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Posts com a Tag minissérie

segunda-feira, 12 de setembro de 2016 Seriado, Vem Aí | 09:00

“Supermax”: Globo libera 11 episódios de uma vez primeiro na internet

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Pela primeira vez uma série da Globo poderá ser vista quase inteira na internet antes da TV. Emissora libera “Supermax” no Globoplay. Saiba detalhes:

Erom Cordeiro, Mariana Ximenes, Fabiana Gugli e Cléo Pires estão em "Supermax" (Fotos: Estevam Avellar/Globo)

Erom Cordeiro, Mariana Ximenes, Fabiana Gugli e Cléo Pires estão em “Supermax” (Fotos: Estevam Avellar/Globo)

A Globo resolveu ousar para seus padrões e vai liberar 11 episódios da série “Supermax” de uma vez só para serem assistidos primeiro na internet. Eles serão disponibilizados a partir do próximo dia 16, quatro dias antes da estreia na TV, para assinantes da plataforma Globo Play.  

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sexta-feira, 17 de maio de 2013 Novidade | 11:10

Canal Viva vai reprisar a minissérie 'Amazônia'

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Giovana Antonelli na época das gravações de "Amazônia"

O Canal Viva já decidiu que minissérie vai reprisar em breve. Escrita por Gloria Perez, “Amazônia – De Galvez a Chico Mendes” entra no ar em 24 de junho, às 23h10. Ao longo de 55 capítulos originalmente exibidos em 2007, a produção tenta contar a história do Acre ao longo de 100 anos. No elenco, nomes como José Wilker, Alexandre Borgers, Cássio Gabus Mendes, Giovana Antonelli, Christiane Torloni e Vera Fischer.

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terça-feira, 7 de maio de 2013 Bastidores | 13:18

Record adia a produção de minissérie bíblica sobre 'Os Dez Mandamentos'

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Anunciada como próxima superprodução da Record para o começo do ano que vem, a minissérie bíblica “Os Dez Mandamentos” foi adiada. A emissora só pretende exibir o projeto em 2015. Para o início de 2014, entrará no ar uma série que demande menor planejamento e investimento.

Intitulada “Os Milagres de Jesus”, a produção contará histórias independentes com elenco diferente a cada episódio. Estão planejados dezoito capítulos, que devem ser dirigidos por João Camargo. O texto ficará a cargo de uma equipe comandada por Renato Modesto.

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sábado, 2 de fevereiro de 2013 Sobe e desce | 15:54

O legal e o mico da semana – De 27 de janeiro a 2 de fevereiro

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O LEGAL – Alexandre Avancini, diretor de “José do Egito”

Alexandre Avancini, diretor de "José do Egito"

Diretor escolado em cenas de ação e efeitos especiais, Alexandre Avancini fez com que a nova minissérie bíblica da Record desse um banho em todas as outras produções do gênero nos quesitos técnicos. Perto de “José do Egito”, produções como “A História de Ester” parecem folhetins baratos. Houve importantes avanços na fotografia e cenografia. A coluna já fica curiosa para ver como será contada a história de “Vida Bandida”, próxima novela de Carlos Lombardi, que será dirigida por Avancini.

O MICO – O tratamento dispensado por Geraldo Luís à tragédia de Santa Maria

Geraldo Luis transformou o cenário numa boate por causa de tragédia

Já era de se esperar que, com uma tragédia de grandes proporções como a que ocorreu em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, os programas sensacionalistas da tarde pisassem fundo no assunto. Mas Geraldo Luís, do “Balanço Geral”, perdeu a noção ao transformar o cenário numa boate, com direito a gelo seco simulando a fumaça do incêndio. De extremo mau gosto.

Relembre os micos das semanas anteriores

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013 Briga pela audiência, Crítica | 23:14

'José do Egito' garante vice-liderança e mostra que Record melhorou tecnicamente, mas deixa a desejar em outras áreas

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Celso Frateschi numa cena do primeiro episódio de "José do Egito"

Alvo de investimento da ordem de R$ 23 milhões, “José do Egito” segue com a tradição da Record de exibir uma minissérie bíblica todo começo de ano. Com elenco numeroso, a produção teve cenas rodadas no Chile e no Egito e ergueu uma grande cidade cenográfica no RecNov, no Rio de Janeiro. Gravada sob a batuta de Alexandre Avancini na direção, a trama mostra inegáveis melhorias em quesitos técnicos: fotografia interessante, filtro de imagem acertado, iluminação extremamente superior aos outros folhetins da casa. Comparada a predecessores como “A História de Ester”, “José” dá um banho. Abusa de planos longos, utiliza a grua e o travelling com maior segurança – e de maneira menos viciada – que em outra produções inspiradas em histórias da Bíblia.

Dito isso e reconhecidos os méritos de Avancini, a emissora parece ter esquecido que um bom folhetim não se baseia apenas em qualidade técnica de primeira. Há que se ter bom texto e, acima de tudo, boas interpretações. No primeiro quesito, existe um problema. O roteiro de Vivian de Oliveira abusa do didatismo e da redundância. Apesar da acertada decisão de fazer com que os diálogos sejam ditos de maneira coloquial, longe da linguagem rebuscada, houve mais explicação e reiteração que o recomendável. Da mesma maneira, parte do elenco não se mostrou tão confortável em seus papéis quanto se imaginava. O jovem Paulo Nigro, por exemplo, pode ser citado como um dos que acabaram por prejudicar seu personagem numa atuação fraca.

Entre os destaques do primeiro episódio, já pode-se apontar os trabalhos de Marcela Barroso, Caio Junqueira e Ricky Tavares, que dá vida ao protagonista na fase jovem. O mocinho, aliás, ficou em segundo plano no começo da história, um equívoco dos grandes. Diná (Marcela Barroso) de fato tem uma história forte, mas acabou por roubar toda a cena nesse começo de minissérie.

No quesito audiência, a produção manteve a marca de suas antecessoras e garantiu a vice-liderança. De acordo com dados do Ibope, “José do Egito” registrou 13 pontos de média, com pico de 14. Ficou atrás da Globo, que obteve 19 pontos na mesma faixa, com o futebol.

Compare a audiência da estreia de “José do Egito” com a das outras minisséries bíblicas da Record:

“José do Egito” – 13 pontos, com pico de 14

“Rei Davi” – 12 pontos, com pico de 14

“Sansão e Dalila” – 13 pontos, com de 15

“A História de Ester” – 12 pontos, com pico de 14

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013 Bastidores, Em cena, Novela | 06:00

Globo usa atriz contratada da Record em minissérie sobre Luiz Gonzaga

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Roberta Gualda com Chambinho do Acordeon, numa cena de "Gonzaga"

O espectador mais atento deve ter notado um nome que há um bom tempo não aparecia na tela da Globo na abertura da microssérie “Gonzaga – De Pai Para Filho”. Atualmente no ar em “Balacobaco”, a atriz Roberta Gualda surgirá na produção da concorrente da emissora da qual é contratada, a Record.

Obviamente, a artista não poderia fazer trabalho para os dois canais ao mesmo tempo, mas esse caso pode ser considerado uma exceção: “Gonzaga” foi originalmente concebido como filme, só posteriormente adaptado para o formato de microssérie. E, para fazer um longa-metragem, não há impedimento para os atores de qualquer emissora no que diz respeito ao uso de imagem. Na produção, Roberta interpreta a segunda mulher de Luiz Gonzaga, com quem Gonzaguinha, filho do primeiro casamento, vivia às turras.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Bastidores, Novela | 13:49

Record anuncia produção de mais duas minisséries bíblicas

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Ricky Tavares, que vive a fase jovem do protagonista de "José de Egito"

Em coletiva realizada no Rio de Janeiro nesta terça-feira (15), Anderson Souza, diretor de dramaturgia da Record, anunciou que a emissora já planeja a produção de mais duas minisséries bíblicas. Depois da exibição de “José do Egito”, que estreia no dia 30, às 21h30, o canal dará início aos trabalhos da adaptação de “Os Dez Mandamentos” e de um projeto ainda mais ousado: “Os Milagres de Jesus Cristo”. A previsão é que ambas estreiem em 2014 e 2015, respectivamente.

Nos últimos anos, as produções religiosas têm ficado entre as maiores audiências da Record. Com custo milionário, “José” tem no elenco nomes como Ângelo Paes Leme, Bianca Rinaldi, Larissa Maciel, Leonardo Vieira e Samara Felippo.

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013 Bastidores, Novela | 11:06

'José do Egito', nova minissérie bíblica da Record, cobrará mais de R$ 200 mil por anúncio de 30 segundos

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Ângelo Paes Leme e Larissa Maciel numa cena de "José do Egito"

Com estreia prometida para o próximo dia 30, às 21h30, como a coluna adiantou em dezembro, a minissérie “José do Egito” já teve enviado seu plano comercial às agências de publicidade. E, para recuperar o investimento na produção, que contou com viagens internacionais e efeitos especiais, cada anúncio de 30 segundos sairá pela bagatela de R$ 208 mil.

Apesar de expressivo, o valor é menor do que o cobrado por humorísticos como o “Pânico na Band” ou um capítulo de novela das nove da Globo.

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Briga pela audiência, Crítica, Novela | 06:00

Tecnicamente impecável, 'O Canto da Sereia' prende do início ao fim e tem atores em ótimos momentos

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Ísis Valverde, na cena da morte da protagonista de "O Canto da Sereia"

Depois da experiência bem sucedida com “Cheias de Charme”, a Globo entendeu que o flerte com o universo das celebridades se traduz em bons resultados de audiência. Não é surpresa, portanto, que a emissora siga investindo nesse nicho com minisséries como “O Canto da Sereia”, cuja personagem principal é uma cantora de axé. Baseada no livro homônimo de Nelson Motta, a produção investiga ao longo de quatro capítulos as razões que levaram ao assassinato da artista e, claro, planta o mistério sobre a identidade do responsável pelo crime.

A julgar pelo primeiro episódio, a trama será muito bem sucedida. Apoiada em bela fotografia e narrativa fragmentada por meio de flashbacks ou cenas oníricas (caso do momento em que Sereia emula Iemanjá, no mar), a história consegue prender do início ao fim. Tecnicamente, é impecável.

Apesar de pueril (a protagonista assume a posição de paladina da Justiça e acusa um poderoso político de corrupção – ideia já explorada outras vezes, por meio de abordagens diversas), a história é bem amarrada. E conta com interpretações sólidas. Marcelo Médici e Camila Morgado, especialmente, destacaram-se desde as primeiras cenas. Ísis Valverde também conseguiu criar uma protagonista carismática e, aliás, repete o bom desempenho em personagens que aspiram à fama, caso de Rakelly, de “Beleza Pura”, e Suellen, de “Avenida Brasil”.

A audiência também respondeu bem à estreia. De acordo com dados prévios do Ibope, a minissérie marcou 23 pontos de média, índice considerado ótimo pro horário, e liderou com folga. Na mesmo horário, o SBT marcou 8 pontos, seguido pela Record, com 5.

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012 Bastidores, Novela | 13:25

Depois de definir data de estreia, Record muda título de minissérie bíblica

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Ângelo Paes Leme, numa cena de "José do Egito"

A coluna já adiantou que a Record trabalha com o dia de 30 de janeiro, às 21h30, para a estreia de sua próxima minissérie bíblica. Agora chega uma nova informação: a emissora decidiu mudar o título. A partir de agora, a produção se chamará apenas “José do Egito” e não mais “José – De Escravo a Governador”, como vinha sendo divulgado até então. O martelo já foi batido.

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