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sexta-feira, 1 de abril de 2016 Crítica, Novela | 07:00

Atores ganham espaço, mostram talento e brilham em “Velho Chico”

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Renato Góes tem chamado a atenção como Santo (Foto: Reprodução)

Renato Góes tem chamado a atenção como Santo (Foto: Reprodução)

Fabiula Nascimento emociona como Eulália (Foto: Reprodução)

Fabiula Nascimento emociona como Eulália

As primeiras semanas de “Velho Chico” têm sido um presente para o telespectador e para vários atores. Sob a direção impecável de Luiz Fernando Carvalho, eles ganharam a oportunidade de brilhar na história que, acertadamente, veio transportar o público para um Brasil que há muito tempo não era visto no principal horário da televisão e, quiçá, muitos esqueceram que existia.

Fabíula Nascimento, que já havia se destacado em novelas como “Avenida Brasil” e “I Love Paraisópolis”, vive seu auge televisivo até agora com Eulália – digna de todos os aplausos na cena em que descobre ter perdido o marido, o capitão Ernesto (Rodrigo Lombardi). Impossível desviar os olhos da tela e não ser tocado pelo sentimento da personagem.

(Foto: Reprodução)

Chico Diaz e Renato Góes ganham destaque

Com Belmiro, Chico Diaz finalmente ganhou um papel grande na TV. Renato Góes é outro que coube como uma luva para a atual fase de Santo. O ator, que apareceu na TV fazendo a versão jovem de Lance (Marcos Pasquim) em “Pé na Jaca” (2006/2007), soube dosar masculinidade, simplicidade e determinação na composição do personagem e tem dominado as sequências em que aparece.

Quem via Selma Egrei em pornochanchadas como “Emanuelle Tropical” ou “Mulheres do Cais” nos anos 70 talvez nem imaginasse seu talento. Na pele de Encarnação, a atriz – que tinha chamado a atenção na série “Sessão de Terapia”, do canal GNT – vem desde o primeiro capítulo ganhando fãs noveleiros.

Rodrigo Santoro na pele de Afrânio e Selma Egrei como Encarnação, mãe dele (Foto: Reprodução)

Rodrigo Santoro na pele de Afrânio e Selma Egrei como Encarnação, mãe dele (Foto: Reprodução)

 

Tarcísio Meira como o coronel Jacinto

Tarcísio Meira como o coronel Jacinto

Alguns veteranos voltaram com destaque. Como já dito aqui, mesmo com outros pontos positivos Tarcísio Meira roubou o primeiro capítulo para si como o coronel Jacinto. Fora das novelas desde 2003, Rodrigo Santoro não podia ter feito melhor escolha que “Velho Chico” para voltar ao gênero. Com um bom personagem (Afrânio), o ator vem deixando com essa participação, além dos suspiros pelas cenas de nudez, o gosto de dever bem cumprido.

Outros atores vem se destacando e mais alguns prometem fazer o mesmo na próxima fase. Quem até agora tem chamado a sua atenção? Escreva nos comentários!

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segunda-feira, 21 de março de 2016 Crítica, Novela | 07:00

Espetáculo visual, “Velho Chico” obriga o telespectador a olhar para a TV

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Rodrigo Santoro aceitou voltar para as novelas após 13 anos para fazer a trama

Rodrigo Santoro aceitou voltar para as novelas após 13 anos para fazer a trama

“Velho Chico” está no ar há uma semana enchendo os olhos de quem liga a TV na Globo por volta de 21h15. O diretor Luiz Fernando Carvalho – que alterna sucessos como “O Rei do Gado” com trabalhos não compreendidos pelo público, como a minissérie”A Pedra do Reino” – renovou a estética do horário ao repetir a parceria com o autor Benedito Ruy Barbosa. Esta primeira fase é um espetáculo, sobretudo, visual.

Produção de Velho Chico impressiona pelo esmero

Produção de “Velho Chico” impressiona pelo esmero nesta primeira fase

O esmero nas cenas é notado no figurino, fotografia, iluminação, cenografia e, claro, na interpretação dos atores. Só para citar alguns, Tarcísio Meira mostrou que aos 80 anos continua em ótima forma, dominando o primeiro capítulo. Selma Egrei é outra a ter a chance de por à prova seu talento na pele de Encarnação. A novela trouxe ainda Rodrigo Santoro de volta ao formato após 13 anos – a última que participou havia sido “Mulheres Apaixonadas” (2003).

A história em si não traz novidades: um romance proibido que atravessa gerações no interior do Brasil, com disputa de terras entre famílias rivais – mote idêntico ao de “O Rei do Gado”, de 20 anos atrás, da mesma dupla (e, diga-se de passagem, também com uma primeira fase impecável). Cada cena é produzida de forma tão saborosa que o texto acaba ficando em segundo plano – por enquanto é uma novela mais para ser vista que ouvida.

Tarcísio Meira e Selma Egrei dão show de interpretação

Tarcísio Meira e Selma Egrei dão show de interpretação

Já foram ao ar cenas de minutos sem uma fala sequer, mas sem enrolação. Os diálogos muitas vezes são pontuados com atos – como beber e comer – que ficam tão bem colocados que parecemos estar lá também, visitando a casa e observando o anfitrião.A edição, ágil, ajuda a espantar qualquer indício de marasmo ou enrolação. Com isso, algo que já não acontecia mais tanto voltou à tona: é preciso ASSISTIR  à novela, olhar para a tela para saber o que está acontecendo. Quem tenta ouvi-la enquanto mexe no celular, por exemplo, não consegue acompanhar a riqueza de detalhes.

Cena de sexo entre os personagens de Rodrigo Santoro e Marina Nery chamaram a atenção

Cena de sexo entre os personagens de Rodrigo Santoro e Marina Nery chamou a atenção

“Velho Chico” traz ainda para o horário um nicho que há 15 anos foi “banido” das 21h: as novelas regionais, que migraram para as 18h depois de “Porto dos Milagres” (2001), de Aguinaldo Silva. O sertão de gente simples é exibido, sem vitimização da pobreza e transpondo o telespectador que não queria mais ver favela no horário nobre.

Por enquanto a história flui com poucos atores, sem núcleos paralelos chatos como suas antecessoras (“A Regra do Jogo” e “Babilônia”). Ainda há certa liberdade e ousadia – como as cenas de sexo de Santoro com Carol CastroMarina Nery, nessa primeira semana. Os seios à mostra das duas indicam a naturalidade do tratamento da nudez pelo folhetim, algo que não acontecia em uma primeira semana de novela das 21h desde “Celebridade” (2003), quando Darlene (Deborah Secco) e Jaqueline Joy (Juliana Paes) fizeram topless e causaram reclamações dos mais conservadores.

O diretor Luiz Fernando Carvalho pensa em cada detalhe

O diretor Luiz Fernando Carvalho pensa em cada detalhe

Para arrematar, a trilha sonora foi bem escolhida pelo próprio Luiz Fernando Carvalho, começando com “Tropicália”, de Caetano Veloso, na abertura, e passando por nomes como Gal Costa, Alceu Valença, Marcelo Jeneci e Chico César.

Ainda é cedo para dizer que “Velho Chico” será uma obra prima da TV mas, se mantiver o cuidado com a estética que mostrou até agora na próxima fase, a novela tem chances de poder ser chamada assim e ser lembrada como o grande destaque da televisão em 2016. Por enquanto a audiência tem correspondido: a primeira semana marcou 31 pontos em São Paulo e 34 no Rio de Janeiro.

Perdeu a primeira semana? Assista ao teaser de apresentação da novela:

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segunda-feira, 14 de março de 2016 Estreia, Novela | 22:35

Ousada e conservadora, “Velho Chico” deve penar para conquistar o público

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Tarcísio Meira como o coronel Jacinto

Tarcísio Meira como o coronel Jacinto

“Velho Chico” conseguiu atingir os extremos em seu capítulo de estreia na segunda-feira (14). Ao mesmo tempo que é uma novela conservadora por não abordar tabus contemporâneos, como a homossexualidade – o próprio Benedito Ruy Barbosa declarou odiar “novela de bicha” – a nova trama das 21h é ousada por trazer para o horario uma estética e linguagem diferentes da que o público está acostumado.

O diretor  Luiz Fernando Carvalho conseguiu manter sua identidade teatral no primeiro capítulo, tanto nas interpretações quanto nos enquadramentos. Tarcísio Meira (Jacinto), Rodrigo Santoro – com direito a nudez – Selma EgreiChico Diaz dominaram as cenas.

Foi uma bela estreia, mas resta saber o quanto o grande público, cada vez menos acostumado a pensar – que o diga “A Regra do Jogo” – está disposto a aceitar a proposta e se sentar todas as noites no sofá para acompanhar a história.

 

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quarta-feira, 20 de junho de 2012 Crítica | 15:13

'O Papel da Vida', com Marina Person, lembra o quanto é gostoso assistir a uma entrevista bem feita

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Rodrigo Santoro conversa com Marina Person: o ator foi às lágrimas na conversa

A TV brasileira parece ter redescoberto o prazer de uma boa entrevista. Além de talk shows como o “Programa do Jô” e o “Agora É Tarde” têm surgido uma nova categoria de atrações que se esmeram em conseguir confissões de algumas personalidades. É assim no “O Que Vi da Vida”, do Fantástico, e também no “Viva Voz”, do GNT, em que Sarah Oliveira confronta artistas com a opinião que o povo tem sobre eles. Exibido pelo Canal Brasil, “O Papel da Vida” segue por um caminho semelhante, mas seu foco está única e exclusivamente na carreira do entrevistado.

Na atração comandada por Marina Person, cada ator convidado precisa discorrer sobre o personagem mais emblemático que já viveu, numa espécie de mergulho vertical. Ter tão delimitada a temática da conversa não impede, no entanto, que surjam histórias saborosas. Na edição inédita que será exibida nesta quarta-feira (20), às 21h, Rodrigo Santoro conta que teve uma crise de nervosismo no primeiro dia de filmagem de “Che” e chora ao lembrar de Paulo Autran. Nada disso estaria na tela não fosse a sensibilidade da apresentadora, que, além de conduzir a conversa com descontração, foi delicada o suficiente para dar ao artista tempo de se recompor. Marina, aliás, tem uma qualidade rara: sabe ouvir. As interrupções são todas pontuais e pertinentes. A conversa flui de maneira tão bacana que não carece de muita edição. O programa é redondinho.

No ar há oito semana, “O Papel da Vida” tem mais algumas edições pela frente. Ainda há mais quatro edições para ir ao ar nas próximas quartas-feiras. Marina Person conversará com Sandra Corveloni, Mariana Ximenes, Lázaro Ramos e Alessandra Negrini, nessa ordem. Vale a pena assistir para relembrar personagens emblemáticos e, de quebra, descobrir histórias de bastidor.

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quarta-feira, 13 de julho de 2011 Bastidores, Seriado | 09:36

Rodrigo Santoro viverá um romance com Alice Braga em 'As Brasileiras'

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Rodrigo Santoro será fugitivo na série

Pelo visto Rodrigo Santoro vai ser bastante visto na TV brasileira. Além de ter gravado um especial de fim de ano da Globo, o ator já completou os trabalhos de um dos episódios da série “As Brasileiras”, dirigida por Daniel Filho. Na produção, ele viverá um romance com Alice Braga. Na história a atriz será uma delegada cearense que se mudou para São Paulo. Apesar de ser linha dura, sua personagem acabará apaixonada por um fugitivo, papel que caberá a Santoro.

E as chances de emplacar outro trabalho na Globo são grandes. Nesta quarta-feira (13), o ator se encontrará com Luiz Fernando Carvalho, que já o sondou para participar da minissérie “Dois Irmãos”, baseada no livro homônimo de Milton Hatoum.

Apesar dos rumores, Rodrigo nega que tenha sido convidado para a próxima novela das nove, “Fina Estampa”. “Nunca me chegou convite nenhum. Mas também não conseguiria fazer uma novela nesse momento da minha vida, não dá”, conta ele, que deve contracenar com Jennifer Lopez num filme americano daqui a duas semanas e colheu elogios no Festival de Paulínia a sua atuação no longa “Meu País”, de André Ristum.

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segunda-feira, 11 de julho de 2011 Bastidores, Seriado | 11:47

Rodrigo Santoro estará em especial de fim de ano da Globo com Débora Falabella

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Rodrigo Santoro: trama de espionagem

Antes de embarcar para os Estados Unidos para rodar um filme ao lado de Jennifer Lopez, Rodrigo Santoro deixou pronto um especial de fim de ano para a Globo. O ator gravou no Rio Grande do Sul um piloto de “Homens de Bem”, dirigido por Jorge Furtado. A ideia é que, se a exibição em dezembro fizer um bom barulho, o especial vire série de TV no próximo ano.

Na produção, Rodrigo será ex-marido de Débora Falabella. Curiosamente, a parceria com entre os atores é antiga. No cinema já foram namorados (em “A Dona da História”) e irmãos (no ainda inédito “Meu País”). Agora serão viverão ex-marido e mulher.

Segundo Rodrigo a história terá várias cenas de ação e espionagem, “mas feitas com o jeito do Jorge Furtado”. “Ainda não estou autorizado a falar muito da trama, mas foi uma delícia fazer esse especial”, conta o ator. Rodrigo não pode, mas a coluna adianta a trama: na história, o galã dará vida a um araponga (um policial infiltrado) que tenta desmascarar políticos corruptos. No elenco ainda estão Fúlvio Stefanini, Virgínia Cavendish e Luís Miranda.

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