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terça-feira, 26 de março de 2013 Bastidores | 06:00

O preço dos humorísticos da Band: anunciar no 'CQC' é mais barato que no 'Pânico'

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A turma do "CQC": intervalo quase R$ 100 mil mais barato que o do "Pânico"

Para o espectador, humorísticos da Band como o “Pânico” e o “CQC” podem parecer equivalentes, mas o mesmo não pode ser dito pelo mercado publicitário. Isso porque há uma grande discrepância entre o valor cobrado por 30 segundos de intervalo comercial nos dois programas. E quem sai perdendo é a atração comandada por Marcelo Tas.

O preço de tabela de um segmento de meio minuto exibido nacionalmente no “CQC” custa R$ 137.045,00. Já no “Pânico”, que vai ao ar nas noites de domingo, horário mais concorrido, o mesmo espaço não sai por menos de R$ 225.500,00. O valor cai um pouco mais no caso das reprises nas noites de sexta, mas ainda assim segue superior ao dos colegas de empresa: R$ 165.745,00.

O “CQC”, no entanto, vale mais do que o “Mulheres Ricas”, que ocupou seu horário nas férias e cobrava cerca de R$ 95 mil pelo mesmo espaço de tempo.

O humorístico de Emílio Surita ocupa atualmente o posto de segunda produção mais cara da emissora. Perde apenas para o “Jornal da Band”, que cobra cerca de R$ 3 mil a mais por 30 segundos. Cada segmento sai por R$ 228.820,00.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013 Bastidores | 06:00

Mesmo em terceiro lugar, 'Programa do Gugu' tem um dos intervalos comerciais mais caros da Record

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Gugu Liberato: apresentador está entre os que mais dão lucro à Record

Não se pode negar o talento de Gugu Liberato como comunicador. Mas foram-se os tempos em que o apresentador disputava a liderança dos domingos em pé de igualdade com a Globo. Nos últimos meses, a disputa tem sido pela vice-liderança com o SBT, sua antiga casa. Na última semana, por exemplo a atração do loiro perdeu por 7 a 6 pontos para o “Eliana”. Mesmo assim, o “Programa do Gugu” tem um dos intervalos comerciais mais caros da Record.

Para se ter uma ideia, um anúncio de 30 segundos na atração não sai por menos de R$ 282 mil – em preço cheio, salvos descontos negociados com as agências. No quesito valor, o dominical perde apenas para o “Domingo Espetacular”, que cobra R$ 362 mil pelo intervalo.

Como base de comparação, a minissérie “José do Egito”, alvo de grandes investimentos da emissora, vende cada 30 segundos por R$ 208 mil, um preço mais modesto. Outras atrações do domingo também custam mais barato, caso do “Tudo a Ver”, cujo anúncio sai por cerca de R$ 72 mil.

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013 Bastidores | 10:25

'Pânico' e jornal noturno têm os intervalos comerciais mais caros da Band. Saiba quanto custa anunciar no canal

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A equipe do "Pânico": programa está entre os intervalos mais caros da Band

A ida do “Pânico” para a Band no ano passado não demorou para se tornar uma grande jogada comercial. Um dos programas de maior audiência da emissora, o humorístico, que atualmente reprisa seus melhores momentos durantes as férias da equipe, é uma das atrações que possuem o intervalo comercial mais caro da emissora. Para se ter uma ideia, um spot de 30 segundos veiculado nacionalmente durante a produção custa a bagatela de R$ 225,5 mil. É o segundo valor mais alto da tabela da emissora referente ao mês de janeiro enviada às agências de publicidade.

O humorístico perde apenas para o “Jornal da Band”, considerado de audiência mais qualificada. O anúncio de 30 segundos sai por nada mais, nada menos, que R$ 228,8 mil. O valor é bem superior ao do esperado reality show “Mulheres Ricas”, que estreia nesta segunda-feira (7) e tem cada 30 segundos vendidos a R$ 95,2 mil, mesmo valor de “O Mundo Segundo os Brasileiros” e “The Walking Dead”.

Em terceiro lugar na tabela vem o futebol, por módicos R$ 209,2 mil, seguido pelo “Brasil Urgente”, que sai por R$ 140,5 mil.

Entre as atrações que custam menos estão o “Primeiro Jornal” – R$ 8,8 mil – e o “Band Kids” – R$ 13,8 mil. Já novidades da programação como “Os Simpsons” saem por cerca de R$ 70 mil, mesma quantia pela qual se pode adquirir um intervalo do “Agora É Tarde”.

Apesar de parecerem expressivos, os números não são absurdos. Como base de comparação, um comercial de 30 segundos nos breaks de uma novela das nove não saem por menos de R$ 450 mil.

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sexta-feira, 2 de setembro de 2011 Crítica, Em cena | 09:10

Nunca os artistas tiraram tanto sarro de si mesmo nos intervalos comerciais

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Ricardo Macchi em propaganda com Dustin Hoffman: sem constrangimento

Rir de si mesmo é uma virtude, mas até os últimos tempos era algo bem raro de se ver na televisão. A julgar pela atual safra de comerciais que está no ar, esta época chegou ao fim. Nunca tantas celebridades se submeteram a papéis tão, digamos, inusitados nas propagandas que estão sendo veiculadas atualmente. A lista só aumenta: primeiro veio o jogador de futebol Túlio Maravilha. Depois, o cantor Biafra, o lutador Anderson Silva e agora o ator Ricardo Macchi. Em todas, os  famosos viram alvo de piada por alguma característica peculiar.

No caso do campeão do UFC, por exemplo, um rapaz imita sua voz fina enquanto está numa lanchonete. Com Byafra, o alvo é sua música “chiclete”. Num comercial sobre seguro de carros, o ladrão abandona o automóvel roubado depois de ouvir os agudos do artista. “Vai que seu carro não vem com o Byafra cantando”, diz a peça publicitária. Houve quem ficasse constrangido por ele. Byafra, no entanto, não se mostrou nem um pouco incomodado. Chegou a declarar, inclusive, que passou a fazer mais shows depois disso.

Marcado pela criticadíssima atuação como Cigano Igor em “Explode Coração” (1995), Ricardo Macchi pode ter partido do mesmo princípio. Afinal, desde 2009, quando “Os Mutantes”, da Record, chegou ao fim, a carreira do ator não andou exatamente bem das pernas. Ainda que tenha evoluído desde 1995, Macchi ainda sofre com o preconceito. E ainda assim aceitou participar do comercial de um automóvel compacto, dividindo os holofotes com Dustin Hoffman. Propositalmente, ele carrega na canastrice para depois o narrador dizer: “Pra ser um atorzão não precisa ser grande”. Em entrevista o iG, Macchi afirmou não achar a propaganda pejorativa. Talvez o que ocorreu com Byafra possa se repetir com o ator e ele passe a ganhar mais papeis relevantes – isso para não falar no cachê que deve ter sido polpudo. Ainda assim, não há como ignorar um certo desconforto no espectador, que se compadece de ver artistas quase humilhados na TV.

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