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Posts com a Tag brasil urgente

segunda-feira, 9 de maio de 2016 Estreia, Jornalismo, Programa | 13:30

Luciano Faccioli estreia programa na RedeTV! e promete fugir do policialesco: “Deixa o Datena e o Rezende se digladiarem”

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(Foto: Artur Igrecias/ Divulgação RedeTV!)

Luciano Faccioli fala seu bordão no programa “Olha a Hora” (Foto: Artur Igrecias/ Divulgação RedeTV!)

Luciano Faccioli ocupa a partir desta segunda-feira (9) o horário de João Kleber na RedeTV!. O apresentador deixou o “RedeTV News” para apresentar  o “Olha a Hora”, bordão que empresta ao nome do programa, no ar das 17h às 19h15. Ele explica que o formato da atração e garante não explorar o sensacionalismo como seus concorrentes no horário.

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quarta-feira, 19 de junho de 2013 Crítica, Jornalismo | 04:21

Mesmo com âncoras atrapalhados, telejornais populares saem na frente na cobertura de onda de protestos

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Marcelo Rezende: erros geográficos e brigas com a equipe

“Virou um sururu na casa de Noca”. Dita assim, esta frase não parece ter sido dita de um jornalista durante momentos de tensão na cobertura da onda de protestos pelo país. Mas, acredite, ela saiu da boca de Marcelo Rezende, apresentador do “Cidade Alerta”, da Record. Desde o início das manifestações criadas pelo Movimento Passe Livre, o âncora viu a audiência de seu programa subir. O índice, que orbita em torno dos 9 pontos, na última terça-feira (18), chegou a picos de 15. E muito disso se deve à maneira peculiar com que o apresentador narra os fatos.

O espectador menos acostumado por ficar tonto tamanha é a, digamos, empolgação do jornalista, que alterna entre câmeras com rapidez e mais parece narrador de futebol ao falar sobre os conflitos. Falta só gritar gol. Por exigir tanto de sua equipe técnica, Rezende acaba brigando no ar com operadores de vídeo e áudio e repórteres. “Vamo, meu filho, eu já falei. O que é que tá demorando? Quem não fica agoniado desse jeito?”, reclama com alguém que opera a mesa de edição. Não por acaso, ele batizou a câmera do helicóptero da atração de “lente nervosa”. O jornalista demanda tanto que ordena, inclusive, em quais áreas ela deve focar. Por ser tão ansioso, acaba cometendo deslizes. Na segunda-feira (17), ao ver a massa de manifestantes na boca de um túnel, anunciou que estavam na Avenida Paulista. Na verdade, estavam nas imediações da Avenida Brigadeiro Faria Lima.

Leia também: Temendo por repórteres e repercussão de cobertura, Globo explica postura no “Jornal Nacional” e retira marca de microfones

O jeito reclamão acaba por vitimizar também repórteres. Ao chamar Fabiana Panachão num link ao vivo direto do Centro de São Paulo, Rezende resolveu dar uma aula à profissional, que estava visivelmente nervosa com o tumulto ao seu redor. “Alguém avisa que quanto mais calma ela falar, melhor! Fabiana, não dispute com o povo que está falando alto. Fale devagar e com calma”. E completou: “Como ninguém orienta, eu oriento”. Pouco depois, percebendo o medo da repórter com a multidão que começava a depredar a Prefeitura, o âncora voltou ao catequismo: “Fica calma, não tenha medo. Se grito superasse tudo o leão não era o rei da selva, era o elefante”. Fato é que Fabiana estava mesmo numa selva e teve de sair fugida do local quando atearam fogo num carro da emissora. Pelo visto, ela tinha mesmo razões para estar nervosa.

O método empregado por Rezende parece agradar ao público. Seus relatos são repletos de frases feitas ou engraçadinhas. “Se o Haddad fosse jogador de basquete, ele jogava a bola na sexta e a bola ia cair só no domingo, de tão lento que ele é”, disse em dado momento.

Datena: saia justa em enquete com e almoço com o prefeito negado

Principal concorrente de Rezende no horário, Jose Luiz Datena parece viver tempos de maior calmaria com o “Brasil Urgente”. Há dias faz questão de ressaltar que a grande massa dos protestos é de gente de bem. Diz admirar Dilma e elogiou sua postura no discurso feito na última terça. A simpatia, no entanto, não parece se estender a Fernando Haddad. Ao ser informado por sua produção que o prefeito de São Paulo não entraria no ar para uma entrevista por telefone, o âncora resolveu abrir segredos. “Fui convidado para almoçar com ele e não fui. Agora não precisa me convidar mais!”. Antes de receber a negativa, porém, apelou ao político dizendo que ele poderia falar o que quisesse se entrasse ao vivo no programa: “Estou aberto até a ser xingado”.

Com índices em torno dos 7 pontos, pelo segundo dia seguido Datena estendeu seu horário na emissora e entrou em edição extraordinária após o “Jornal da Band”, no lugar do espaço vendido à igreja. Nesse momento, pareceu mais empolgado e usou do mesmo truque do seu rival: exibiu à exaustão imagens de vândalos tocando fogo no carro da Record ou saqueando lojas. Um dia antes, o âncora se viu numa saia justa ao abrir enquete com espectadores. Mudou no ar a pergunta “Você é a favor de protesto com baderna?” ao ver que o resultado lhe desagradava.

Datena e Rezende podem ser alvo de crítica de quem não está acostumado com suas abordagens de casos como estes, mas o fato é que é preciso certo traquejo para comandar coberturas ao vivo por horas a fio. E eles têm, cada um ao seu modo. No “SPTV”, por exemplo, Carlos Tramontina pareceu um pouco desconcertado com as notícias de última hora, que certamente alteraram o roteiro de seu telejornal. Por vezes gaguejou ou mostrou hesitação.

Em tempos como estes, é compreensível que as emissoras dediquem espaço maior à exploração do assunto. Torna-se impossível não perceber as discrepâncias entre as coberturas jornalísticas quanto à forma e ao conteúdo retratados em seu noticiário. No ar por mais tempo que os telejornais “tradicionais”, os ditos populares parecem lucrar e explorar mais intensamente os conflitos. Isso nem sempre significa, no entanto, que eles saiam sempre na frente de outro tipo de concorrência. Por volta das 22h30, enquanto Datena repetia imagens dos saques no Centro, bombas explodiam na Bela Vista, um bairro próximo, com direito à Tropa de Choque reprimindo manifestantes. Curiosamente, nenhum canal mostrou o que ocorria ao vivo. Coube a um jornalista à paisana abrir seu celular e transmitir tudo em tempo real para as redes sociais. Mais de 20 mil pessoas assistiram a tudo simultaneamente, inclusive o momento em que ele questionou um policial que havia retirado sua identificação. São novos tempos. Não é à toa que até o “Jornal Nacional” teve de se explicar para os espectadores esta semana.

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sábado, 1 de dezembro de 2012 Sobe e desce | 15:46

O legal e o mico da semana – De 25 de novembro a 1 de dezembro

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O LEGAL – Silvio Santos surpreende com pegadinha

Cena da pegadinha exibida pelo SBT: repercussão internacional

Ele pode ser o comunicador mais antigo do país, mas nem por isso Silvio Santos deixa de inovar. Ao levar ao ar uma pegadinha assustadora essa semana, o dono do SBT criou uma nova estrela – a menina Lívia Padilha, de 11 anos – e deu início a um fenômeno de internet que repercutiu internacionalmente. Mais pegadinhas com o mesmo mote estão por vir.

O MICO – Datena negocia sequestro ao vivo, no “Brasil Urgente”

Datena negociou com sequestrador ao vivo

Obviamente, todos ficaram felizes pelo desfecho sem tragédia desse caso, mas não é função da mídia agir como negociadora de sequestro. E José Luiz Datena fez exatamente isso, na última quarta-feira (28), quando conversou ao vivo com um homem que mantinha a família em cativeiro. Há quatro anos, o próprio apresentador havia criticado atitude semelhante de Sonia Abrão. Fez mal.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012 Crítica, Jornalismo | 19:13

Datena negocia com bandido ao vivo, na Band, e desperta questionamento sobre o papel da mídia policial

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Reprodução da reprise do momento em Datena negocia com sequestrador, ao vivo

Em 2008, num dos fatídicos dias do sequestro da estudante Eloá, José Luiz Datena veio a público, por meio de seu programa, condenar Sonia Abrão, que, para surpresa geral, entrevistou Lindenberg Farias direto do cativeiro. Para ele, a colega estava erradíssima: “Repórteres e apresentadores se meteram a negociadores da polícia e não negociadores coisa alguma. Não têm o direito de se intrometer numa negociação policial. Sempre tive essa moça na mais alta conta, mas ele diz que ando criticando colegas. Quem eu critico, merece ser criticado. E critico quem faz besteira. (…) Depois de uma entrevista ele não quis se entregar mais. Isso é uma insanidade”, afirmou, na época.

A vida, no entanto, age de maneira misteriosa e por vezes irônica. Na tarde desta quarta-feira (28), Datena se viu fazendo exatamente o mesmo que Sônia Abrão: negociando com um bandido. Por cerca de 20 minutos, o âncora do “Brasil Urgente” conversou ao vivo por telefone com um homem que mantinha a mãe e a mulher como reféns, sob mira de uma faca. Segundo o próprio apresentador, tudo foi feito a pedido da polícia, por pedido do sequestrador, chamado Joel, declarou ser fã do jornalista. “Percebi que era um cara de bem”, disse, no ar. “Posso colocar minha carreira em risco por causa disso”.

Transcorrida a conversa, a negociação foi encerrada com a garantia de Datena de que acompanharia o caso pessoalmente. Da mesma maneira, o apresentador disse que gostaria de dar um abraço em Joel depois que tudo acabasse. Logo em seguida, deixou o estúdio, afirmando estar “esgotado”, e foi substituído por Márcio Campos.

Neste caso específico, o final do caso foi bem-sucedido, ao contrário do passado em 2008. Há que se questionar, no entanto, se o papel da mídia é negociar com bandidos. Afinal, um caso como este pode abrir precedentes e, perigosamente, transformar sequestradores em atração de programas policiais. Não se pode negar, ao conversar com o homem em desespero no ar, Datena se colocou na linha de tiro das críticas. Não vai faltar quem o acuse de fazê-lo por audiência. Querendo ou não tudo transcorreu ao vivo, aos olhos dos espectadores. Pouco depois, o caso foi reprisado no próprio programa – havia necessidade?. Que este não seja o começo de um novo e condenável hábito na TV brasileira.

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segunda-feira, 4 de junho de 2012 Briga pela audiência, Jornalismo | 19:15

Volta do 'Cidade Alerta' deixa Record em segundo lugar e vence 'Brasil Urgente', da Band

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Marcelo Rezende: estreia na vice-liderança

Colocado no ar sem aviso, o “Cidade Alerta”, agora comandado por Marcelo Rezende, levantou a audiência da Record. Segundo dados prévios do Ibope, o jornalístico marcou 6 pontos de média, um número 40% maior do que a Record registrou na segunda-feira passada, e garantiu a vice-liderança. O pico da atração foi de 8 pontos. No mesmo horário, a Globo liderou com 14,3 pontos. A Band marcou 4,6 pontos e o SBT 5,4.

No confronto direto com o “Brasil Urgente”, da Band, das 17h às 18h18, a Record venceu por 6 pontos a contra 5, do policial comandado por José Luiz Datena.

No ano passado, quando Datena trocou de emissora, sua estreia no mesmo programa marcou 10 pontos de média.

Atualização: Por meio de sua assessoria, a Band contesta os dados fornecidos pela Record e afirma que houve empate entre as duas atrações. Segundo a emissora, no confronto direto ambas marcaram 5,5 pontos, com 11,3%. Portanto, ambas dividiram o segundo lugar de audiência. O desempate – se houver, de fato – se estabelecerá pelos números consolidados, que saem nesta terça-feira (5).

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sexta-feira, 1 de junho de 2012 Bastidores, Bomba, Jornalismo | 13:18

'Cidade Alerta' volta ao ar na Record na segunda-feira (4) com Marcelo Rezende

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Marcelo Rezende: programa diário

A Record está de olho nos índices de audiência que José Luiz Datena vem conseguindo com o “Brasil Urgente” e quer acabar com a farra. Sem aviso, a emissora colocará de volta ao ar, na próxima segunda-feira (4), o “Cidade Alerta”, atração que o apresentador da Band abandonou no ano passado. Para comandar o programa policial, o canal convocou Marcelo Rezende.

A ideia é que alavanque o horário noturno, entregando com bons índices para “Rebelde”. Detalhe: o horário é o praticamente mesmo que será ocupado pelo novo programa diário de Rodrigo Faro.

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sábado, 12 de maio de 2012 Sobe e desce | 12:06

O legal e o mico da semana – De 6 a 12 de maio

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O LEGAL – Tatá Werneck e Paulinho Serra no “Trolalá”

Estes dois são a prova viva de que para fazer humor não é preciso chocar com piadas ofensivas ou partir para fórmulas repetidas à exaustão. Com o “Trolalá”, os dois dão um show de improviso, especialmente Tatá com seu humor que usa e abusa de obviedades de maneira tão sutil que confunde a quem vitima. Prova disso é esse vídeo hilário no qual ela passa trote num detetive. Assista abaixo:

O MICO – Repórter de afiliada da Band dá show de mau jornalismo

Parece bizarro que alguns jornalistas tenham de ser lembrados que os anos na faculdade tinham por objetivo ensiná-los a ser objetivos e imparciais. Não é o caso de certos repórteres de programas policiais espalhados pelo país. Esta semana, uma repórter da versão baiana do “Brasil Urgente” mostrou que a lição não foi seguida a risca. Não só colocou o suspeito de um crime em situação constrangedora como fez chacota de sua falta de conhecimento. Antes que algum desavisado venha dizer que a coluna defende criminoso: não se trata disso. Mas corroborar com atitudes como as que foram ao ar neste programa é endossar o mundo cão na TV. E disso, todos deveriam querer distância. Reprovável. Assista a reportagem deprimete abaixo:

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quinta-feira, 8 de março de 2012 Entrevista | 15:46

Datena: 'Sempre fui um cara que trabalhou demais'

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José Luiz Datena: "Aprendi a digerir as críticas"

José Luiz Datena não deve dormir. A partir do próximo mês, o apresentador conseguirá a proeza de apresentar três programas em três turnos diferentes. De manhã, está no ar na Rádio Bandeirantes. No fim de tarde, no “Brasil Urgente”. E, a partir de abril, comandará o game show “Quem Fica em Pé?”, às segundas, terças e quintas, na faixa das nove da noite. este mês Datena ainda teve que lidar com um outro assunto: sua filha, Letícia Wiermann, participou de um ensaio sensual. Pai orgulhoso, ele jura que aprovou o resultado. Apesar da carga de trabalho, Datena parece ter desistido de deixar os programas policiais de lado, como andou dizendo há alguns anos. Simpático e bem disposto, o âncora do “Brasil Urgente” conversou com a coluna e não deixou de responder a nenhuma pergunta. Leia a entrevista abaixo.

IG: Este ano você vai se dividir entre a rádio de manhã, o “Brasil Urgente” à noite e um game show que vai ao ar três vezes por semana. Você tem alguma folga?
DATENA: Você não sabe, mas a Band conseguiu um clone meu. Inclusive aquele cara que foi para a Record não era eu, era meu clone. (risos) Mesmo porque minha cara é muito comum, qualquer gordinho bolachudo parece comigo! Então um cara faz a rádio, outro o “Brasil Urgente” e outro vai fazer o game show, que é completamente diferente das outras programações que eu tenho. No “Manhã Bandeirantes” é de serviço, na hora, o rádio é muito mais rápido que a televisão. À Tarde é um programa de cobrança, que fala sobre segurança pública, e o game é sem efeito colateral e sem contra-indicação. É um programa para quem fica em pé, que, aliás, só agora eu posso ficar em pé. A ideia é competir com anônimos no começo, mas não descartamos fazer com famosos também.

IG: Como tem organizado a agenda? Deixará de apresentar o “Brasil Urgente” nos dias em que for gravar o “Quem Fica em Pé?”?
DATENA: Eu sempre fui um cara que trabalhou demais. Antes eu tinha programa de rádio, fazia o programa que o Neto faz hoje e o “Brasil Urgente”. Não vai mudar muito, minha rotina vai continuar a mesma. Eu gosto de trabalhar.

IG: Você já declarou em várias entrevistas nos últimos anos que está cansado de apresentar programas policiais. O cansaço continua?
DATENA: Sim, o cansaço existe, mas gosto de trabalhar. Eu cogito parar, mas é a mesma coisa que o centro-avante da seleção brasileira chegar e dizer que quer jogar de lateral-esquerdo. Se o técnico quer que você jogue de centro-avante, então você vai ter de jogar nessa posição. Tem de fazer o que o técnico manda, é o que eu faço.

IG: Quando pretende deixar o “Brasil Urgente” então?
DATENA: Quando a Band quiser! (risos) Se a Band quiser que eu continue, estou à disposição. Aliás, agora com muita disposição.

IG: Deixar de fazer programas policias é um plano de curto ou longo prazo?
DATENA: Ah, planejar isso não depende de mim. Como eu devo muito ao Johnny (Saad, dono da emissora) e tenho que honrar esse contrato que assinei com ele. Grande parte da minha carreira e da minha vida eu devo a ele. Inclusive ele cuida da minha saúde, coisa da qual muita gente não cuidou até hoje. E não dá pra exigir isso em contrato, porque o último que eu assinei tinha sete anos de duração! (risos)

IG: Sentia falta de fazer um programa mais leve como ‘”Quem Fica em Pé?”?
DATENA: Eu sentia falta de fazer um programa assim. Mesmo porque no começo da minha carreira eu fazia coisas parecidas. Eu fui repórter da Globo fazendo matérias alegres e descontraídas, na época em o Osmar Santos apresentava o “Globo Esporte”. Fui repórter esportivo na Band e fiz várias coberturas. Então é uma volta às origens, na verdade.

IG: Sua filha fez fotos sensuais recentemente. Está com ciúme?
DATENA: Para caramba! Se ele não fosse bonita, agradável e inteligente eu não teria nenhum! (risos). Mas achei um barato ela fazer as fotos. E ela foi muito elogiada. Sempre fui um pai muito liberal e a Letícia sempre foi muito inteligente. Aliás, muito mais inteligente do que eu.

IG: Deu algum tipo de orientação para ela se aventurar na carreira artística?
DATENA: Quem sou eu pra fazer isso? Se eu sou desorientado, como é que eu vou dar orientação? (risos). Ela é muito mais orientada do que eu!

IG: Acha que ela deveria tentar a carreira na TV?
DATENA: Eu gostaria muito que fosse para a TV, sim, porque ela é inteligente e bonita. E a beleza é apenas o que ela representa exteriormente, porque ela é muito inteligente. Em todas as faculdades em que prestou vestibular ela passou nas primeiras colocações.

IG: Você tem feito entradas ao vivo no “Muito +”, de Adriane Galisteu, e até comenta alguns dos assuntos do dia. Passou a acompanhar o noticiário de celebridades?
DATENA: Não é que eu passei a acompanhar. Eu acompanho há muito tempo através da minha mulher, que é o Nelson Rubens lá de casa! A Matilde vive me perguntando se vi isso ou aquilo. Mas eu gosto muito da Galisteu, eu amo, adoro ela desde a época da Record.

IG: A gente vai te ver dando pitaco na vida de celebridades de vez em quando?
DATENA: Eu não gostaria de fazer isso porque quando comentam a minha vida eu fico meio P da vida. Então eu não gostaria de comentar a vida dos outros, não, mas  eu acho que tem espaço para tudo. Cada um tem que fazer o seu trabalho e muito bem feito. Os caras que cobrem a vida de celebridades no Brasil fazem isso muito bem. Os repórteres e colunistas da área não deixam nada a dever para os profissionais da área dos Estados Unidos. Eu respeito demais os profissionais. É evidente que quando um cara faz uma crítica é difícil de engolir, eu não gosto de ser criticado. Mas já aprendi a digerir isso.

IG: E seu médico, anda muito bravo por você ter voltado ao trabalho pouquíssimo tempo depois de ter passado por uma cirurgia?
DATENA: Evidente que está. Ficou P da vida comigo, mas espero que continue tudo bem e a cirurgia continue dando resultado. Por enquanto está dando tudo bem.

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 Em cena | 17:10

Apenas quatro dias após cirurgia nas cordas vocais, Datena volta ao 'Brasil Urgente'

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Datena passou apenas dois dias fora do ar na Band

Os médicos de José Luiz Datena devem estar de cabelo em pé. Apenas quatro dias após passar por uma cirurgia nas cordas vocais, o apresentador voltou ao ar no “Brasil Urgente”, da Band, ao vivo, nesta segunda-feira (30). Para se ter uma ideia da rapidez do âncora, a emissora esperava que seu retorno ocorresse em até um mês. Na mais otimista das previsões, isso ocorreria daqui a 15 dias. Operado na última quinta-feira (26), Datena passou apenas dois dias fora do ar. No programa, ele agradeceu a Deus e lamentou que nem todos os brasileiros tenham acesso à equipe médica que ele teve. Isso é que é amor ao trabalho.

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011 Briga pela audiência | 19:46

Volta de Datena ao 'Brasil Urgente' dá menos audiência que a estreia na Record e fica em quarto lugar

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Datena e Faccioli ao vivo: troca de comando

Datena conseguiu aumentar a audiência da Band com sua volta ao “Brasil Urgente’, mas nem passou longe do número de sua estreia na Record, há cerca de dois meses. Segundo prévia do Ibope, sua volta ao jornalístico antes apresentado por Luciano Faccioli marcou 4,5 pontos de média. Em seu primeiro “Cidade Alerta”, na emissora concorrente, o jornalista marcou 10 pontos. Ao vivo, Faccioli passou o comando da produção para Datena. “Queria te agradecer pelo tempo que você ocupou esse espaço com dignidade e carinho nessa tela sagrada que é a Band”, disse Datena.

Apesar de menos empolgante, o resultado fez bem à Band. Datena conseguiu aumentar a audiência do horário. Na segunda-feira passada, o “Brasil Urgente” atingiu 2,5 pontos. Houve crescimento de mais de 50%. Na mesma faixa, a Globo liderou com 19 pontos, seguida pelo SBT com 6,5. A Record ficou em terceiro com 6 pontos. Enquando “Cidade Alerta” e “Brasil Urgente” se enfretaram, a atração comandada por William Travassos ficou na frente.

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