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sábado, 29 de junho de 2013 Sobe e desce | 17:01

O legal e o mico da semana – De 22 a 28 de junho

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O LEGAL – Dois anos de “Agora É Tarde”

Danilo Gentili no especial de dois anos do "Agora É Tarde"

O programa de Danilo Gentili é um dos mais bem produzidos da atualidade. Não bastassem as qualidades técnicas, é divertido e tem bons convidados. Nesta semana de comemoração de dois anos de existência, no entanto, a atração se superou. O número musical feito em parceria com Dani Calabresa foi de chorar de rir. Da mesma maneira, o especial de sexta-feira (28) foi impecável. Não deve demorar para que a concorrência cresça os olhos para o talento de Gentili, bem como de seus também talentosos companheiros Marcelo Mansfield, Murilo Couto, Leo Lins e os rapazes do Ultraje a Rigor. Vida longa ao “Agora É Tarde”!

O MICO – Os furos e o didatismo de “Amor à Vida”

Ary Fontoura, Antonio Fagundes e Mateus Solano em "Amor à Vida"

Sim, se comparada com “Salve Jorge”, “Amor à Vida” é um refresco no horário das nove. Ocorre que, apesar de investir em múltiplas viradas de trama, a novela tem deixado passar algumas incoerências. Esta semana, por exemplo, Lutero (Ary Fontoura) denuncia o roubo de Félix (Mateus Solano) para César (Antonio Fagundes). Prontamente, o vilão vira o jogo e o acusa de tremer a mão na cirurgia. Imediatamente todo o dossiê preparado pelo medico contra o filho do amigo é simplesmente esquecido! Uma questão não pode sobrepôr a outra assim. Da mesma maneira, a história tem começado a pecar pelo excesso de didatismo e redundância. Histórias são contadas em looping, personagens falam de maneira forçada (“No que posso ajudar, enfermeira Joana?”, pergunta outra enfermeira) e Félix já deixou a santa ceia mais salgada que bacalhau. Isso para não contar a birra do autor com pronomes pessoais, que são suprimidos em algumas falas. Exatamente por ser um folhetim promissor, não queremos que ele incorra nos mesmos erros de seu antecessor.

Relembre os micos das semanas anteriores

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quarta-feira, 19 de junho de 2013 Crítica, Jornalismo | 04:21

Mesmo com âncoras atrapalhados, telejornais populares saem na frente na cobertura de onda de protestos

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Marcelo Rezende: erros geográficos e brigas com a equipe

“Virou um sururu na casa de Noca”. Dita assim, esta frase não parece ter sido dita de um jornalista durante momentos de tensão na cobertura da onda de protestos pelo país. Mas, acredite, ela saiu da boca de Marcelo Rezende, apresentador do “Cidade Alerta”, da Record. Desde o início das manifestações criadas pelo Movimento Passe Livre, o âncora viu a audiência de seu programa subir. O índice, que orbita em torno dos 9 pontos, na última terça-feira (18), chegou a picos de 15. E muito disso se deve à maneira peculiar com que o apresentador narra os fatos.

O espectador menos acostumado por ficar tonto tamanha é a, digamos, empolgação do jornalista, que alterna entre câmeras com rapidez e mais parece narrador de futebol ao falar sobre os conflitos. Falta só gritar gol. Por exigir tanto de sua equipe técnica, Rezende acaba brigando no ar com operadores de vídeo e áudio e repórteres. “Vamo, meu filho, eu já falei. O que é que tá demorando? Quem não fica agoniado desse jeito?”, reclama com alguém que opera a mesa de edição. Não por acaso, ele batizou a câmera do helicóptero da atração de “lente nervosa”. O jornalista demanda tanto que ordena, inclusive, em quais áreas ela deve focar. Por ser tão ansioso, acaba cometendo deslizes. Na segunda-feira (17), ao ver a massa de manifestantes na boca de um túnel, anunciou que estavam na Avenida Paulista. Na verdade, estavam nas imediações da Avenida Brigadeiro Faria Lima.

Leia também: Temendo por repórteres e repercussão de cobertura, Globo explica postura no “Jornal Nacional” e retira marca de microfones

O jeito reclamão acaba por vitimizar também repórteres. Ao chamar Fabiana Panachão num link ao vivo direto do Centro de São Paulo, Rezende resolveu dar uma aula à profissional, que estava visivelmente nervosa com o tumulto ao seu redor. “Alguém avisa que quanto mais calma ela falar, melhor! Fabiana, não dispute com o povo que está falando alto. Fale devagar e com calma”. E completou: “Como ninguém orienta, eu oriento”. Pouco depois, percebendo o medo da repórter com a multidão que começava a depredar a Prefeitura, o âncora voltou ao catequismo: “Fica calma, não tenha medo. Se grito superasse tudo o leão não era o rei da selva, era o elefante”. Fato é que Fabiana estava mesmo numa selva e teve de sair fugida do local quando atearam fogo num carro da emissora. Pelo visto, ela tinha mesmo razões para estar nervosa.

O método empregado por Rezende parece agradar ao público. Seus relatos são repletos de frases feitas ou engraçadinhas. “Se o Haddad fosse jogador de basquete, ele jogava a bola na sexta e a bola ia cair só no domingo, de tão lento que ele é”, disse em dado momento.

Datena: saia justa em enquete com e almoço com o prefeito negado

Principal concorrente de Rezende no horário, Jose Luiz Datena parece viver tempos de maior calmaria com o “Brasil Urgente”. Há dias faz questão de ressaltar que a grande massa dos protestos é de gente de bem. Diz admirar Dilma e elogiou sua postura no discurso feito na última terça. A simpatia, no entanto, não parece se estender a Fernando Haddad. Ao ser informado por sua produção que o prefeito de São Paulo não entraria no ar para uma entrevista por telefone, o âncora resolveu abrir segredos. “Fui convidado para almoçar com ele e não fui. Agora não precisa me convidar mais!”. Antes de receber a negativa, porém, apelou ao político dizendo que ele poderia falar o que quisesse se entrasse ao vivo no programa: “Estou aberto até a ser xingado”.

Com índices em torno dos 7 pontos, pelo segundo dia seguido Datena estendeu seu horário na emissora e entrou em edição extraordinária após o “Jornal da Band”, no lugar do espaço vendido à igreja. Nesse momento, pareceu mais empolgado e usou do mesmo truque do seu rival: exibiu à exaustão imagens de vândalos tocando fogo no carro da Record ou saqueando lojas. Um dia antes, o âncora se viu numa saia justa ao abrir enquete com espectadores. Mudou no ar a pergunta “Você é a favor de protesto com baderna?” ao ver que o resultado lhe desagradava.

Datena e Rezende podem ser alvo de crítica de quem não está acostumado com suas abordagens de casos como estes, mas o fato é que é preciso certo traquejo para comandar coberturas ao vivo por horas a fio. E eles têm, cada um ao seu modo. No “SPTV”, por exemplo, Carlos Tramontina pareceu um pouco desconcertado com as notícias de última hora, que certamente alteraram o roteiro de seu telejornal. Por vezes gaguejou ou mostrou hesitação.

Em tempos como estes, é compreensível que as emissoras dediquem espaço maior à exploração do assunto. Torna-se impossível não perceber as discrepâncias entre as coberturas jornalísticas quanto à forma e ao conteúdo retratados em seu noticiário. No ar por mais tempo que os telejornais “tradicionais”, os ditos populares parecem lucrar e explorar mais intensamente os conflitos. Isso nem sempre significa, no entanto, que eles saiam sempre na frente de outro tipo de concorrência. Por volta das 22h30, enquanto Datena repetia imagens dos saques no Centro, bombas explodiam na Bela Vista, um bairro próximo, com direito à Tropa de Choque reprimindo manifestantes. Curiosamente, nenhum canal mostrou o que ocorria ao vivo. Coube a um jornalista à paisana abrir seu celular e transmitir tudo em tempo real para as redes sociais. Mais de 20 mil pessoas assistiram a tudo simultaneamente, inclusive o momento em que ele questionou um policial que havia retirado sua identificação. São novos tempos. Não é à toa que até o “Jornal Nacional” teve de se explicar para os espectadores esta semana.

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terça-feira, 4 de junho de 2013 Crítica, Humor | 05:41

'CQC' desperdiça o talento de Dani Calabresa

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Dani Calabresa: alvo de roteiros problemáticos

Não há dúvidas sobre o talento de Dani Calabresa. A humorista, experiente e cheia de recursos, não chamou atenção da Band à toa. A leveza e despretensão com que comandava o “Furo MTV” ao lado de Bento Ribeiro, bem como suas imitações no “Comédia MTV” renderam ótimos momentos e até hoje seguem sendo lembrados em conversas entre amigos, nas redes sociais ou via YouTube. Chama atenção, no entanto, o completo descaso que o “CQC” parece ter dedicado à artista após sua estreia – uma das mais aguardadas do ano, diga-se.

Inicialmente, Calabresa dividiria a bancada por alguns minutos e chamaria seu quadro. Poucas semanas após entrar no ar, sumiu dos momentos ao vivo. Já seu segmento, que pretendia emular os tempos do “Furo”, peca pelo que havia de melhor na antiga emissora: roteiro e edição. Não dá para acreditar que achem engraçado tudo o que escrevem para a humorista, que, aliás, consegue salvar com seu jeito despachado um desastre ou outro. Curiosamente, são exatamente essas áreas apontadas com deficiência no quadro na época de estreia. Parece não ter havido grande melhora.

Para completar, a edição dos cinco minutos semanais também comete erros básicos. Na última segunda-feira (3), por exemplo, quando contracena consigo mesma vestida de Dilma, Calabresa diz: “Eu não sou burra”. Ocorre que o xingamento vindo da sátira à presidenta só viria segundos depois. Qualquer bom editor, roteirista ou diretor atento perceberia que a “piada” veio fora de hora. E seria abolutamente fácil corrigi-la. Isso para não citar o interminável esquete com Mônica Iozzi – que estabelece boas tabelinhas, ressalte-se -, repleto de tiradas relacionadas ao futebol que qualquer criança na quinta série já teria superado.

Quando participou de uma edição especial do programa no ano passado, a humorista foi às ruas e conseguiu momentos hilários. Deu show de improvisação. Tanto no “Furo” quanto no “Comédia”, da MTV, parecia conseguir achar pequenos espaços nas marcações para uma brincadeira ou outra. Agora, no esquema atual, está mais amarrada do que deveria.

Quando assinou com a Band, Calabresa teve também a promessa de um programa solo. Para os que são fãs de seu trabalho – como a coluna – resta rezar para que isto ocorra logo. Porque, a julgar pela disposição que o “CQC” tem mostrado pela sua integrante, ainda veremos muita piada sem graça pela frente. A humorista merece mais.

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quarta-feira, 17 de abril de 2013 Bastidores | 06:00

Adriane Galisteu inicia conversas para trocar a Band pelo SBT

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Adriane Galisteu: conversas discretas com a antiga casa

De maneira discreta, iniciou-se um namoro entre Adriane Galisteu e o SBT. A apresentadora, que ainda não renovou o compromisso com a Band, já manifestou interesse em voltar para a antiga casa e jantou, inclusive, com Jassa, cabeleireiro de Silvio Santos famoso por intermediar negociações.

Embora não tenha nada acertado, parte dos executivos do SBT acreditam que é importante contratar a apresentadora, especialmente pelo fato de ela ser a maior vendedora de um dos braços do grupo, o Jequiti. O perfume de Galisteu é recordista de vendas da empresa. Resta agora achar um projeto no qual a artista se encaixe.

Caso assine mesmo com o SBT, Galisteu poderá ser vista ao mesmo tempo em duas emissoras. Isso porque a Band estreará no segundo semestre o reality show “Quem Quer Casar Com Meu Filho?”, que já foi inteiramente gravado. Há ainda, claro, a possibilidade de a Band estender o contrato por mais seis meses, de maneira ter exclusividade sobre os direitos de imagem da apresentadora. Agora é aguardar os próximos capítulos.

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segunda-feira, 15 de abril de 2013 Bastidores | 05:00

Band contrata ex-VJ da MTV para nova temporada de 'A Liga'

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China: músico se juntará aos outros quatro integrantes do programa

A coluna adiantou na semana passada que a Band estava em busca de um quinto integrante para a nova temporada de “A Liga”. Não demorou muito e a emissora anunciará em breve a contratação para o programa: trata-se do ex-VJ da MTV China. Conhecido músico do Recife, ele é vocalista da banda Del Rey e comandava o “MTV na Brasa” até o ano passado.

Inicialmente, a Band procurou por nomes ligados ao humor e ao stand up – Bruno Motta foi um deles, por exemplo – mas achou que China fazia mais o perfil de “A Liga”.

Com o time formado ainda por Cazé, Mariana Weickert, Rita Batista e Thaíde, a atração deve estrear em 25 de junho.

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sexta-feira, 12 de abril de 2013 Bastidores | 14:13

Band procura humorista para completar time do 'A Liga', que terá quadro polêmico com drag queen e pastor

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Além de contratar Mariana Weickert e escalar Rita Batista para “A Liga”, a Band procura agora mais um nome para completar o time da atração. E a emissora procura de preferência um humorista. A produção tem feito sondagens em shows de stand up e deve realizar testes nos próximos dias.

A nova temporada do programa, que contará ainda com Cazé e Thaíde, já começou a ser gravada e trará quadros polêmicos. Num deles, uma drag queen chamada Tchaka convida um pastor evangélico a passar dois dias conhecendo o seu mundo. O mesmo ocorre depois, quando a transformista tem de frequentar a igreja e o cotidiano do religioso.

A previsão é que a “A Liga” estreie em 25 de junho.

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quarta-feira, 3 de abril de 2013 Bastidores | 06:00

Exclusivo: Marina Mantega assina contrato com a Band

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Marina Mantega: quadro de culinária às sextas-feiras

A Band acaba de contratar Marina Mantega, que até então comandava o “Fale com o Presidente”, na Record News. O compromisso foi assinado com a apresentadora, também conhecida por ser filha do ministro da Fazenda Guido Mantega, na última segunda-feira (1) e reza que Marina terá um quadro de gastronomia dentro do “Dia Dia”, que irá ao ar todas as sexta-feiras. A ideia é que ela cozinhe com famosos. As primeiras gravações estão marcadas para a semana que vem.

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terça-feira, 26 de março de 2013 Bastidores | 06:00

O preço dos humorísticos da Band: anunciar no 'CQC' é mais barato que no 'Pânico'

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A turma do "CQC": intervalo quase R$ 100 mil mais barato que o do "Pânico"

Para o espectador, humorísticos da Band como o “Pânico” e o “CQC” podem parecer equivalentes, mas o mesmo não pode ser dito pelo mercado publicitário. Isso porque há uma grande discrepância entre o valor cobrado por 30 segundos de intervalo comercial nos dois programas. E quem sai perdendo é a atração comandada por Marcelo Tas.

O preço de tabela de um segmento de meio minuto exibido nacionalmente no “CQC” custa R$ 137.045,00. Já no “Pânico”, que vai ao ar nas noites de domingo, horário mais concorrido, o mesmo espaço não sai por menos de R$ 225.500,00. O valor cai um pouco mais no caso das reprises nas noites de sexta, mas ainda assim segue superior ao dos colegas de empresa: R$ 165.745,00.

O “CQC”, no entanto, vale mais do que o “Mulheres Ricas”, que ocupou seu horário nas férias e cobrava cerca de R$ 95 mil pelo mesmo espaço de tempo.

O humorístico de Emílio Surita ocupa atualmente o posto de segunda produção mais cara da emissora. Perde apenas para o “Jornal da Band”, que cobra cerca de R$ 3 mil a mais por 30 segundos. Cada segmento sai por R$ 228.820,00.

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sexta-feira, 22 de março de 2013 Bastidores | 16:15

Fox Sports tira apresentadora da Band

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Marina Ferrari: troca de emissora

Antiga apresentadora do “Band Esporte Clube”, Marina Ferrari está deixando a Band. A jornalista, que havia sido substituída por Paloma Tocci na atração, acertou sua ida para a Fox Sports.

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terça-feira, 19 de março de 2013 Crítica, Humor | 15:59

Com reforço de Dani Calabresa, 'CQC' volta bem de audiência e em busca de novos rumos

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Dani Calabresa na bancada do "CQC" com Marcelo Tas, Oscar Filho e Marco Luque

Depois de um período de férias, o “CQC” voltou ao ar na última segunda-feira (18) com novo cenário e reforço no elenco. Boa parte da expectativa que gerou, claro, estava concentrada na estreia de Dani Calabresa, que estreou na Band depois de uma passagem gloriosa pela MTV. Sua chegada à trupe, aliás, já mudou de cara a maneira como o programa se apresentou. Houve maior apelo para a exibição de esquetes de dramaturgia – antes relegados a peças de merchandising ou pequenos apartes em quadros como o “Proteste Já”.

Na abertura, com participação de Val Marchiori, Sabrina Sato e Gominho, os humoristas tentaram focar numa possível rivalidade entre Calabresa e Môniza Iozzi. Foi, de fato, a melhor maneira de afastar qualquer possível rumor de ciumeira, e, mais que isso, apontou para a disposição do programa para testar novos formatos. Reportagens como o embate entre Maurício Meirelles e Marcos Feliciano merecem ser destacadas, bem como a cobertura do conclave por Felipe Andreolli. Houve, no entanto, uma inevitável sensação de reprise na criação da pauta. A cenografia, apesar de bela, pareceu exagerar nos tons escuros. Talvez seja falta de costume, mas a madeira misturada ao acrílico preto pesou na tela.

Quanto a Calabresa – da qual a coluna é fã de carteirinha – faltou um tiquinho mais de ritmo na edição de seu quadro. O segmento tenta emular a experiência da apresentadora no “Furo MTV”, que permitia que ela ironizasse notícias reais. Acontece que muita da mágica do antigo programa se dava na interação entre seus comandantes, nas pequenas falhas e improvisos. Em participação especial no “CQC” no ano passado, a humorista simplesmente arrasou e deu um show de timing ao realizar entrevistas. Não digo aqui que Calabresa precisa de uma “escada”, longe disso. Talvez o caminho mais indicado seja deixar o roteiro um pouco mais livre para a improvisação. Dito isso, ainda assim, seu quadro rendeu boas risadas e ela mostrou desenvoltura também na bancada.

No quesito audiência a re-estreia do “CQC” foi bem. De acordo com o Ibope, o humorístico deixou a Band na vice-liderança por 51 minutos e registrou média de 5 pontos, com pico de 7.

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