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terça-feira, 30 de agosto de 2011 Bastidores, Novidade | 15:44

Gloria Maria será apresentadora do especial de Roberto Carlos em Jerusalém

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Gloria Maria: dobradinha com o Rei Roberto Carlos na TV

Gloria Maria emplacou mais um trabalho além das reportagens – ótimas, por sinal – que faz para o “Globo Repórter”. A jornalista foi convocada pela Globo para ser a apresentadora do especial de Roberto Carlos que será gravado em Jerusalém no dia 7 de setembro. O programa, que terá imagens captadas em 3D pelo diretor Jayme Monjardim, será exibido em 10 de setembro, logo após “Fina Estampa”.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011 Bastidores, Novidade | 07:40

Saiba como será o especial da Globo que Roberto Carlos gravará em Jerusalém

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Roberto Carlos pretende cantar uma música em hebraico na Terra Santa

Está praticamente tudo acertado para a gravação do especial de Roberto Carlos em Jerusalém que a Globo vai exibir. O diretor Jayme Monjardim embarca nesta segunda-feira (29) para Israel para afinar os últimos preparativos e o projeto do palco já foi finalizado. Ele terá 14 metros de altura, 40 metros de profundidade e custou a bagatela de R$ 600 mil. A expectativa é que um público de que cerca de 6 mil pessoas assistam ao show, que ocorrerá no dia 7 de setembro, será captado em 3D e exibido no Brasil no dia 10. O investimento é de gente grande: são 300 pessoas envolvidas na produção do espetáculo.

Além de vetar canções mais “ousadas”, como “Côncavo e Convexo”, o cantor planeja fazer uma surpresa no repertório: o Rei cantará em hebraico uma canção popular na Terra Santa, chamada “Jerusalém de Ouro”, e já a ensaiou com um coral. Há, no entanto, quem defenda que ele se atenha apenas às músicas em português, para não causar um mau estar diplomático, uma vez que por lá muitos também falam árabe. Explica-se: “Jerusalém de Ouro” endossa o estado de Israel e poderia desagradar uma parcela considerável de habitantes da região. Como plano B, a produção busca outra canção hebraica, menos polêmica. Outros idiomas estão incluídos: haverá músicas em espanhol, italiano e inglês já foram colocadas no set list.

Antes da apresentação, no entanto, Roberto gravará pelas ruas da cidade visitando alguns pontos turísticos. Estão previstos trabalhos nos dias 3, 4 e 5 de setembro. No dia, tão logo chegue a Israel, o cantor brasileiro será recebido pelo primeiro ministro Shimon Perez.

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 Crítica | 00:14

Especial da Globo em homenagem a Renato Aragão carrega nas doses de emoção com ares de superprodução

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Renato Aragão e Patrícia Poeta no especial "Nosso Querido Trapalhão"

É quase impossível haver adulto ou adolescente que tenha crescido sem assistir a “Os Trapalhões” ou a pelo menos um filme da trupe – a primeira sessão de cinema da vida deste modesto colunista foi numa produção deles. A possibilidade de haver então um brasileiro que desconheça o nome Renato Aragão é nula. Exatamente por isso a Globo promoveu uma mais que merecida homenagem ao humorista num especial exibido neste domingo (26). O tributo ocorreu por ocasião dos 50 anos de carreira deste gênio do humor nacional, mas poderia ter sido realizado em qualquer ano já que a história de vida do eterno trapalhão é fortíssima. Estava mesmo na hora de se fazer justiça a Didi.

Para fazer bem feito, a emissora não economizou e conferiu ares de superprodução ao especial de final de ano. Encenado sob o formato de docudrama, o programa misturou cenas de ficção a um gentilíssimo depoimento de Renato para a jornalista Patrícia Poeta. Com uma vida tão intensa, não foi necessário focar a trama apenas no período em que fez sucesso ao lado Dedé, Mussum e Zacharias. O espectador pôde acompanhar a trajetória do humorista do nascimento em Sobral, no interior do Ceará, até o sucesso alcançado no Rio de Janeiro.

“Nosso Querido Trapalhão” teve direção delicada e sensível e tornou missão praticamente impossível para quem o assistia não derrubar uma única lágrima. Especialmente nos momentos – numa cena que lembra “A Rosa Púrpura do Cairo”, de Woody Allen, é preciso dizer – em que o astro conta sua experiência com seu ídolo, Oscarito, e quando retratou um acidente de avião do qual Renato sobreviveu, fato até então pouco conhecido de sua história. Da mesma maneira, seus depoimentos sobre os colegas Zacharias, Mussum e Dedé foram tocantes. Não poderia haver maneira mais bonita de encerrar o domingo que não acompanhar o nascimento de um ícone, do dono de um tipo de humor ingênuo e inesquecível, que, antes mesmo de fenômenos como “Tropa de Elite”, já arrastava milhões aos cinemas.

Pode-se dizer, sim, que o especial pisou fundo na emoção, beirando a pieguice. Isto, no entanto, está longe de ser um defeito. Homenagens – quando justas e bem feitas – têm exatamente esta função. Este país tem a tradição de reconhecer seus ídolos apenas após a morte. Está na hora de fazer o contrário. Renato Aragão merece todos os tributos. E os 19 pontos de audiência, segundo prévia do Ibope, que garantiram a liderança absoluta para a Globo no horário provam isso. O Brasil morre de orgulho de seu eterno e querido Trapalhão.

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010 Crítica | 00:07

Especial de Fiuk e Fábio Jr. erra ao ficar justificando o sucesso do ídolo adolescente

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Fiuk e Fábio Jr.: parceria na televisão

“Eu não tô afim de ser o Fábio Jr. dois. Não tô!”, brada Fiuk em determinado momento do especial “Tal Filho, Tal Pai”, exibido ontem pela Globo. Com grandes chances de virar uma atração na grade fixa do próximo ano da emissora, a ficção com toques de realidade se propõe – em tese – a desvendar um pouco do cotidiano do ídolo teen e esmiuçar sua relação com seu pai. O que se viu, no entanto, foi um subtexto nada sutil, quase como se o ex-protagonista de “Malhação” gritasse aos sete ventos: “posso ser filho dele, mas não faço sucesso por causa dele”.

Para ficar mais clara a ideia, em seu primeiro bloco o especial faz com que uma crítica de música de língua ferina – papel que coube a Alessandra Negrini – compare Fiuk a um chihuahua e afirme que ele não tem talento nenhum. Depois de muita revolta por parte de pai, filho, amigo e namorada, o galã da juventude resolve ligar para a moça e – suprise, suprise – ela o convence a virar roqueiro. Assim, de um jeito para lá de simples, ele muda os rumos da vida e monta uma banda. Daí vale tudo, até mesmo imitar Mick Jagger em frente a TV. Seria bonitinho, não fosse simplório e piegas.

A partir daí, começa a via sacra do mocinho em busca do sucesso sem apadrinhamento. Faz teste para uma banda, arranja empresário charlatão e chega a tocar para meia dúzia de pessoas e ser expulso de bordel. A intenção não é outra que não provar que o talento de Fiuk é genuíno e que ele é esforçado. Sinceramente? Não precisava de um programa inteiro para tanto. O garoto provou que tem potencial tanto na TV, em “Malhação”, quanto no cinema, em “As Melhores Coisas do Mundo”, de Laís Bodansky. Bater insistentemente na mesma tecla é quase como pedir desculpas pelo sucesso. Totalmente desnecessário. Agora, sim, é preciso salientar: Fiuk tem talento, mas ainda pode melhorar muito como ator.

Há bons momentos, claro, como quando Alessandra Negrini faz chacota do figurino pouco discreto do cantor ou quando ele critica o pai pelos muitos casamentos. Os momentos entre Fábio e Fiuk, aliás, são de emoção genuína – descontado o exagero das primeiras e “explosivas” cenas – e de longe compõem as melhores sequências.

Talvez o problema de “Tal Filho, Tal Pai” seja mesmo insistir no óbvio. Todos já estão cansados de saber: as mulheres se jogam tanto em Fiuk quanto em Fábio Jr. Ambos são bonitos e símbolos sexuais e, claro, vivem sendo assediado pelas mulheres. Grande novidade. Não é preciso ser gênio para adivinhar isso. Tornar isso um ponto importante para a atração soa um pouco como “síndrome do gostosão em busca de autoafirmação”. Poderíamos ter passado sem essa.

Fiuk, a gente já entendeu que você é bonito e não se fez em cima do talento do seu pai. Se esse especial entrar mesmo para a grade fixa da Globo em 2011 a gente fica esperando por uma história que vá além do que a gente já sabe e que soe um tantinho menos afetada, tá?

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010 Bastidores, Humor | 14:17

Especial estrelado por Ingrid Guimarães deve entrar para a grade da Globo em 2011

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Ingrid Guimarães será a secretária Val, em "Batendo o Ponto"

A Globo parece ter gostado tanto do resultado do especial “Batendo o Ponto”, estrelado por Ingrid Guimarães, que deve incorporá-lo à grade de programação do próximo ano, provavelmente às quintas-feiras, logo após “A Grande Família”. Já há oito roteiros prontos para serem gravados tão logo a emissora dê sinal verde. Apesar de não haver confirmação oficial ainda, a Globo teria encomendado 23 episódios para entrarem no ar a partir de abril de 2011. O episódio de fim de ano será transmitido no dia 28 deste mês.

A história gira em torno do cotidiano de pessoas do subúrbio que trabalham no escritório de uma fábrica de cola. Além de Ingrid, no elenco ainda estão nomes como Luís Miranda, Pedro Paulo Rangel e Daniele Valente. A direção ficará a cargo de José Lavigne e os roteiros estão sob responsabilidade de Paulo Cursino.

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010 Humor | 10:56

Mesmo com humorista doente, especial de Chico Anysio será levado ao ar pela Globo

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Chico Anysio segue sem previsão de alta

Internado num hospital do Rio de Janeiro e sem previsão de alta, Chico Anysio permanece na grade de especiais de fim de ano da Globo. Segundo se informa, a maior parte de “Chico e Amigos” já foi gravada. Falta apenas uma cena para encerrar os trabalhos. O problema é que não dá para ter certeza de que o humorista se recuperará por completo até o final do mês.

Inicialmente prevista para o dia 29 deste mês, a atração ganhou um pouco mais de tempo e foi adiada para 2 de janeiro. Em seu lugar entrará um dos filmes da saga “Crepúsculo”. “Chico e Amigos” reune nomes como Lima Duarte e Juliana Alves, além dos comediantes que já participam dos quadros humorista no “Zorra Total”. A ideia é fazer com que famosos personagens como Bento Carneiro, Bozó e Alberto Roberto interajam entre si.

Resta torcer pela pronta recuperação de Chico. Dedos cruzados.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010 Da vida real para a ficção | 10:23

Atores serão Chitãozinho & Xororó em especial de fim de ano

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Rodrigo Pasquale e Arlindo Lopes caracterizados como Chitãozinho & Xororó numa gravação

Esta é a primeira imagem de “Nascemos Para Cantar”, especial de fim de ano da Record que vai celebrar os 40 anos de Chitãozinho & Xororó. Prevista para ir ao ar na noite do dia 25, a atração vai misturar realidade e ficção. Ao mesmo tempo em que artistas como Pelé, Leonardo, Sérgio Reis e Ivete Sangalo dão depoimentos sobre a dupla, a história dos dois irmãos vai sendo contada no melhor estilo “Dois Filhos de Francisco”. Quando crianças, Chitãozinho & Xororó serão vividos pelos pequenos Jefferson Alcântara e Geovane Ortega. Já adultos, os cantores vão ser interpretados por Rodrigo Pasquale e Arlindo Lopes.

Jeferson Alcântara e Geovani Ortega serão os cantores quando crianças

A direção do especial ficará a cargo do cineasta André Ristum. A produção é da Gullane Filmes e só prova que a Record também tem seguido a tendência de investir mesmo em conteúdo vindo de fora. Concebido inicialmente para ser uma minissérie, “Nascemos Para Cantar” terá ainda no elenco nomes como Thierry Figueira, Leonardo Vieira, Vanessa Gerbelli e Paulo Gorgulho. Entre as imagens que serão levadas ao ar, estarão algumas gravadas num show que a dupla fez no Via Funchal, em São Paulo, no final de setembro. A apresentação teve participação especial de Daniel, Zezé Di Camargo & Luciano e Bruno & Marrone.

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