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sexta-feira, 28 de outubro de 2016 Briga pela audiência, Jornalismo | 14:00

“Cidade Alerta” recupera audiência pós-Olimpíada

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cidade alerta marcelo rezendeMarcelo Rezende
conseguiu retomar a audiência do “Cidade Alerta” após a Olimpíada do Rio de Janeiro. O telejornal, que em agosto ficou com média de 7,9 pontos, chegou a 8,5 em setembro e acumula até a última quarta-feira (26) 8,6 pontos de média em outubro, igualando seu recorde do ano, de junho.

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segunda-feira, 9 de maio de 2016 Estreia, Jornalismo, Programa | 13:30

Luciano Faccioli estreia programa na RedeTV! e promete fugir do policialesco: “Deixa o Datena e o Rezende se digladiarem”

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(Foto: Artur Igrecias/ Divulgação RedeTV!)

Luciano Faccioli fala seu bordão no programa “Olha a Hora” (Foto: Artur Igrecias/ Divulgação RedeTV!)

Luciano Faccioli ocupa a partir desta segunda-feira (9) o horário de João Kleber na RedeTV!. O apresentador deixou o “RedeTV News” para apresentar  o “Olha a Hora”, bordão que empresta ao nome do programa, no ar das 17h às 19h15. Ele explica que o formato da atração e garante não explorar o sensacionalismo como seus concorrentes no horário.

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quarta-feira, 19 de junho de 2013 Crítica, Jornalismo | 04:21

Mesmo com âncoras atrapalhados, telejornais populares saem na frente na cobertura de onda de protestos

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Marcelo Rezende: erros geográficos e brigas com a equipe

“Virou um sururu na casa de Noca”. Dita assim, esta frase não parece ter sido dita de um jornalista durante momentos de tensão na cobertura da onda de protestos pelo país. Mas, acredite, ela saiu da boca de Marcelo Rezende, apresentador do “Cidade Alerta”, da Record. Desde o início das manifestações criadas pelo Movimento Passe Livre, o âncora viu a audiência de seu programa subir. O índice, que orbita em torno dos 9 pontos, na última terça-feira (18), chegou a picos de 15. E muito disso se deve à maneira peculiar com que o apresentador narra os fatos.

O espectador menos acostumado por ficar tonto tamanha é a, digamos, empolgação do jornalista, que alterna entre câmeras com rapidez e mais parece narrador de futebol ao falar sobre os conflitos. Falta só gritar gol. Por exigir tanto de sua equipe técnica, Rezende acaba brigando no ar com operadores de vídeo e áudio e repórteres. “Vamo, meu filho, eu já falei. O que é que tá demorando? Quem não fica agoniado desse jeito?”, reclama com alguém que opera a mesa de edição. Não por acaso, ele batizou a câmera do helicóptero da atração de “lente nervosa”. O jornalista demanda tanto que ordena, inclusive, em quais áreas ela deve focar. Por ser tão ansioso, acaba cometendo deslizes. Na segunda-feira (17), ao ver a massa de manifestantes na boca de um túnel, anunciou que estavam na Avenida Paulista. Na verdade, estavam nas imediações da Avenida Brigadeiro Faria Lima.

Leia também: Temendo por repórteres e repercussão de cobertura, Globo explica postura no “Jornal Nacional” e retira marca de microfones

O jeito reclamão acaba por vitimizar também repórteres. Ao chamar Fabiana Panachão num link ao vivo direto do Centro de São Paulo, Rezende resolveu dar uma aula à profissional, que estava visivelmente nervosa com o tumulto ao seu redor. “Alguém avisa que quanto mais calma ela falar, melhor! Fabiana, não dispute com o povo que está falando alto. Fale devagar e com calma”. E completou: “Como ninguém orienta, eu oriento”. Pouco depois, percebendo o medo da repórter com a multidão que começava a depredar a Prefeitura, o âncora voltou ao catequismo: “Fica calma, não tenha medo. Se grito superasse tudo o leão não era o rei da selva, era o elefante”. Fato é que Fabiana estava mesmo numa selva e teve de sair fugida do local quando atearam fogo num carro da emissora. Pelo visto, ela tinha mesmo razões para estar nervosa.

O método empregado por Rezende parece agradar ao público. Seus relatos são repletos de frases feitas ou engraçadinhas. “Se o Haddad fosse jogador de basquete, ele jogava a bola na sexta e a bola ia cair só no domingo, de tão lento que ele é”, disse em dado momento.

Datena: saia justa em enquete com e almoço com o prefeito negado

Principal concorrente de Rezende no horário, Jose Luiz Datena parece viver tempos de maior calmaria com o “Brasil Urgente”. Há dias faz questão de ressaltar que a grande massa dos protestos é de gente de bem. Diz admirar Dilma e elogiou sua postura no discurso feito na última terça. A simpatia, no entanto, não parece se estender a Fernando Haddad. Ao ser informado por sua produção que o prefeito de São Paulo não entraria no ar para uma entrevista por telefone, o âncora resolveu abrir segredos. “Fui convidado para almoçar com ele e não fui. Agora não precisa me convidar mais!”. Antes de receber a negativa, porém, apelou ao político dizendo que ele poderia falar o que quisesse se entrasse ao vivo no programa: “Estou aberto até a ser xingado”.

Com índices em torno dos 7 pontos, pelo segundo dia seguido Datena estendeu seu horário na emissora e entrou em edição extraordinária após o “Jornal da Band”, no lugar do espaço vendido à igreja. Nesse momento, pareceu mais empolgado e usou do mesmo truque do seu rival: exibiu à exaustão imagens de vândalos tocando fogo no carro da Record ou saqueando lojas. Um dia antes, o âncora se viu numa saia justa ao abrir enquete com espectadores. Mudou no ar a pergunta “Você é a favor de protesto com baderna?” ao ver que o resultado lhe desagradava.

Datena e Rezende podem ser alvo de crítica de quem não está acostumado com suas abordagens de casos como estes, mas o fato é que é preciso certo traquejo para comandar coberturas ao vivo por horas a fio. E eles têm, cada um ao seu modo. No “SPTV”, por exemplo, Carlos Tramontina pareceu um pouco desconcertado com as notícias de última hora, que certamente alteraram o roteiro de seu telejornal. Por vezes gaguejou ou mostrou hesitação.

Em tempos como estes, é compreensível que as emissoras dediquem espaço maior à exploração do assunto. Torna-se impossível não perceber as discrepâncias entre as coberturas jornalísticas quanto à forma e ao conteúdo retratados em seu noticiário. No ar por mais tempo que os telejornais “tradicionais”, os ditos populares parecem lucrar e explorar mais intensamente os conflitos. Isso nem sempre significa, no entanto, que eles saiam sempre na frente de outro tipo de concorrência. Por volta das 22h30, enquanto Datena repetia imagens dos saques no Centro, bombas explodiam na Bela Vista, um bairro próximo, com direito à Tropa de Choque reprimindo manifestantes. Curiosamente, nenhum canal mostrou o que ocorria ao vivo. Coube a um jornalista à paisana abrir seu celular e transmitir tudo em tempo real para as redes sociais. Mais de 20 mil pessoas assistiram a tudo simultaneamente, inclusive o momento em que ele questionou um policial que havia retirado sua identificação. São novos tempos. Não é à toa que até o “Jornal Nacional” teve de se explicar para os espectadores esta semana.

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012 Crítica, Jornalismo | 03:36

Record erra ao tentar redimir Guilherme de Pádua, assassino confesso, em rede nacional

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Guilherme de Pádua: entrevista na Record

Liberdade de imprensa é princípio fundamental para que seja feito bom jornalismo. Mas é preciso fazer uso bem arrazoado dela. Levada ao ar sem grande alarde, a entrevista com Guilherme de Pádua, assassino confesso da atriz Daniela Perez, no “Domingo Espetacular” traz em si um questionamento inevitável acerca da utilização deste recurso. Durante cerca de 42 minutos, o que se viu no ar foi uma tentativa de – pondo numa analogia simples – transformar bandido em mocinho.

O ex-ator e atual missionário evangélico deu sua versão para um crime já esclarecido e fez insinuações passados vinte anos sobre o caso. Afirmando não querer sofrer um processo, Pádua diz que algumas pessoas não querem ter “a intimidade” exposta. Chama atenção, no entanto, que ele tenha feito isso trazendo de volta à lembrança dos brasileiros um homicídio terrível como este. Dando uma versão que contradizia o julgamento, o entrevistado tentou reconstituir o crime pondo-se na posição de um coitado. Queixou-se de que sofreu muito e levou “até cuspida na cara”. Afirmou que já cumpriu tudo o que deveria à Justiça. Esqueceu-se apenas de uma coisa: o passado não se apaga. A dor de Gloria Perez não diminuirá. Daniela Perez não vai voltar.

O que se viu no “Domingo Espetacular” foi uma maneira absolutamente equivocada de lembrar um acontecimento que chocou um país. A dor de uma mãe e do marido na época, o suposto sofrimento de um filho de dois condenados à prisão – hoje com 19 anos -, todas essas facetas foram ignoradas. Raul Gazolla e Gloria Perez não foram ouvidos. Apenas a outra ré no processo, Paula Thomás, foi procurada – à revelia, diga-se. Pareceu tudo uma grande tentativa de tentar redimir um assassino confesso. Soou como uma jogada barata por audiência, da qual Ratinho, que tentou há dois anos usar do mesmo expediente, deve arrepender-se até hoje. Para pedir perdão ninguém precisa aparecer em rede nacional. Sensacionalismo desnecessário.

A Justiça já falou. Não há mais nada para ser esclarecido. Tudo o que Guilherme de Pádua poderia dizer à imprensa foi dito antes de seu julgamento. Tudo o que a Justiça teve de ouvir, já ouviu. Há que se respeitar a dor de Gloria Perez. Ela, sim, tem muito a dizer sobre crimes bárbaros e deve servir de exemplo a quem sofreu dores parecidas.

ATUALIZAÇÃO: Segundo dados do Ibope, a entrevista com o ex-ator deixou a Record na liderança por 24 minutos consecutivos. Durante o tempo em que a conversa foi exibida, o “Domingo Espetacular” marcou 16 pontos, com pico de 17. Na média geral, obteve 12 pontos de média. Mas a que preço?

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quinta-feira, 16 de agosto de 2012 Em cena, Jornalismo | 00:41

Saia Justa: Entrevistado pela Record, advogado do ex-goleiro Bruno agradece à Globo, ao vivo. Assista

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Marcelo Rezende e o repórter Carlos Viana, da Record, passaram por uma saia justa, ao vivo, no “Cidade Alerta” desta quarta-feira (15). Enquanto entrevistavam Rui Pimenta, advogado do ex-goleiro Bruno, por meio de um link, os jornalistas tiveram de ouvir um elogio à cobertura das Olimpíadas.

O convidado encerrou a conversa da seguinte maneira: “Bruno será solto e com certeza, a primeira entrevista dele será feita no seu problem…programa. Após a libertação dele, em homenagem a esse talento administrativo da Rede Globo, a quem eu congratulo em nome de todos brasileiros”. O advogado só esqueceu que estava ao vivo na Rede Record, e não na concorrente. Assista no vídeo abaixo:

É a segunda vez que a record cita a Globo sem querer. Na abertura das Olimpíadas, Ana Paula Padrão confundiu o título dos telejornais e lembrou da antiga emissora.

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segunda-feira, 4 de junho de 2012 Briga pela audiência, Jornalismo | 19:15

Volta do 'Cidade Alerta' deixa Record em segundo lugar e vence 'Brasil Urgente', da Band

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Marcelo Rezende: estreia na vice-liderança

Colocado no ar sem aviso, o “Cidade Alerta”, agora comandado por Marcelo Rezende, levantou a audiência da Record. Segundo dados prévios do Ibope, o jornalístico marcou 6 pontos de média, um número 40% maior do que a Record registrou na segunda-feira passada, e garantiu a vice-liderança. O pico da atração foi de 8 pontos. No mesmo horário, a Globo liderou com 14,3 pontos. A Band marcou 4,6 pontos e o SBT 5,4.

No confronto direto com o “Brasil Urgente”, da Band, das 17h às 18h18, a Record venceu por 6 pontos a contra 5, do policial comandado por José Luiz Datena.

No ano passado, quando Datena trocou de emissora, sua estreia no mesmo programa marcou 10 pontos de média.

Atualização: Por meio de sua assessoria, a Band contesta os dados fornecidos pela Record e afirma que houve empate entre as duas atrações. Segundo a emissora, no confronto direto ambas marcaram 5,5 pontos, com 11,3%. Portanto, ambas dividiram o segundo lugar de audiência. O desempate – se houver, de fato – se estabelecerá pelos números consolidados, que saem nesta terça-feira (5).

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sexta-feira, 1 de junho de 2012 Bastidores, Bomba, Jornalismo | 13:18

'Cidade Alerta' volta ao ar na Record na segunda-feira (4) com Marcelo Rezende

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Marcelo Rezende: programa diário

A Record está de olho nos índices de audiência que José Luiz Datena vem conseguindo com o “Brasil Urgente” e quer acabar com a farra. Sem aviso, a emissora colocará de volta ao ar, na próxima segunda-feira (4), o “Cidade Alerta”, atração que o apresentador da Band abandonou no ano passado. Para comandar o programa policial, o canal convocou Marcelo Rezende.

A ideia é que alavanque o horário noturno, entregando com bons índices para “Rebelde”. Detalhe: o horário é o praticamente mesmo que será ocupado pelo novo programa diário de Rodrigo Faro.

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segunda-feira, 6 de junho de 2011 Briga pela audiência, Jornalismo | 14:14

Novo programa de Marcelo Rezende deixa Record em segundo

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Marcelo Rezende: estreia na vice-liderança

Parece ter dado certo a estratégia de reestrear o “Repórter Record” nos fins de domingo para bater de frente com o “Pânico na TV” e o “Programa Silvio Santos”. A atração comandada por Marcelo Rezende conquistou a vice-liderança isolada e chegou a ficar em primeiro lugar por 15 minutos. Na média geral, o jornalístico marcou 12 pontos com picos de 14, segundo a prévia do Ibope. No mesmo horário, a Globo ficou em primeiro lugar com 14 pontos. Em terceiro e quarto lugares vieram o SBT, com 9,5 pontos, e a Rede TV!, com 8 pontos, respectivamente.

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