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Arquivo da Categoria Jornalismo

segunda-feira, 8 de julho de 2013 Bastidores, Jornalismo | 14:43

Mais um apresentador deixa a Rede TV!: Douglas Camargo assina com afiliada da Record

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Douglas Camargo

Douglas Camargo apresentará telejornal no Espírito Santo

Depois de colocar fim aos programas “Feira do Riso” e “O Último Passageiro”, a Rede TV! passa agora a enxugar seu pessoal, inclusive o time de apresentadores. Um dos que deixaram a emissora nos últimos dias foi Douglas Camargo, que até bem pouco tempo comandava o “Se Liga Brasil”. O jornalista, no entanto, já tem novo rumo. Tão logo venceu seu contrato, assinou com a Rede Vitória, afiliada da Record no Espírito Santo. Lá, ficará à frente de um novo telejornal.

Leia também: João Kleber ganhará um terceiro programa na Rede TV!

Entre os apresentadores dispensados nos cortes da Rede TV! estão Renata Maranhão e Juliana Franceschi. O comentarista esportivo Marcelo Bianchoni também deixou a casa. Além disso, cerca de 40 jornalistas foram dispensados há pouco mais de uma semana.

Nos bastidores, há quem afirme que assim que voltar de férias Mário Frias será chamado para uma rescisão amigável. Procurada, a emissora nega que ele vá deixar seus quadros e afirma que seu compromisso ainda está em vigência.

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domingo, 30 de junho de 2013 Jornalismo | 17:03

Globo mexe bem e devolve seriedade ao “Fantástico”

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Zeca Camargo, Renata Ceribelli, Renata Vasconcellos e Tadeu Schmidt

Troca-troca na Globo: Zeca Camargo, Renata Ceribelli, Renata Vasconcellos e Tadeu Schmidt

Sai a Renata descontraída que parece sorrir até quando a notícia é ruim, entra a Renata carismática, que sabe combinar a expressão do rosto com cada notícia anunciada. A Globo não poderia ter escolhido melhor apresentadora para o comando do “Fantástico”. Renata Vasconcellos é elegante, serena, e vai devolver toda a seriedade que o programa perdeu ao colocar no mesmo balaio Renata Ceribelli, Zeca Camargo e Tadeu Schmidt.

Nada contra nenhum dos três, mas, juntos, não poderiam jamais apresentar uma atração do porte do “Fantástico”. Todos têm um estilo leve e brincalhão que tira, mesmo sem querer, a seriedade de inevitáveis notícias que exigem cara fechada, uma tragédia, por exemplo.

Ceribelli pega o avião para ser correspondente em Nova York, e então volta às origens, a de repórter craque em encontrar gostosas histórias. Zeca Camargo também dá adeus e, ufa, já não era sem tempo, afinal são 18 anos de programa. Um alívio, aliás, para quem era engolido domingo a domingo pelo crescimento de Schmidt. Zeca assume o “Vídeo Show” no lugar de André Marques e Ana Furtado, a mulher do diretor que nunca ficará na geladeira e, sendo assim, ganha o posto de repórter do “Fantástico”.

Pra finalizar, as manhãs ganham o saboroso (ou não) sotaque carioca de Ana Paula Araújo, que assume o lugar de Renata Vasconcellos na bancada do “Bom Dia Brasil” ao lado de Chico Pinheiro.
E Schmidt sobra no “Fantástico”. Cabe a ele estender o tapete vermelho a Renata e abraçar o posto do fanfarrão da atração.

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quinta-feira, 20 de junho de 2013 Bastidores, Jornalismo | 18:51

Por causa de protestos, Globo e Record baixam norma que evita agressões a jornalistas nas ruas

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Por causa da hostilidade dirigida a jornalistas durante os protestos pelo país, algumas emissoras baixaram novas normas para seus repórteres. Na Globo, a ordem é que os mais conhecidos façam suas matérias do alto de prédios ou fora das multidões. Na rua, apenas os rostos menos frequentes na programação, com equipamento disfarçado e microfones sem a canopla que exibe a marca do canal.

Já na Record a ordem é para que seus telejornais passem a transmitir as manifestações se utilizando ao máximo das câmeras de helicópteros e evitar colocar repórteres nas ruas. Para um jornalista ir para um ponto de conflito, agora é necessário fazer um pedido formal e muito bem justificado. A nova regra foi implantada depois que um carro da emissora foi queimado esta semana.

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quarta-feira, 19 de junho de 2013 Crítica, Jornalismo | 04:21

Mesmo com âncoras atrapalhados, telejornais populares saem na frente na cobertura de onda de protestos

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Marcelo Rezende: erros geográficos e brigas com a equipe

“Virou um sururu na casa de Noca”. Dita assim, esta frase não parece ter sido dita de um jornalista durante momentos de tensão na cobertura da onda de protestos pelo país. Mas, acredite, ela saiu da boca de Marcelo Rezende, apresentador do “Cidade Alerta”, da Record. Desde o início das manifestações criadas pelo Movimento Passe Livre, o âncora viu a audiência de seu programa subir. O índice, que orbita em torno dos 9 pontos, na última terça-feira (18), chegou a picos de 15. E muito disso se deve à maneira peculiar com que o apresentador narra os fatos.

O espectador menos acostumado por ficar tonto tamanha é a, digamos, empolgação do jornalista, que alterna entre câmeras com rapidez e mais parece narrador de futebol ao falar sobre os conflitos. Falta só gritar gol. Por exigir tanto de sua equipe técnica, Rezende acaba brigando no ar com operadores de vídeo e áudio e repórteres. “Vamo, meu filho, eu já falei. O que é que tá demorando? Quem não fica agoniado desse jeito?”, reclama com alguém que opera a mesa de edição. Não por acaso, ele batizou a câmera do helicóptero da atração de “lente nervosa”. O jornalista demanda tanto que ordena, inclusive, em quais áreas ela deve focar. Por ser tão ansioso, acaba cometendo deslizes. Na segunda-feira (17), ao ver a massa de manifestantes na boca de um túnel, anunciou que estavam na Avenida Paulista. Na verdade, estavam nas imediações da Avenida Brigadeiro Faria Lima.

Leia também: Temendo por repórteres e repercussão de cobertura, Globo explica postura no “Jornal Nacional” e retira marca de microfones

O jeito reclamão acaba por vitimizar também repórteres. Ao chamar Fabiana Panachão num link ao vivo direto do Centro de São Paulo, Rezende resolveu dar uma aula à profissional, que estava visivelmente nervosa com o tumulto ao seu redor. “Alguém avisa que quanto mais calma ela falar, melhor! Fabiana, não dispute com o povo que está falando alto. Fale devagar e com calma”. E completou: “Como ninguém orienta, eu oriento”. Pouco depois, percebendo o medo da repórter com a multidão que começava a depredar a Prefeitura, o âncora voltou ao catequismo: “Fica calma, não tenha medo. Se grito superasse tudo o leão não era o rei da selva, era o elefante”. Fato é que Fabiana estava mesmo numa selva e teve de sair fugida do local quando atearam fogo num carro da emissora. Pelo visto, ela tinha mesmo razões para estar nervosa.

O método empregado por Rezende parece agradar ao público. Seus relatos são repletos de frases feitas ou engraçadinhas. “Se o Haddad fosse jogador de basquete, ele jogava a bola na sexta e a bola ia cair só no domingo, de tão lento que ele é”, disse em dado momento.

Datena: saia justa em enquete com e almoço com o prefeito negado

Principal concorrente de Rezende no horário, Jose Luiz Datena parece viver tempos de maior calmaria com o “Brasil Urgente”. Há dias faz questão de ressaltar que a grande massa dos protestos é de gente de bem. Diz admirar Dilma e elogiou sua postura no discurso feito na última terça. A simpatia, no entanto, não parece se estender a Fernando Haddad. Ao ser informado por sua produção que o prefeito de São Paulo não entraria no ar para uma entrevista por telefone, o âncora resolveu abrir segredos. “Fui convidado para almoçar com ele e não fui. Agora não precisa me convidar mais!”. Antes de receber a negativa, porém, apelou ao político dizendo que ele poderia falar o que quisesse se entrasse ao vivo no programa: “Estou aberto até a ser xingado”.

Com índices em torno dos 7 pontos, pelo segundo dia seguido Datena estendeu seu horário na emissora e entrou em edição extraordinária após o “Jornal da Band”, no lugar do espaço vendido à igreja. Nesse momento, pareceu mais empolgado e usou do mesmo truque do seu rival: exibiu à exaustão imagens de vândalos tocando fogo no carro da Record ou saqueando lojas. Um dia antes, o âncora se viu numa saia justa ao abrir enquete com espectadores. Mudou no ar a pergunta “Você é a favor de protesto com baderna?” ao ver que o resultado lhe desagradava.

Datena e Rezende podem ser alvo de crítica de quem não está acostumado com suas abordagens de casos como estes, mas o fato é que é preciso certo traquejo para comandar coberturas ao vivo por horas a fio. E eles têm, cada um ao seu modo. No “SPTV”, por exemplo, Carlos Tramontina pareceu um pouco desconcertado com as notícias de última hora, que certamente alteraram o roteiro de seu telejornal. Por vezes gaguejou ou mostrou hesitação.

Em tempos como estes, é compreensível que as emissoras dediquem espaço maior à exploração do assunto. Torna-se impossível não perceber as discrepâncias entre as coberturas jornalísticas quanto à forma e ao conteúdo retratados em seu noticiário. No ar por mais tempo que os telejornais “tradicionais”, os ditos populares parecem lucrar e explorar mais intensamente os conflitos. Isso nem sempre significa, no entanto, que eles saiam sempre na frente de outro tipo de concorrência. Por volta das 22h30, enquanto Datena repetia imagens dos saques no Centro, bombas explodiam na Bela Vista, um bairro próximo, com direito à Tropa de Choque reprimindo manifestantes. Curiosamente, nenhum canal mostrou o que ocorria ao vivo. Coube a um jornalista à paisana abrir seu celular e transmitir tudo em tempo real para as redes sociais. Mais de 20 mil pessoas assistiram a tudo simultaneamente, inclusive o momento em que ele questionou um policial que havia retirado sua identificação. São novos tempos. Não é à toa que até o “Jornal Nacional” teve de se explicar para os espectadores esta semana.

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segunda-feira, 17 de junho de 2013 Em cena, Jornalismo | 23:47

Temendo por repórteres e repercussão de cobertura, Globo explica postura no 'Jornal Nacional' e tira marca de microfones

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Patrícia Poeta defendeu cobertura da Globo no "Jornal Nacional"

Os muitos protestos espalhados pelo Brasil não pediam apenas melhor transporte público e o fim da PEC 37. Muitos dos manifestantes queixavam-se do tratamento dispensado pelas emissoras, especialmente a Globo, sobre o assunto. Nesta segunda-feira (17), parte dos participantes do movimento se dirigiu à sede da emissora com palavras de contestação. O episódio foi mostrado pelo “Jornal Nacional” em link ao vivo comandado por César Galvão. Surpreendentemente, o telejornal exibiu também uma espécie de editorial sobre o tema para garantir a isenção dos fatos que reporta.

Patrícia Poeta reforçou a postura do jornalismo do canal e garantiu que tudo tem sido mostrado de maneira imparcial. “A TV Globo vem fazendo reportagens sobre as manifestações desde o seu início e sem nada a esconder. Os excessos da polícia, as reivindicações do movimento Passe Livre, o caráter pacifico dos protestos e, quando houve, depredações e destruição de ônibus. É nossa obrigação e dela não nos afastaremos. O direito de protestar e se manifestar pacificamente é um direito dos cidadãos”.

Assista ao momento no vídeo abaixo:

Apesar do editorial, a Globo passou a tomar cuidados especiais com seus repórteres de rua. Todos os jornalistas da emissora e da GloboNews que aparecem em frente às câmeras retiraram a canopla de seus microfones. A ideia é evitar protestos surpresa ao vivo e também preservar a integridade dos profissionais, que chegaram a ser alvo de xingamentos.

Repórter da Globo trabalha com o microfone sem canopla

Durante os protestos desta segunda-feira, por exemplo, Caco Barcellos e a equipe do “Profissão Repórter” foram hostilizados e impedidos de gravar no Largo da Batata.

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sexta-feira, 14 de junho de 2013 Em cena, Jornalismo | 22:00

Gafe no ar: William Bonner 'empurra' produtor ao vivo no 'Jornal Nacional' e interrompe Galvão Bueno

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Imagem animada do momento "JN" ao vivo

Os espectadores do “Jornal Nacional” não deixaram passar batido. Numa das entradas ao vivo, direto de Brasília, William Bonner “empurrou” um produtor do telejornal que lhe entregava a pauta. O ato ocorreu na tentativa de tirar o rapaz do ar no momento em que a câmera cortou para o âncora, que recebia Galvão Bueno.

Assista ao vídeo do momento abaixo:

Também chamou atenção o momento que o jornalista cortou o narrador, que se estendeu além da conta. “Galvão, você tem amor à vida? A Globo tem”, brincou Bonner, que se despediu e abriu espaço para que a novela das nove entrasse no ar.

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quarta-feira, 22 de maio de 2013 Crítica, Jornalismo | 14:01

'Profissão Repórter' cumpre função que o 'Globo Repórter' insiste em ignorar

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Caco Barcellos (no centro) com a equipe de jovens jornalistas do "Profissão Repórter"

Ano após ano, o “Globo Repórter” vira alvo de um tipo de comentário que já virou anedota. A impressão que parte do público tem é que toda semana o jornalístico só fala de animais selvagens ou viagens exóticas. A reflexão sobre o cotidiano do país, suas questões mais urgentes e debates políticos parecem ficar em segundo plano na agenda do programa. Sorte do espectador que pode contar com o “Profissão Repórter” para essa finalidade.

Nas duas últimas semanas, a atração comandada por Caco Barcellos tocou em dois temas que, apesar de debatidos, são pouco aprofundados pela grande mídia: o estupro e a pesada seca no Nordeste. Em ambos, apresentou histórias dramáticas sem pisar fundo no sensacionalismo, mas primando pelo capricho na investigação das reportagens. No primeiro caso, por exemplo, uma repórter conseguiu conversar com os integrantes de uma banda de axé da Bahia acusada de abusar sexualmente de duas jovens. “Estuprador é uma palavra muito forte”, declarou um dos músicos, como se procurasse atenuar a acusação, para o choque de quem assistia. Na última terça-feira (21), nem mesmo os corações mais fortes puderam resistir ao drama das famílias que têm de usar água suja e veem os rebanhos morrendo sem poder evitar por causa da escassez de chuvas.

É difícil entender como um problema tão urgente ganha pouco tempo nos noticiários. Talvez pelo momento considerado economicamente próspero que o país vem vivendo nos últimos anos, esse tipo de reportagem fuja ao otimismo que tantos esperam e relembre que, de tempos em tempos, a seca se repete. Ainda bem que há jornalistas como Caco, que não fecham os olhos para tais assuntos.

Anos após ter entrado no ar, o “Profissão Repórter” segue como opção de qualidade, primando pela boa apuração das histórias e ao mesmo tempo mostrando o despertar de novos jornalistas a partir da construção de assuntos específicos. Poderia muito bem ocupar o espaço do “Globo Repórter”, que tem sofrido com a falta de grandes reportagens. Justiça seja feita, quando o jornalístico das sextas-feiras quer, ele consegue produzir bom material, caso de um especial sobre as drogas recentemente exibido, mas não sem alternar com enlatados, muitas viagens e vida animal. A questão é simples: se o “Profissão Repórter” consegue semanalmente produzir conteúdo próprio e de qualidade, porque não conseguiria um dos programas mais antigos da TV brasileira? Com a resposta, a Globo.

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segunda-feira, 6 de maio de 2013 Crítica, Jornalismo | 12:44

Novo âncora do 'Bom Dia SP' aposta na informalidade, mas contrasta com rigidez do formato

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Rodrigo Bocardi, novo apresentador do "Bom Dia SP"

Depois de ser adiada por algumas semanas, a estreia de Rodrigo Bocardi à frente do “Bom Dia SP” ocorreu nesta segunda-feira (6). Alçada ao noticiário de celebridades por causa de uma suposta crise de choro de Carla Vilhena, a mudança no telejornal acabou atraindo mais atenção para si pelo motivo banal do que por sua função primordial. Aparentemente preocupada com a repercussão da história, a Globo abriu espaço até mesmo para a antiga apresentadora despedir-se. Do estúdio, Bocardi anunciou um VT dizendo que ela “fez questão de mandar uma mensagem”. No vídeo, afirmando estar em férias, Carla desejou boa sorte ao novo âncora e aproveitou para anunciar que fará reportagens para o “Fantástico”. Num tom informal, o jornalista respondeu: “Tenho certeza que você vai adorar fazer reportagens para o ‘Show da Vida’.” Por um momento, pareceu haver um flerte com atrações de variedades.

Primeiro telejornal das manhãs da emissora no estado de São Paulo, o “Bom Dia” mostrou que seu foco mesmo está na prestação de serviço e, principalmente, em questões relacionadas ao trânsito. Gloria Vanique, aliás, divide o estúdio com Bocardi nesses momentos. Fica claro que a emissora procura popularizar o horário e imprimir um tom mais descontraído ao noticiário. É um equilíbrio difícil de ser conseguido, uma vez que a estrutura e o formato do programa mantém preso quem o ancora. Há que se ter seriedade com bom humor. E nesse ponto, o novo apresentador mostrou certo nervosismo.

Preocupado em criar empatia com o espectador, Bocardi pareceu mais efusivo do que quando surgia em reportagens como correspondentes internacional, despertando, portanto, um contraste com o figurino sisudo e cenário escurecido por um dia que ainda não raiou. Já durante a entrevista com o secretário municipal de saúde, perdeu a chance de mostrar maior combatividade nos questionamentos. Falta ao âncora passar por um ajuste fino, para que tudo ocorra com maior naturalidade. Tudo pode ser culpa do nervosismo da estreia, claro. Nos quesitos técnicos, o “Bom Dia SP” deu um show de bola.

De acordo com dados prévios do Ibope, a reformulação não alterou a audiência da atração e registrou média de 7 pontos. SBT e Record seguiram com 4 e 3 pontos, cada.

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quinta-feira, 18 de abril de 2013 Briga pela audiência, Jornalismo | 15:51

'Jornal da Record' bate recorde de audiência este ano

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A saída de Ana Paula Padrão parece ter feito menos estrago do que se imaginou. Sem a âncora à frente, o “Jornal da Record” bateu seu recorde de audiência este ano com média de 8 pontos e 12% de share. Entre os destaques, estava o atentado a bomba nos Estados Unidos.

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terça-feira, 16 de abril de 2013 Bastidores, Jornalismo | 05:30

Globo faz nova mudança nos telejornais e coloca Giuliana Morrone no 'Bom Dia Brasil'

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Giuliana Morrone entrará para o time de apresentadores do "Bom Dia Brasil"

Carla Vilhena não foi a única a ser tirada do comando de um telejornal da Globo. Nas próximas semanas, a emissora seguirá promovendo mudanças em seu departamento de jornalismo. A ideia é oxigenar programas com audiência problemática de maneira a atrair novo público. O “Bom Dia São Paulo”, por exemplo, passará a ter Rodrigo Bocardi à sua frente. Quando voltar das férias, Carla passará a dar expediente como repórter especial do “Fantástico”.

A mudança da vez agora diz respeito ao “Bom Dia Brasil”. Ex-correspondente do canal em Nova York, Giuliana Morrone substituirá Zileide Silva na apresentação das notícias relativas a Brasília. Zileide voltará para a equipe de reportagem e seguirá cobrindo política. Renata Vasconcellos e Chico Pinheiro, por enquanto, seguem com lugar assegurado.

As mudanças na faixa da manhã têm ocorrido para combater o avanço de telejornais da concorrência. Na Globo, comenta-se que uma nova “dança das cadeiras” pode acontecer nos próximos meses.

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