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Posts com a Tag canal viva

segunda-feira, 18 de julho de 2011 Novela | 11:15

Roque Santeiro volta ao ar nesta segunda-feira (18)

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Lima Duarte, Regina Duarte e José Wilker: triângulo amoroso

A partir desta segunda-feira (18) Rodrigo Lombardi não será o único a exibir turbantes chamativos na tela da TV. Com a estreia da reprise de “Roque Santeiro” no Canal Viva, a partir de 0h15, Regina Duarte voltará a desfilar seu figurino colorido. Um belo presente para os fãs da atriz, aliás, que poderão fazer dobradinha e vê-la em “O Astro” e no cultuado folhetim exibido originalmente em 1985.

Idealizada por Dias Gomes, a trama chegou a ter 30 capítulos gravados com outros atores nos anos 70, mas acabou censurada horas antes da estreia. Na época, Betty Faria viveria Viúva Porcina e Francisco Cuoco seria Roque Santeiro, papel que acabou com José Wilker. Lima Duarte, que havia sido escalado na primeira versão para Sinhozinho Malta, retomou o personagem. O material nunca foi ao ar e permanece arquivado pela Rede Globo.

Novela de maior audiência desde que o Ibope começou a realizar a medição no país, “Roque Santeiro” chegou a marcar 100% de share no último capítulo – ou seja: todos os televisores ligados estavam sintonizados no folhetim -, marca alcançada uma única vez na teledramaturgia brasileira. Na média geral, ela também não fez feio: 63 pontos, um índice impensável para as tramas de hoje, que ficam abaixo dos 40 pontos. Além de matar as saudades do espectador, esta será também uma chance de rever os primeiros trabalhos de alguns atores. Esta foi a primeira novela de nomes como Patrícia Pillar, Claudia Raia e Maurício Mattar. Imperdível.

Relembre os looks de Viúva Porcina em “Roque Santeiro”

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quarta-feira, 29 de junho de 2011 Novela | 09:06

Cena da morte de Odete Roitman vai ao ar nesta quarta-feira na reprise de 'Vale Tudo'

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Beatriz Segall: morte da personagen marcou 81 pontos de audiência

Mais uma vez a morte de Odete Roitman vai virar assunto em todo o Brasil. Vinte e três anos depois da exibição original, vai ao ar nesta quarta-feira no Canal Viva a cena que desencadeou um dos maiores mistérios da dramaturgia nacional. Exibida na reta final da trama escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Basséres, a sequência alcançou impressionantes 81 pontos de audiência com picos de 92, um número absolutamente impensável para os dias de hoje. A marca foi superada com a revelação da identidade do assassino, que marcou 86 pontos com picos de 94.

No Twitter, a expectativa é geral. E, se o leitor é desses que gostam de acompanhar o capítulo lendo comentários divertidos e inteligentes, a coluna sugere alguns perfis como @teledramaturgia, @margochanning_, @hugogloss, @eduardodias_ e @braungustavo, além de, claro, os fakes dos personagens do folhetim, como @_OdeteRoitman_, @helenissima, @solangeduprat, @tiacelina, @afonsoroitman e @mordomoeugenio. A coluna também acompanhará o episódio em tempo real, para segui-la é clicar aqui.

Ao contrário do que muita gente afirma, não há a possibilidade de o Canal Viva mudar a identidade do assassino. Continuará sendo Leila, personagem de Cássia Kiss, que comete o crime por ciúmes de Marco Aurélio (Reginaldo Faria) disparando três tiros contra uma das maiores vilãs de todos os tempos.

“Vale Tudo” deve ficar no ar até 15 de julho, para depois ser substituída por “Roque Santeiro”, no dia 18.

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sábado, 21 de maio de 2011 Sobe e desce | 10:29

O legal e o mico da semana

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O LEGAL – Canal Viva

A emissora de TV paga completa um ano com um saldo mais do que positivo e sem sair da boca do povo. Suas reprises de novelas como “Vale Tudo” e “Vamp”, e atrações como “Chico Total” e “Sai De Baixo”, matam a saudades de milhões de espectadores. É uma ótima chance de rever o que de melhor a televisão nacional produziu.

O MICO – Felipeh Campos “tira” Agnaldo Timóteo “do armário” no “Superpop”

Quando a gente pensa que a TV brasileira não poderia render momentos mais constrangedores, vem o “Superpop” e surpreende. No programa da última quinta-feira, que se propunha a “discutir” a homossexualidade com Jair Bolsonaro (já deram a carteirinha de sócio da atração pra ele?), Felipeh Campos, ao pedir a fala afirmou: “Sou assumidamente gay, como o Agnaldo Timóteo também é…”. Ao ver que foi “tirado do armário”, o cantor, que estava no palco negou tudo. Dá até para dar umas risadas, mas a vergonha alheia pelo debatedor é maior. Assista ao vídeo:

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sexta-feira, 29 de abril de 2011 Novidade | 16:35

'Armação Ilimitada' reestreia no domingo no Canal Viva

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Kadu Moliterno e André Di Biasi nos tempos da série

Como parte das comemorações do aniversário de um ano, o Canal Viva colocará no ar, a partir de domingo, uma das séries mais cultuadas dos anos 80. “Armação Ilimitada” volta a ser exibido na TV para matar as saudades dos fãs de Juba e Lula. Originalmente exibida entre 1985 e 1988, a atração marcou época e lançou ao estrelato seus quatro protagonistas: Kadu Moliterno, André Di Biasi, Andrea Beltrão e Jonas Torres. O seriado vai ao ar às 19h15.

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segunda-feira, 25 de abril de 2011 Novidade | 15:29

Canal Viva reprisará a minissérie 'Anos Dourados'

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Felipe Camargo e Malu Mader: estrelas em 1986

Mais uma produção dos anos 80 vai matar as saudades dos saudosistas que assistem ao Canal Viva. A emissora programou a reprise da minissérie “Anos Dourados” para anteceder “A Muralha” na faixa das 23h. Exibida originalmente em 1986, a trama escrita por Gilberto Braga foi estrelada pelos jovens Felipe Camargo e Malu Mader e tem 20 capítulos. Ambientada nos anos 50, a história acompanha a luta dos protagonistas para ficar junto, já que um deles sofre por ser filho de pais separados.

Além da minissérie, o Viva ainda levará ao ar reexibições do programa “Esquenta!”, de Regina Casé.

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segunda-feira, 11 de abril de 2011 Novela | 10:41

Cultuada até hoje, 'Vamp' reestreia no Canal Viva

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Cláudia Ohana e Ney Latorraca: inesquecíveis

Uma das novelas mais cultuadas dos anos 90 volta ao ar hoje. Antes mesmo que os adolescentes ficassem aficionados pelos vampiros bonzinhos da saga “Crepúsculo”, o Brasil já havia caído na mania dos sugadores de sangue com “Vamp”, que reestreia hoje, às 15h30, no Canal Viva. E esta reprise começa 20 anos após a exibição original, em 1991. O elenco é inesquecível. Claudia Ohana vive a protagonista Natasha, que contracena com o ambicioso Gerald (Guilherme Leme) e o maquiavélico Vlad, talvez o personagem mais marcante da carreira de Ney Latorraca, que, inclusive, voltou na novela “O Beijo do Vampiro”, em 2003. Além disso, há figuras lembradas até hoje, como Mary Matoso (Patrycia Travassos) e Matosão (Otávio Augusto).

A sinopse do primeiro capítulo já dá uma boa mostra do que está por vir: missionários estão na Baía dos Anjos, em 1791, para exorcizar os vampiros, mas não conseguem exterminar seu líder. Quase 200 anos depois, em São Paulo, Vlad ouve a cantora de rock Natasha dizer que daria a alma pela fama. Ele a ataca e a leva para Veneza, onde ela conhece o empresário Gerald. Enquanto isso, na Baía dos Anjos de 1991, Jonas (Reginaldo Faria) e Carmem (Joana Fomm) se apaixonam, mas mentem sobre suas famílias (ambos são viúvos e pais de seis filhos).

Na época, as falsas dentaduras viraram mania entre as crianças. Claudia Ohana chegou a lançar um disco e Vange Leonel ganhou as paradas com “Noite Preta”, trilha da abertura da trama. Aliás, relembre a vinheta aqui:

Aos saudosistas, um prato cheio. Aos adolescentes, uma ótima chance de ver um dos folhetins mais legais dos últimos tempos.

Leia também: O Retorno de ‘Vamp’

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domingo, 27 de fevereiro de 2011 Entrevista | 10:01

Nico Puig: 'Acho que tenho cara de vilão'

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Nico Puig será Filinto, um sociopata torturador em "Amor e Revolução", do SBT

O Canal Viva tem alterado a rotina de alguns atores. Nico Puig, por exemplo, agora só dorme depois que o capítulo de “Sex Appeal”, minissérie que o revelou para o grande público na Globo termina. Exibida originalmente em 1993, a produção foi o ponto de partida de grandes estrelas da TV, como Camila Pitanga, Carolina Dieckmann, Danielle Winits e Luana Piovani. Também foi ela a responsável por arremessar Nico Puig e Felipe Folgosi ao posto de protagonistas da inesquecível novela “Olho no Olho”, na qual viviam rivais que disparavam laser pelos olhos e disputavam o amor de Patrícia de Sabrit. A atriz, aliás, voltará a contracenar com Nico em “Amor e Revolução”, trama do SBT que deve estrear em abril. No folhetim escrito por Tiago Santiago, o ator dará vida a Filinto, um major do exército com comportamento de sociopata que tortura não somente os que se posicionam contra a ditadura, como também a própria mulher. Para compor o papel, Nico foi longe. “Viajei até Cartagena para conhecer o Museu da Tortura, conversei com militares, pesquisei sobre o período em filmes e livros”, conta ele, que, além de atuar, se revela um aficcionado por decoração e ainda se dedica ao container housing. “O escritório de meu apartamento fica dentro de um container”, diz. Boa-praça, Nico conversou com a coluna.

IG: Como é reencontrar Patrícia de Sabrit?
NICO PUIG: É incrível. Patrícia é uma irmã querida e uma amiga de muitos anos. Ela foi minha namorada dos tempos de adolescência, antes mesmo de fazermos “Olho no Olho”, fizemos uma peça juntos quando éramos novinhos. Hoje a gente ri desses tempos. E estou muito feliz por ela, pelo casamento, pelo filho, pela família que ela construiu. É uma grande satisfação trabalhar com ela.

IG: Muita gente ainda te para na rua pra falar de “Olho no Olho”?
NICO PUIG: Muitas pessoas ainda fazem referência à novela. Acho que a lembrança é forte porque eu vivia um vilão, que entrava na trama para tumultuar. Mas também tem muita gente que lembra de “Sex Appeal”. Agora que está reprisando no Viva, então, muitos entram em contato. São trabalhos marcantes. Também me param na rua para falar de “A Pequena Travessa” ou “Maria Esperança”, que fiz no SBT. Dizem que torceram para que meu personagem, que era paralítico, ficasse com a mocinha no final. Acho que isso varia com a referência da época. Os mais jovens não lembram tanto de “Sex Appeal”, por exemplo.

IG: “Sex Appeal” revelou muita gente que está trabalhando até hoje. Ainda mantém contato com estas pessoas?
NICO PUIG: Tenho muitos amigos daquela época. Alguns se afastaram um pouco, claro, porque tinha menos intimidade. A minissérie revelou mesmo muita gente boa, mas eu já trabalhava há um tempo naquela época. Comecei bem antes, apresentei o “Revistinha”, que era um programa ao vivo na TV Cultura, fiz mais de 150 campanhas… Aliás, fui o primeiro ator a fazer campanha de prevenção a Aids no Brasil. Mas acho que posso dizer, sim, que “Sex Appeal” também foi um start de projeção. Me tornei mais conhecido por causa dela.

IG: Sente saudades daquela época?
NICO PUIG: Não sou muito saudoso, não. Já fui mais saudoso, mas, depois que me separei, passei a viver mais o presente. Hoje olho com distanciamento, mas, é claro, é muito legal ver cenas daquela época. Quando fiz “Sex Appeal”, tinha 18, 19 anos. Hoje já estou com 38.

O ator em 1993, num bastidor de "Sex Appeal", com Bel Kutner

IG: Falando do seu presente, então, como tem sido gravar “Amor e Revolução”?
NICO PUIG: Recebi um grande presente do Tiago Santiago. Filinto é um personagem muito rico e multifacetado. O fato de ele ser um sociopata é só um detalhe. É um homem que tortura até a própria mulher.Tiago tem uma forma de escrever que é muito prazerosa para o ator.

IG: Por que acha que faz tantos vilões?
NICO PUIG: Acho que tenho cara de mau, talvez não tenha uma cara muito simpática. Não correspondo ao protótipo de galã, meu jeito é meio tosco, seco, tenho maxilar grande sou orelhudo, tenho nariz grande. Engraçado que até me considero um cara doce, mas isso só quem me conhece pode dizer, né? Não vou ficar aqui vendendo meu peixe. (risos) Mas busco ser uma boa pessoa no meu dia-a-dia, tratar a todos bem.

IG: Fez pesquisa sobre o tempo de ditadura para compor seu personagem?
NICO PUIG: Tivemos um workshop no SBT, mas, além disso, tive a oportunidade de ir até Cartagena, onde visitei o Museu da Tortura. Conversei com pessoas que sofreram tortura nos tempos de ditadura e também tive contato com militares, que passaram a própria visão da história. Muitos deles tentam se eximir de culpa, dizem que não era bem assim. Engraçado que eu era muito criança nessa época, mas tenho lembrança do convívio familiar que dão uma mostra de como era viver naquele tempo: de não poder ouvir certas músicas, de algumas restrições, por exemplo. Talvez eu não tivesse a maturidade pra entender, mas hoje entendo.

IG: Acha que o Brasil está pronto para as cenas de tortura? Não tem medo que a novela seja vista apenas por causa disso?
NICO PUIG: Me considero uma ferramenta para ajudar os brasileiros a conhecer melhor a história do próprio país e assumir uma postura. Não acho que o espectador vá se chocar, não. Habitualmente a gente vê cenas tão duras nos telejornais. É necessário verem o que ocorreu para não emburrecerem, para terem conhecimento da história e poderem formar uma visão crítica com discernimento. Essa é a oportunidade de tomar conhecimento por quem lutou por nossos direitos. Os brasileiros têm de aprender a bater o pé.

IG: Você está fora da Globo há quase 15 anos. Por quê?
NICO PUIG: A Globo realmente dá uma projeção bacana, mas outras emissoras podem dar também. Comecei a carreira fora da Globo, na TV Cultura, fiz novela no SBT, com Walter Avancini, e só depois fui trabalhar na Globo. Tive um período de muito trabalho na emissora, mas fui criado em São Paulo apesar de ser carioca. Me firmei aqui e tive muitos trabalhos amarrados aqui. O fato de estar fora da Globo não significa que estou sem trabalho; sempre estou fazendo algo. E acho que as outras emissoras estão investindo em seus núcleos de dramaturgia, conseguindo boa audiência.

IG: É verdade que você se dedica também a outra profissão?
NICO PUIG: Sou conhecido como designer da lata, trabalho com reciclagem e planejamento. Às vezes acho móveis no lixão e os transformo. Gosto disso. Mas meu forte é mesmo o metal. Também faço container housing. Meu escritório, por exemplo, fica dentro de um container. É um espaço mais contemporâneo. Trabalhar com reciclagem é bom, ainda mais em tempos tão consumistas. Já fui muito consumista, mas hoje sou mais tranquilos. Se é pra consumir, que consumam mais novelas.

IG: Por fim: se arrepende de ter posado nu?
NICO PUIG: Seria retrógrado dizer que sim. Hoje, talvez pensasse três vezes. Mas na época me senti lisonjeado com o convite. Chegavam cartas na redação da revista pedindo para que eu fosse capa. E também não sou o protótipo desse tipo de publicação, malhado, forte. Sei que vendeu bem, ficou entre as três de maior sucesso da editora, mas nem cheguei a ver nas bancas. Fiz o ensaio e fui passar um tempo nos Estados Unidos. Sou a favor da liberdade de expressão e também pensei: “se não fizer agora, em 10 anos eu não faço”. Existe uma coisa chamada lei da gravidade! (risos). Os cabelos já estão ficando brancos… Acho que eternizei um bom momento.

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 Novidade | 16:48

Minissérie 'A Muralha' será reprisada pelo Canal Viva

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Letícia Sabatella e Tarcísio Meira numa cena de "A Muralha",

O Canal Viva ainda nem colocou a minissérie “Sex Appeal” no ar, mas já definiu sua substituta. Depois que a produção que revelou Luana Piovani, Camila Pitanga e Carolina Dieckmann sair do ar, será a vez de “A Muralha” ocupar a faixa de minisséries da emissora de TV paga. Estrelada por Leandra Leal, Letícia Sabatella, Leonardo Brício e Tarcísio Meira, a produção bateu recordes de audiência na época. Escrito por Maria Adelaide Amaral, o folhetim deve começar a ser reexibido a partir de 15 de março, às 23h45.

Baseada na obra homônima de Dinah Silveira de Queiroz, a minissérie conta a saga dos bandeirantes, pioneiros no desbravamento do território brasileiro. Com 51 capítulos, foi exibida em 2000 pela Globo como parte dos eventos comemorativos do aniversário de 500 anos do descobrimento do Brasil.

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 Novidade | 14:43

Canal Viva define o dia da estreia de 'Brasil Legal'

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Como a coluna havia anunciado, o “Brasil Legal”, de Regina Casé, será reprisado pelo Canal Viva. Faltava apenas definir a data. Não mais. A emissora de TV paga bateu o martelo e resolveu exibir o programa toda sexta-feira, a partir do dia 25, às 21h. A atração substituirá o humorístico “Sexo Frágil”.

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 Novidade | 15:04

'Brasil Legal', com Regina Casé, será reprisado pelo Canal Viva a partir de março

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Regina Casé na época das gravações de "Brasil Legal"

O Canal Viva já escalou mais uma re-estreia de atração exibida pela Globo para sua grade de programação. Apresentado por Regina Casé entre 1995 e 1997, o programa “Brasil Legal” deve voltar ao ar a partir de março. Falta apenas definir o dia e o horário exatos. A atração rendeu altos índices de audiência na época em que originalmente exibida e percorria todo o país em busca de personagens interessante. Foi esta produção que revelou, por exemplo, Tom do Cajueiro, um jovem guia que trabalhava no maior cajueiro do mundo, em Natal, e chegou a participar de vários programas na Globo.

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