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terça-feira, 25 de junho de 2013 Briga pela audiência, Crítica, Novela | 00:45

'Saramandaia' estreia com audiência inferior às antecessoras e equívocos de direção

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Vera Holtz, a Dona Redonda, de "Saramandaia"

Quando foi exibida em 1976, em plena ditadura, “Saramandaia” parecia refletir os tempos absurdos pelos quais o país passava. Afinal, assim como os conservadores da época, o poderosos do Brasil eram avessos à mudança. Criada por Dias Gomes, considerado um subversivo pela época da censura, a novela investiu no realismo fantástico e surpreendeu. Todos se assustaram ao ver Dona Redonda (Wilza Carla, na época) explodir ou João Gibão (Juca de Oliveira, então) bater asas e voar sob os céus de Bole Bole.

Curiosamente, o remake escrito por Ricardo Linhares chega num tempo oportuno. Com protestos ocorrendo praticamente todos os dias em vários estados, a trama mostra também um grupo de jovens mobilizados em torno de uma causa: a mudança do nome da cidade. Assim como na versão original, os elementos surreais foram mantidos. Zico Rosado (José Mayer) expele formigas pelo nariz. Seu Cazuza (Marcos Palmeira) quase põe o coração pela boca. O professor Aristóbulo (Gabriel Braga Nunes) transforma-se num lobisomem em noites de lua cheia. Mas tal exotismo foi transformado em algo tão sério, sidudo e comum que perdeu parte da força nesta modernização da história.

Se há equívoco neste remake de “Saramandaia” ele reside em sua direção e também na direção de atores. Planos feitos em estúdio são excessivamente tradicionais e parecem retroceder aos avanços conseguidos por produções como “Cordel Encantado”, “Avenida Brasil” e “Amor à Vida”. Destacam-se tomadas aéreas e o uso de efeitos em câmera lenta ou imagens em movimento no fundo congelado, mas a decupagem é absolutamente careta. Basta ver a sequência em que Vitória (Lilia Cabral) chega de helicóptero. Não se vê ela descer da aeronave e, uma vez que os personagens estão fora dela, as hélices estão paradas. Este é apenas um caso de desatenção, mas problemas do gênero se repetem. Quanto às atuações, o elenco luxuoso parece equivocado ao dar suas falas em tom ultrassério. A trama peca ao não resgatar em produções bem sucedidas como “A Indomada” e “Pedra Sobre Pedra” que bebiam da mesma fontes mas aplicavam sutis mudanças no tom de seus diálogos.

Obviamente, destacam-se nomes como Vera Holtz, Fernanda Montenegro e Leandra Leal. Novos rostos como Sérgio Guizé também se mostram acertos. Outros, como Laura Neiva e Fernando Belo precisam encontrar melhor seus papéis, algo que o tempo certamente permitirá. É prematuro para afirmar que “Saramandaia” pouco oferece de novo, há que se dar alguns capítulos para que as impressões se resolvam. Mas, para a expectativa que gerou, a novela poderia ter oferecido mais.

No quesito audiência, o remake obteve a menor audiência de uma novela das 23h da Globo. De acordo com dados prévios do Ibope, a história registrou média de 27 pontos com pico de 31. As antecessoras “Gabriela” e “O Astro” registraram 30 de média e 35 de pico e 28 de média e 35 de pico, respectivamente.

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terça-feira, 20 de novembro de 2012 Novela, Novidade | 02:28

Globo ganha prêmios em duas categorias do Emmy por 'O Astro' e 'A Mulher Invisível'

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Rodrigo Lombardi, o protagonista de "O Astro"

A semana vai ser de comemoração na Globo. Na noite da última segunda-feira (19), a emissora saiu vencedora de duas categorias do Emmy, mais importante prêmio de televisão do mundo, graças a produções como “O Astro” e “A Mulher Invisível”.

Estrelado por Rodrigo Lombardi e Carolina Ferraz, o folhetim saiu campeão da categoria “Best Telenovela”. O autor Alcides Nogueira e o diretor Mauro Mendonça Filho subiram ao palco para receber o prêmio anunciado pelos atores Marcelo Serrado e a atriz da TV Azteca, Edith González.

Já o seriado protagonizado por Selton Mello, Luana Piovani e Débora Falabella ficou com o troféu na categoria “Comedy”. A estatueta foi entregue pelo ator americano Cheyenne Jackson ao diretor Claudio Torres e ao roteirista Mauro Wilson, durante a cerimônia de gala no Hotel Hilton, de Nova York.

Em 2009, a Globo já havia saído campeã do Emmy com a novela “Caminho das Índias”, curiosamente também estrelada por Rodrigo Lombardi. Já são oito os troféus acumulados pela emissora na premiação.

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012 Briga pela audiência, Novela | 23:23

'Gabriela': Último capítulo marca a mesma audiência da estreia

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Juliana Paes: final feliz em "Gabriela"

Apesar de não reservar grandes surpresas, o último capítulo de “Gabriela” registrou bons números para a Globo. De acordo com dados prévios do Ibope, a novela de Walcyr Carrasco marcou média de 30 pontos e pico de 31 pontos. O número é o mesmo da estreia da trama, em junho, que atingiu 30 pontos. No mesmo horário, SBT ocupou a segunda posição, com 8,7 pontos, seguido pela Record, com 5,9 pontos.

“O Astro”, antecessora no horário, marcou 25,5 pontos no desfecho, mas não foi exibida após a novela das nove, ao contrário de “Gabriela”.

A partir da próxima semana, a Globo passa a exibir outras atrações no horário das 23h, como o seriado “Louco Por Elas” e a nova temporada do “Casseta & Planeta Vai Fundo”. A faixa só ganhará outra novela no ano que vem, quando vai ao ar o remake de “Saramandaia”, de Ricardo Linhares, que deve ter Lilia Cabral e Ricardo Tozzi no elenco.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011 Bastidores, Novela | 09:18

Globo cogita transformar 'Dona Flor e Seus Dois Maridos' em novela das 23h

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O elenco da última adaptação de "Dona Flor" para a televisão

Depois do sucesso de “O Astro”, a Globo segue firme no propósito de investir no horário das 23h para novelas. Tanto é que no próximo ano a emissora pretende levar ao ar duas tramas, uma em cada semestre. E a tendência é que ambas homenageiem o escritor Jorge Amado. Nos bastidores do canal a notícia que corre é que, além da confirmada “Gabriela”, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” tem grandes chances de ser adaptada para a faixa noturna. O centenário do escritor baiano também motivará o lançamento de “Tieta”, estrelada por Betty Faria e exibida em 1989, em DVD.

“Dona Flor” já foi exibida no formato de minissérie nos anos 90 com Edson Celulari, Giulia Gam e Marco Nanini nos papéis principais.

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011 Bastidores, Novela | 11:23

Globo renova contrato com Alcides Nogueira por prazo longo

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Alcides Nogueira será exclusivo da emissora pelos próximos seis anos

Graças à experiência bem-sucedida de “O Astro”, Alcides Nogueira foi chamado pela Globo para renovar seu compromisso de trabalho. O autor assinou contrato de exclusividade com a emissora pelos próximos seis anos e desenvolverá a sinopse de uma nova novela das seis para o próximo ano. O novo acordo tem validade a partir de janeiro, já que o anterior expira em dezembro deste ano. É um belo reconhecimento ao escritor.

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sábado, 29 de outubro de 2011 Briga pela audiência, Novela | 00:47

Último capítulo de 'O Astro' marca três pontos a menos que a novela registrou na estreia

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Mesmo com a revelação do assassino de Salomão Hayalla (Daniel Filho), o último capítulo de “O Astro” marcou três pontos a menos que a estreia. Segundo a prévia do Ibope, o desfecho da trama marcou média de 25,5 pontos de média contra 28 do primeiro episódio. Há que se dizer no entanto que o número de televisores sintonizados no fim era maior: 47% contra 44% registrados há três meses. Para uma sexta-feira, o número não pode ser considerado ruim.

O segredo sobre a morte de Salomão Hayalla chegou ao fim revelando que Clô (Regina Duarte) era a verdadeira assassina. Inácio (Paschoal da Conceição), Nádia (Vera Zimmermann) e Youssef (José Rubens Chachá) também estavam envolvidos no crime.

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Crítica, Novela | 00:26

'O Astro' resgatou os melhores elementos do melodrama e mostrou que Globo deve investir em novo horário

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Amanda se desespera com a morte de Herculano no último capítulo de "O Astro"

Não se pode negar: o remake de “O Astro” surgiu como uma empolgante novidade na teledramaturgia nacional. Num horário próprio para tratar assuntos mais adultos, a novela encontrou caminho livre para ousar. Apesar das cenas de nudez e dos crimes para lá de ensaguentados, o folhetim preferiu se enquadrar no esquema de “novelão”. Não houve tanta ousadia quanto se esperava, é bem verdade, mas sobrou qualidade. A nova versão do folhetim escrito por Janete Clair em 1977 foi encarada pelos espectadores com clima de nostalgia. Em tempos em que dinossauros de computação gráfica e personagens literalmente caem do céu nas histórias da TV, “O Astro” mostrou que o povo gosta mesmo é de um bom melodrama com seus ingredientes mais básicos.

A escolha do elenco foi acertada e trouxe de volta nomes que estavam fazendo falta na televisão, como Daniel Filho e Regina Duarte. Rosamaria Murtinho, Vera Zimmermann, Humberto Martins e Fernanda Rodrigues ganharam papéis que valorizaram seus talentos. Aliás, a revelação de que Clô (Regina) era a verdadeira assassina de Salomão foi uma maneira de reconhecer uma atriz que estava sofrendo com a falta de bons personagens.

Leia também: último capítulo marcou três pontos a menos do que a estreia

Da mesma maneira, o texto não pode passar batido. Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro uniram popular e erudito num texto refinado. Não se pode dizer, no entanto, que “O Astro” foi um sucesso de cabo a rabo. Embora tenha começado de maneira eletrizante, a história se perdeu no desenvolvimento e deixou alguns personagens esquecidos. Alguns atores mereciam ter melhor desenvolvidas suas tramas. Esta novela não foi exatamente inovadora, mas pode ser considerada um grande avanço por resgatar o melhor que o gênero pode oferecer com uma direção esmerada. Que a Globo siga o bom exemplo com o remake de “Gabriela” no que vem.

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sexta-feira, 28 de outubro de 2011 Novela | 23:57

Fim do mistério: Clô é a assassina de Salomão Hayalla no remake de 'O Astro'

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Clô (Regina Duarte): a verdadeira assassina de Salomão Hayalla

O mistério do assassinato de Salomão Hayalla (Daniel Filho), em “O Astro”, chegou ao fim e a promeira conclusão é: a culpa é do mordomo! Mas não somente dele. Coube a Inácio (Paschoal da Conceição) trocar os remédios do milionário. Assim como a coluna havia adiantado, além do mordomo, Nádia (Vera Zimmermann) e Youssef (José Rubéns Chachá) estavam envolvidos no crime. Tentaram, sem sucesso, dar fim ao presidente do grupo Hayalla. Mas o golpe final coube a Clô (Regina Duarte), que se vingou dos maltratos sofridos por ela e pelo filho, Márcio (Thiago Fragoso).

A revelação pode ser encarada como uma espécie de prêmio a Regina Duarte, que chamou a atenção com suas caras e bocas e interpretação irreverente. Uma grande personagem para uma grande atriz com um grande final. Ainda assim, o último capítulo registrou três pontos a menos do que a estreia.

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Novela | 10:59

'O Astro': Cinco grandes destaques da novela

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“O Astro” chega ao final nesta sexta-feira (28) preservando o mistério sobre a identidade do assassino de Salomão Hayalla. Outros finais, no entanto, já foram revelados com exclusividade pela coluna. Agora é a vez de eleger alguns destaques da novela das onze da Globo, que desde já pode ser considerada um grande acerto por ter aberto um novo horário disponível para conteúdos mais adultos nos folhetins.

Vamos aos grandes destaques da trama:

5) Guilhermina Guinle e Humberto Martins

Beatriz e Neco podem ser considerados divisores de águas nas carreiras destes atores. Os personagens tiraram ambos da zona de conforto e lhe permitiram uma exposição difícil de ser enfrentada. Guilhermina teve de se despir em frente às câmeras e dar vida a uma mulher sexualmente liberada sem cair na vulgaridade. Humberto correu o risco de incorrer na caricatura com sua interpretação do malandro sem caráter e passou longe disso. Dois bons trabalhos de composição que roubaram a cena – especialmente quando estavam juntos em cenas de intimidade.

4) O texto refinado

Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro apresentaram ao espectador um texto para lá de refinado e com uma ousadia difícil de se ver na televisão. Alguns dos diálogos foram tirados diretamente de grandes textos da literatura mundial escritos por nomes como Rainer Maria Rilke, Dante Alighieri, Charles Baudelaire, Fernando Pessoa e Luís de Camões. Uma bela união entre o popular e o erudito.

3) Elenco coadjuvante de primeira linha

Fernanda Rodrigues: drama de Jôse chamou atenção

Uma das grandes virtudes de “O Astro” foi montar um time de atores super experiente e com grande carreira no teatro. Não é toda novela que pode contar com nomes incríveis como Selma Egrei, José Rubens Chachá, Paschoal da Conceição, Tuna Dwek, Rafael Primot e Vera Zimmermann. Além disso, nomes como Fernanda Rodrigues surpreenderam. A atriz roubou a cena durante os momentos de drama de Jôse.

2) A volta de Regina Duarte

Há tempos Regina Duarte merecia um papel que reconhecesse sua história na teledramaturgia brasileira. A atriz andou um tempo esquecida pelos autores, mas voltou em grande estilo. Clô é uma personagem que desperta amor e ódio, que divide opiniões. Da mesma maneira que a interpretação de Regina, que está longe de ser uma unanimidade, mas não passa batida de maneira alguma. A atriz se saiu muito bem, sim. A viúva de Salomão Hayalla é uma mulher passional, exagerada, e merece todas as caras e bocas que Regina criou para ela.

1) Rodrigo Lombardi e Carolina Ferraz

Para sorte dos espectadores, esse casal de protagonistas tinha química. E que química! Desde o primeiro capítulo dava para sentir a eletricidade entre Herculano e Amanda. Rodrigo Lombardi e Carolina Ferraz conseguiram não cair na mesmice dos pares românticos tradicionais das novelas e mantiveram-se no foco da trama durante todos os capítulos. Os atores fizeram por merecer a boa aceitação dos personagens. Agora é torcer para que sejam felizes para sempre na ficção.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Bastidores, Novela | 15:00

Clô, Nádia ou Youssef: qual deles matou Salomão Hayalla, em 'O Astro'? Veja todos os finais da trama

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Clô (Regina Duarte): uma das principais suspeitas do crime

O mistério sobre o assassinato de Salomão Hayalla (Daniel Filho) chega ao fim nesta sexta-feira (28) em “O Astro”, mas as apostas sobre a identidade do assassino já correm soltas no Projac. A coluna teve acesso ao último capítulo da trama, que possui 10 cenas secretas – 9 delas referentes à morte do milionário – e aposta: o criminoso deve estar entre Clô (Regina Duarte), Nádia (Vera Zimmermann) e Youssef (José Rubéns Chachá). Tudo porque, de todos os personagens listados no último roteiro recebido pelo elenco, estes são os únicos a não ter final definido. O mordomo Inácio (Paschoal da Conceição) aparece em algumas sequências, mas sem fim definido. Também não pode ser totalmente descartado. Obviamente, a Globo pode promover mudanças em cima da hora no capítulo para evitar que o segredo vaze antes da hora e surpreender a todos.

Nos bastidores, comenta-se que os personagens Henri, Nádia, Youssef, Amin, Jamile, Miriam, Assunção, Inácio, Clô, Magda, Samir e Neco estão envolvidos na reconstituição do homicídio.

Como a coluna adiantou com exclusividade, alguns finais já foram definidos. São eles:

– Depois de sequestrar Nina (Juliana Paes), Samir (Marco Ricca) será preso ao ficar entalado na janela de um motel;

– Vivendo em outro país como assessor de um político, Herculano (Rodrigo Lombardi) reencontra Amanda (Carolina Ferraz), mas se joga na frente dela para protegê-la de tiros disparados por rebeldes e acaba desacordado – em seguida há a última cena secreta;

– Expulsa de casa por Clô (Regina Duarte), Magda (Rosamaria Murtinho) se mata;

-Ameaçando deixar Lili (Alinne Moraes) desfigurada por um maçarico, Neco (Humberto Martins) morrerá com um tiro disparado por Consolação (Selma Egrei);

– Amin (Tato Gabus Mendes) será abandonado por Jamille (Carolina Kasting);

Márcio Garcia gravou com Juliana Paes uma participação especial

– Beatriz (Guilhermina Guinle) continuará trabalhando no grupo Hayalla e recepcionará o novo diretor (Márcio Garcia, numa participação especial), que flerta com Nina;

– Já Márcio (Thiago Fragoso) e Lili serão felizes para sempre.

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