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Posts com a Tag band

segunda-feira, 9 de maio de 2011 Bastidores, Seriado | 14:29

Band fará versão nacional do seriado 'The Nanny'

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Fran Drescher, a protagonista de "The Nanny"

Sucesso nos anos 90 nos Estados Unidos e na TV por assinatura brasileira, o seriado “The Nanny” deve ganhar uma versão nacional a ser exibida pela Band. A emissora já está em contato com a produtora Floresta e está em avançadas negociações com a Sony, dona dos direitos. Estrelada por Fran Drescher, a produção contava as desventuras da babá de três filhos de um milionário solteirão a quem tentava fisgar a todo tempo, sem sucesso. Ainda não há nomes cogitados para o elenco. A produção deve começar para valer depois da assinatura do contrato no segundo semestre.

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segunda-feira, 2 de maio de 2011 Novidade | 02:49

Cancelamento de prova da fórmula Indy não derruba audiência da Band; emissora exibe nova prova nesta segunda

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Mesmo com o cancelamento da etapa São Paulo do último domingo por causa da forte chuva, a Band não perdeu audiência. Durante todo o tempo em que se manteve no ar, a emissora marcou média de 6 pontos e em alguns momentos chegou a ocupar a vice-liderança com 7 pontos.

Por conta da nova data da corrida, a emissora precisou mexer em sua grade de programação nessa segunda-feira (2). A emissora deixará de transmitir a novela “Isa TK+” e o programa “Dia Dia” para exibir a prova a partir das 9h.

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sexta-feira, 29 de abril de 2011 Crítica | 08:38

Um grande espetáculo: casamento real mobiliza o mundo todo e cria momentos constrangedores na TV

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“O que será que passa pela cabeça dela nessa momento?”, pergunta Daniela Albuquerque, ao vivo, na Rede TV!. “Tô rica!”, responde, sarcástico, Evandro Santo, na única resposta possível a uma questão boba. O diálogo dá uma boa mostra do que foi a cobertura do casamento real na TV brasileira. As imagens não poderiam ser mais belas: câmeras espalhadas por Londres, uma grua que captava imagens aéreas dentro da abadia de Westminster e detalhes mil que não passaram despercebidos. Uma pena que as imagens tenham ficado em segundo plano durante a exibição matrimônio do Príncipe William com Kate Middleton.

A ansiedade se mostrou a maior das inimigas dos âncoras brasileiros. Eram 13 canais transmitindo ao mesmo tempo. Todos tentaram mostrar nuances de um evento visto por 2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Ainda assim, no afã de chamar ainda mais atenção do que os protagonistas da história, houve quem preferisse falar da luva rasgada do noivo. Houve também quem precisou se dividir nas funções de apresentadora e tradutora, caso de Ana Paula Padrão, que chegou a chamar William de Harry algumas vezes. E houve quem se preocupasse com questões bizantinas. Carlos Nascimento, do SBT, enquanto via a noiva no altar, perguntou: “Ela já é princesa neste momento?”. Detalhes técnicos também estiveram na Globo: Renato Machado sabia de cor a raça dos cavalos que puxavam as carruagens. Sinceramente: faz diferença?

Cobertura minuto a minuto tem dessas coisas. Mas é preciso saber dosar. Por vezes, tagarelar menos e deixar que as imagens falem por si é necessário. Claro, comentários de moda que classificam o vestido da nova princesa de “severo” ou falam dos quadris largos das convidadas têm seu espaço. Mas, em determinados momentos, na falta do que falar, é melhor não fazê-lo. Afinal, ninguém precisa ouvir dezenas de vezes frases como “ela está lindíssima” ou “que chique”, como fez Daniela na Rede TV!, a mesma que disse que era bom ver “uma religião tão bem abordada”. O repertório da apresentadora, aliás, era vasto e criou pérolas como: “A rainha é como se fosse uma Hebe Camargo”. Outra comentarista, na mesma emissora, também dedicou uma crítica ao vestido de Kate Middleton: “Ela estava de farol aceso”. Difícil de acreditar. Na Band, até mesmo o patriotismo achou seu espaço: “Olha a bandeira brasileira lá. Tá enrolada mas é nossa!”. No quesito cobertura de grande eventos, alguns de nossos âncoras ainda têm de comer bastante feijão com arroz.

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Briga pela audiência | 07:41

SBT e Globo se alternam na liderança com o casamento real

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O casamento real entre o Príncipe William e Kate Middleton acirrou a briga pela audiência entre 6h e 7h da manhã. Na primeira meia-hora do evento, quando ainda mostrava o clima nas ruas e a preparação para a cerimônia, o SBT liderou 3,8 pontos, segundo prévia do Ibope. A emissora chegou a ficar um décimo à frente da Globo, que exibia o Globo Rural.

Tão logo a Globo começou a transmitir a cerimônia ao vivo, no entanto, esse quadro se inverteu. A média da primeira hora da cobertura no Brasil deixou a emissora carioca em primeiro lugar, com 10,4 pontos, seguida pela Record, com 5,6 pontos. O SBT, em terceiro, marcou 3,7 pontos. Já Band e Rede TV! não chegaram se quer a atingir 1 ponto. Uma chegou a 0,7 ponto e outra 0,6, respectivamente.

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quinta-feira, 28 de abril de 2011 Bastidores, Novidade | 12:17

Luiza Brunet se reúne com a Band nesta quinta-feira e pode apresentar programa vespertino

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Luiza Brunet: na mira da Band

A ex-modelo e empresária Luiza Brunet deve assinar contrato com a Band nos próximos dias. Ela esteve na emissora do Morumbi nesta quinta-feira (28) para conversar sobre a possibilidade de ser uma das apresentadoras do novo programa vespertino da emissora. Patrícia Maldonado e as atrizes Cristiane Werson e Marianna Amellini, do “‘É Tudo Improviso”, dividirão o comando da atração. A Band agora quer um homem para completa o time. A produção ainda não tem título definido, mas deve estrear em junho. Direção a cargo de Rodrigo Branco.

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sábado, 23 de abril de 2011 Sobe e desce | 11:40

O legal e o mico da semana

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O LEGAL – “Cordel Encantado”

Bruno Gagliasso, Bianca Bin e Cauã Reymond

Há tempos não se via uma novela tão bela quanto “Cordel Encantado”. Em sua segunda investida nos folhetins da Globo, a dupla Thelma Guedes e Duca Rachid mostrou que veio para ficar. Fotografia belíssima, atores inspirados – ok, o sotaque nordestino é bem forçado – e uma história afiada. Não por acaso os índices de audiência, que começaram mornos, têm aumentado.

O MICO – José Luiz Datena

A coluna sabe do tempo de experiência de José Luiz Datena seja como repórter de esportes ou apresentador de programa policiais. É um medalhão, sem dúvida. Uma pena que às vezes ele perca a linha e dê mostras de imaturidade quando critica um jovem como Tiago Leifert, que, sim, é um iniciante, mas um rapaz inegavelmente talentoso. Fazer o que fez na última sexta-feira ao vivo e chamar o jornalista de neném foi feio. Ninguém precisa ser humilhado em rede nacional. Datena pode e deve criticar, claro, mas com bom gosto. Ficou feio.

Assista às críticas do apresentador:

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terça-feira, 12 de abril de 2011 Sem papas na língua | 01:10

'CQC' mostra cena em que Paulo Vilhena cospe em Rafael Cortez. Assista ao vídeo

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Acostumado a deixar seus entrevistados surpresos, Rafael Cortez foi pego de calças curtas numa matéria para o “CQC” exibida na última segunda-feira (11). Durante a cobertura do desfile do estilista Ricardo Almeida, o repórter perguntou a Paulo Vilhena o que  podia fazer para quebrar o estigma de que homem precisava ser só bonito nesse tipo de evento. O ator respondeu: “Cuspir na sua cara”. E o fez. Taí algo que ninguém esperava. Assista a cena no vídeo abaixo. Ela ocorre por volta dos cinco minutos.

No Twitter, Paulo Vilhena se defendeu: “Não acreditem em tdo q se ve na tv… o reporter @cortezrafa foi quem pediu e ele mesmo ja disse isso no Tt, sei q nao foi legal, mas ELE quis.” Rafael Cortez desmentiu o ator em seu perfil na rede de microblogs: “Acho q o problema nao foi ele ter cuspido. Mas fugido depois.Momento algum disse ao Vilhena COSPE EM MIM. Dei a ele sugestoes de coisas ogras, mas ele que sugeriu cuspir. Ia fazer o que?”

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quinta-feira, 7 de abril de 2011 Bastidores, Novidade | 13:26

Band define data de estreia de reality show de Adriane Galisteu

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A Band bateu o martelo para a estreia de “Projeto Fashion”, reality show que Adriane Galisteu apresentará. O primeiro episódio da atração deve ir ao ar em 6 de setembro, uma terça-feira. A versão brasileira do “Project Runway”, comandado por Heidi Klum nos Estados Unidos, terá 12 estilistas competindo por um grande prêmio.

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terça-feira, 5 de abril de 2011 Crítica | 02:03

O 'CQC' e o desfecho do caso Bolsonaro

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Depois de uma tremenda repercussão em todo o país, o “CQC” voltou a dar espaço para o deputado Jair Bolsonaro. A intenção era uma só: esclarecer o que de fato ocorreu na gravação do quadro em que ele respondia a perguntas vindas de variadas pessoas e se ele de fato foi preconceituoso – além de muito pouco cortês – com Preta Gil. O programa da Band deu ao político direito de resposta e enviou Danilo Gentili a Brasília. Claro, como era de se esperar, a conversa discorreu num tom “descontraído”. O suficiente, no entanto, para que Jair ratificasse sua aversão a homossexuais e voltasse a desancar Preta Gil. Numa desesperada tentativa de provar que não era racista, chegou a mostrar a foto do cunhado, que também é negro. Marcelo Tas, por sua vez, numa tentativa de rebater a pergunta que o deputado insistia em fazer (“que pai pode dizer que se orgulha de ter um filho gay?”), exibiu uma imagem da filha e revelou que ela era lésbica, numa declaração que, sim, embora tenha usado do mesmo – e questionável – expediente, foi emocionante.

Não vou aqui rebater argumento por argumento de Bolsonaro. Não sei se vale perder tempo para relatar o quão absurdo é alguém dizer que se recusa a pegar um avião pilotado por um “cotista”, ou seja: negro favorecido pelo sistema de cotas. Ou que diga que a homossexualidade é causada por um pai ausente (já pode-se pensar que órfãos tem sexualidade pré-determinada, então?). É tudo muito estúpido. A questão aqui é: caso o vídeo da semana passada não tivesse feito tanto barulho, indo parar nas principais páginas de jornais e até mesmo em discussões em Brasília, teria o “CQC” voltado ao assunto?

Não há dúvidas, para mim, que o “CQC” fez nesta segunda-feira (4) o que deveria ter feito na semana passada. Desconstruiu argumento por argumento de Jair Bolsonaro, exibindo inclusive o vídeo sem edição no qual ele ouve a pergunte feita por Preta Gil e a rebate de pronto. Assim, cairia por terra a tese que ele não entendeu o questionamento. Sinceramente, espero que o caso desse deputado continue sendo discutido. Mas sem espetáculo. Dar espaço a Bolsonaro é, ainda que involuntariamente, incentivar os que pensam como ele, de maneira torta. Aliás, é incrível como, a cada depoimento, ele piora as coisas.

Aos que acham que ele tem todo o direito de discordar, um aviso: liberdade de expressão tem de existir, sim. Mas não se pode dizer impunemente, em rede nacional, coisas como estas. Até para isso há limite. Uma vez que se descamba para apologia ao racismo, por exemplo, deixa-se de ser uma opinião. Torna-se crime. O mesmo se aplicaria a homofobia, mas infelizmente políticos como Bolsonaro atrasam a lei que criminaliza o ódio e a violência contra homossexuais. Ainda que de uma maneira que não tenha agradado a todos, o “CQC” fez bem, sim. Mas poderia ter feito bem antes, há uma semana. Antes tarde do que nunca. E chega de Bolsonaro na TV. E, vale lembrar, para discutir, é preciso ouvir o outro lado. Sugiro ao programa ouvir políticos favoráveis ao PLC-122, por exemplo.

Leia também: Carta aberta a Jair Bolsonaro e ao ‘CQC’, em defesa de Preta Gil e das vítimas de preconceito

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sábado, 2 de abril de 2011 Sobe e desce | 10:31

O legal o mico da semana

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Esta sessão essa semana é totalmente dedicada ao programa “CQC”, da Band.

O LEGAL – Monica Iozzi

Monica Iozzi: cada vez melhor na reportagem

A repórter provou que a trupe de Marcelo Tas fez uma boa escolha ao integrar Monica Iozzi ao “CQC”. No programa da última segunda-feira, ela não deu mole para Fernando Collor e José Dirceu e ainda conseguiu falar com a presidenta Dilma Rousseff. Monica melhorou – e muito – desde suas primeiras reportagens. Mandou bem.

O MICO – Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro: como não ficar revoltado com seu radicalismo?

Não precisa nem explicar o porquê, né? O deputado, que deveria legislar em função de todos e dos direitos humanos, foi ao “CQC” para dizer que tem saudades da ditadura, se colocou em posições radicalmente contra aos direitos dos homossexuais e ainda destratou Preta Gil relacionando sua negritude com comportamento promíscuo. Vendo que o país insiste em eleger políticos como este, às vezes dá vontade de mudar para Marte.

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