre a novela.

IG: Apesar de viver um herói em “Araguaia”, você será visto em “Aparecida” como um pai de um adolescente. Ficou surpreso com a mudança de faixa etária do personagem?
Murilo Rosa: Acho que o cinema dá mais possibilidades de fugir dessa coisa de todo mundo achar que só faço o herói ou o galã, mas as coisas mudam rapidamente. Hoje sou um ator que já fez muitos filmes. Acho que tenho um tipo físico que me beneficia. Posso fazer um cara rico, um cara pobre, um  brasileiro, um estrangeiro, dá para trabalhar com as possibilidades. O ator precisa de marcas no rosto. Um ator com uma carinha muito adolescente sofre muito para fazer um bom trabalho. O ator precisa de uma máscara, precisa de uma expressão, mas isso o tempo que vai me dando.

IG: Não mexe com sua vaidade fazer personagens mais velhos?
Murilo Rosa: Não! Tô fazendo par com a Milena Toscano, na penúltima novela fiz par com a Fernanda Vasconcellos! (risos) Não é isso que me interessa na profissão. Falo por mim, acho que a gente vai ficando melhor a cada momento. Não sou aquele cara que tem tendência a engordar. Lembro que quando era moleque me perguntava como seria aos 35 anos. Pô, foi maravilhoso. Aos 60, vai ser maravilhoso também. O importante é estar bem, ter uma saúde boa. O ator é, na prática, a possibilidade das emoções que a gente pode ter e isso é muito bonito. É através dos personagens buscar possibilidades, se perguntar como é ser vários homens. É muito bonito andar na Avenida Paulista e ver que cada um tem um jeito, um tipo de emoção. Essa máscara do ator não está em prol da beleza e sim da emoção.

IG: Está pronto para o dia em que deixará de ser galã?
Murilo Rosa: O que importa é a complexidade do personagem. O Solano, por exemplo, é um domador de cavalos, com temperamento forte, humor, alegria, fragilidade e carência em relação a família, já que não conheceu mãe e pai. É um personagem rico. E é isso que importa. Agora se o cara beija na boca ou seduz alguém… não é por aí. Essa coisa do galã veio dos Estados Unidos, eu entendo que tenha isso e acho bacana, não estou desqualificando, não. Mas só acho que acima do galã existe o personagem, que pode ser o maior vilão de todos os tempos, mas também um galã, porque seduz. Afinal, o que é um galã? Não sei, não sei dizer direito. Mas se é o cara que seduz, pode ser qualquer tipo de personagem. Agora é bom fugir dos estereótipos como fazer um gay caricato ou um mocinho bobinho, é bom ir dando umas guinadas. Mas estou muito feliz com meu momento.

IG: É curioso que você faça um filme sobre Nossa Senhora da Aparecida, que já cruzou sua vida em outros momentos. Na TV, por exemplo, você atuou em “A Padroeira”, que era uma novela sobre a santa. Em “América”, seu personagem, Dinho, era devoto dela…
Murilo Rosa: Claro que ela só me traz coisas positivas, mas é curioso: “A Padroeira” foi uma novela que não fez sucesso. Teve, infelizmente, o (diretor, Walter) Avancini que faleceu, foi esticada no meio, era um drama que virou uma comédia… Mas foi uma experiência ótima. Acho que só trouxe coisas positivas. Eu lembro que teve muitas complicações e consegui sair ileso delas. Teve uma troca de elenco no meio da trama, tinha acabado de assinar um contrato longo com a emissora, era um trabalho importante para mim. Acabei me dando bem e saindo com dignidade disso. Mas minha família é extramente católica, já fui à Basílica por motivos pessoais, inclusive.

IG: Você é mais conhecido por personagens de temática mais popular. Por quê?
Murilo Rosa: Acho que ter várias possibilidades é uma coisa importante como ator. Por exemplo: fiz muitos trabalhos de época ou de temática rural. “Araguaia”, embora se passe em 2010, tem temática rural. Com o Dinho, de “América”, foi a mesma coisa. A única novela da Globo em que fiz um personagem atual fora desse universo rural foi “Caminho das Índias”, que na verdade foi só uma participação e foi muito legal. Meu personagem foi super elogiado quando entrou na trama, mas a função dele era só pegar aquela menina (Tânia Khalill) ali, que estava sozinha, e ficar com ela. Até achei que iria ter um conflito cultural, mas ficou só naquilo. E acabou sendo bacana.

IG: Te incomoda ser mais lembrado por personagens rurais?
Murilo Rosa: Para mim, a força do Brasil, hoje, é o interior. Ele representa a potência brasileira. A grana do Brasil está no interior, o que se produz, a coisa agrícola, a pecuária. O litoral, que já foi dominante há muitos anos, perdeu a força. A capital foi pro interior. Foi através disso, também, que o Brasil começou a criar uma força na sua região central. Senão ia ficar tudo no Rio de Janeiro e naquela região, ia ser uma podridão o país. Foi uma jogada que fez o Brasil ficar grande, deu certo. E o país está crescendo, tem muito o que crescer. Mas a força do Brasil está no interior. Tanto é que você vê aí: quem domina a música brasileira hoje? A música sertaneja, com Victor e Léo, Luan Santana. Por quê? Porque eles falam com o cara do interior. Nunca trabalhei pensando nisso, mas acho que como sou de uma família muito simples, muito pura, muito unida, consegui manter dentro de mim também essa pureza, que normalmente se perde com o tempo, ainda mais morando no Rio de Janeiro e sendo ator! Mas eu acho que consegui manter a minha esssência. Acho que consigo fazer tanto um cara puro como o Dinho de “América”, que tinha alma pura, boa, quanto um cara maluco, quanto o protagonista de Aparecida, ou um herói como o Solano, mais tradicional. Acredito que essa comunicação com a grande massa se dá porque mantive minha essência, que é do interior.

IG: Como tem sido a recepção a “Araguaia” nas ruas?
Murilo Rosa: A novela é um sucesso. Tem essa coisa da Manuela e da Estela… Quem vai ficar com Solano? É uma divisão, tem brigas por causa disso. Solano é um homem marcado para morrer, o último de sua geração a todas as gerações para morrer. Mas a mulher que foi encarregada de causar isso tudo foi se apaixonar por ele, que é a Estela. Mas não sei. Novela é uma obra aberta, não sei o que pode acontecer.

IG: Torce por Manuela ou Estela?
Murilo Rosa: Eu não sei. É muito dividido. Eu acho que ele não consegue se livrar da Estela, não consegue fugir, é uma coisa que empurra ele pra ela, uma atração. É como se ele tivesse uma paixão, como se fosse uma pessoa que conhece de uma outra vida. E a Manuela, não. Por ela, ele se apaixonou. Solano ama a Manuela, mas essa é uma coisa mais terrena, então é interessante. Estou adorando essa coisa da doma. É uma ralação braba, cena pra caramba todo dia, mas nessa novela estamos todos entre amigos.

IG: Você já apareceu montando cavalos em muitas produções. Pratica muito montaria?
Murilo Rosa: Meu pai é criador de cavalos, tem um sitio em Anápolis, cria mangalarga marchador. Já montei muitas vezes, mas moro no Rio há muito tempo também, desde 92, então não fico montando muito. Sei montar, mas ultimamente monto só tenho montado nos trabalhos. Mas se fosse um ciclista, saberia também. Tenho um trabalho corporal que acho que me ajuda bastante nesse ponto, me ajudou muito na época da patinação no gelo, do Faustão, por exemplo. Me possibilita parecer que sei fazer aquilo há muito tempo.

IG: Não pretende fazer um vilão?
Murilo Rosa: Sim! Espero muito que meu próximo trabalho na TV seja um vilão. Acho que vai pintar!

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010 Entrevista | 09:49

Leo Jaime, uma das calças do novo 'Saia Justa': 'Mulher é meu assunto favorito'

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O time: Dan Stulbach, Xico Sá, Teté Ribeiro, Monica Waldvogel, Christine Fernandes, Du Moscovis e Leo Jaime

O “Saia Justa” volta ao ar reformulado na noite desta quarta-feira no GNT e, entre as novidades, trará um time masculino que se revezerá semanalmente. Caberá ao escritor Xico Sá, aos atores Dan Stulbach e Du Moscovis e ao cantor Leo Jaime debaterem com a atriz Christine Fernandes e as jornalistas Teté Ribeiro e Monica Waldvogel os temas da semana. Um dos rapazes, no entanto, já tem experiência em falar sobre temas femininos na TV. Ele está presente também no programa “Amor e Sexo”, que reestreia em janeiro na Globo. Leo bateu um papo rápido com a coluna.

IG: Como é ser uma calça entre saias?
Leo Jaime: Estou feliz e acho que vai ser bem legal. O time masculino é interessante, acho que serão quatro dinâmicas diferentes.

IG: Acha que vai ter problemas para se fazer ouvir no meio de discussões tipicamente femininas?
Leo Jaime: Acho que não. Curiosamente, acho que os homens vão polarizar a discussão. Nos pilotos e no programa que acabamos de gravar já deu para perceber que em alguns momentos somos meio que interrogados por elas, que querem saber a visão masculina sobre determinado assunto. Somos elementos diferentes na discussão.

IG: Vai dar conta de comentar assuntos do universo feminino?
Leo Jaime: Olha, sempre fiquei muito à vontade entre mulheres. Acho que não terei muito esse problema, não, por um simples motivo: mulher é meu assunto favorito! (risos)

IG: Em janeiro você vai estar em dois programas ao mesmo tempo, “Saia Justa” e “Amor e Sexo”, falando de relacionamentos. Podemos te considerar um expert no assunto?
Leo Jaime: Expert, eu? Imagina! Eu sou apenas um rapaz latino-americano…

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