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Posts com a Tag sessão de terapia

sexta-feira, 12 de julho de 2013 Bastidores, Em cena, Seriado | 05:01

Nova temporada de ‘Sessão de Terapia’ traz Claudio Cavalcanti e Bianca Comparato. Veja as primeiras imagens!

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Bem sucedido no cinema, Selton Mello parece ter gostado também da experiência de dirigir televisão e segue à frente de “Sessão de Terapia”, uma das boas apostas no GNT na área da dramaturgia. Com estreia marcada para 7 de outubro, a segunda temporada do seriado trará no elenco nomes como Bianca Comparato, Derick Lecoufle e Adriana Lessa, mas a grande surpresa mesmo é a entrada de Claudio Cavalcanti, galã desde os tempos de “Irmão Coragem”. O último trabalho do ator foi a novela “Amor e Revolução”, no SBT.

Zécarlos Machado continua no posto de psicólogo, assim como Selma Egrei. Irão ao ar 35 episódios nesta nova leva. E a coluna adianta agora, em primeira mão, o teaser de dois personagens. Assista abaixo:

Bianca Comparato será Carol Martins, a paciente das segundas-feiras:

Já Carlos Cavalcanti viverá Otávio de Carvalho Medeiros, o pacientes das terças-feiras:

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segunda-feira, 22 de abril de 2013 Crítica, Seriado | 23:42

Repleta de problemas técnicos, 'Copa Hotel' é retrocesso na dramaturgia do GNT

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Maria Ribeiro, Miguel Thiré e Fernanda Nobre, protagonistas de "Copa Hotel"

Com a nova lei da TV por assinatura, os canais a cabo brasileiros correram para investir em dramaturgia. O GNT, por exemplo, somente este ano, lançará pelo menos quatro produções de ficção. A julgar por sua primeira empreitada, “Sessão de Terapia”, a expectativa em torno desses projetos é das maiores. Exatamente por isso é triste se deparar com seriados problemáticos como “Copa Hotel”. A história gira em torno de Fred (Miguel Thiré), jovem que vivia no exterior e volta ao Brasil por causa da morte do pai. Como herança, recebe um hotel e passará a administrá-lo. Assim como a aparência do lugar, tudo tenta remeter a nostalgia. O personagem questiona, por exemplo, como tudo ficou tão caro agora que somos um país em desenvolvimento: “Antes era um caos. Mas era um caos pelo preço do caos”, diz o protagonista.

A trama, no entanto, acaba ofuscada por uma técnica absolutamente equivocada. A fotografia e iluminação estão entre as mais horrorosas já mostradas na televisão brasileira nos últimos tempos. A direção de arte pareceu sofrer com um orçamento reduzido e acabou por prejudicar a ambiência. A direção de Mauro Lima mostrou retrocessos em comparação ao seu trabalho no cinema em produções como “Meu Nome Não É Johnny”. O roteiro, embora bem intencionado, sofreu com frases feitas e piadas fora de hora – para não citar expressões de gosto discutível como “tetas lactosas”.

A favor da série, está seu elenco. Miguel Thiré e Maria Ribeiro se destacam, assim como Tamara Taxmann, em breve aparição no primeiro episódio, confere dignidade à produção. Mas não cabe aos atores salvar um projeto que sofre tanto por questões técnicas e – sabe-se lá se é o caso – orçamento apertado. Fato é que “Copa Hotel” perde se comparada a produções como “Filhos do Carnaval”, da HBO, ou mesmo “Sessão de Terapia”, do próprio GNT. A torcida é para que os próximos episódios sejam melhores. Do contrário, será uma pena ver um projeto ambicioso como esses ir ao ar sem o bom tratamento que merece.

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segunda-feira, 29 de outubro de 2012 Bastidores, Novidade, Seriado | 06:00

Exclusivo: GNT prepara seriado baseado em livro escrito por Marília Gabriela

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Marília Gabriela: pesquisa sobre as "mulheres que amam demais"

Depois da boa recepção do “Sessão de Terapia”, o GNT resolveu investir pesado na dramaturgia nacional. O canal por assinatura já planeja um novo seriado para estrear no ano que vem. Com roteiros em fase de desenvolvimento, a nova produção será baseada no livro “Eu Que Amo Tanto”, de Marília Gabriela. A publicação compila depoimentos de frequentadoras do grupo “Mulheres que amam demais” colhidos pela jornalista.

A ideia é que a protagonista sintetize várias das histórias contadas no livro em todos os episódios. A participação de Gabi como atriz na série tem grandes chances de se concretizar. A produção ficará a cargo da Bananeira Filmes, de Vânia Catani, famosa por estar à frente de projetos bem sucedidos no cinema como “O Palhaço”, de Selton Mello, representante do Brasil no próximo Oscar.

A previsão é que o seriado estreie no ano que vem.

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segunda-feira, 1 de outubro de 2012 Crítica, Seriado | 14:31

Estreia do GNT, 'Sessão de Terapia' não deixa nada a dever para suas versões internacionais

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Zécarlos Machado, o protagonista de "Sessão de Terapia"

Adaptado para vários países desde que foi originalmente ao ar em Israel, “Sessão de Terapia” ganha sua versão brasileira a partir desta segunda-feira (1). Com exibição diária pelo GNT, o seriado inaugura uma nova faixa no canal por assinatura, que pretende investir em dramaturgia, além dos reality shows e documentários. Exibida nos Estados Unidos pela HBO e estrelada por Gabriel Byrne, a história durou três temporadas e inovou no formato: a cada dia o psicanalista Theo (vivivo aqui por Zécarlos Machado) recebe um paciente. O espectador tem, assim, um encontro marcado com cada personagem a cada dia da semana.

Segunda-feira é o dia de Júlia (Maria Fernanda Cândido), uma mulher insinuante. No dia seguinte, a trama explorada é a de Breno (Sérgio Guizé), um atirador de elite. Na quarta é a vez de Nina (Bianca Muller), uma adolescente com tendências suicidades. Às quintas, o terapeuta recebe o casal Ana (Mariana Lima) e João (André Frateschi), que vive a dúvida de seguir ou continuar uma gravidez. Já às sextas é a vez de acompanhar a terapia do próprio psicólogo, que desabafa com Dora (Selma Egrei), e também de sua esposa, Clarice (Maria Luisa Mendonça).

Apesar de manter as principais questões do original em seu roteiro, a versão brasileira de “Sessão de Terapia” permite pequenas adaptações. A coluna teve acesso aos cinco primeiros capítulos da produção e dá alguns exemplos: ao dizer que foi a um barzinho com uma amiga, Júlia cita a Vila Madalena, em São Paulo. Se na história exibida no exterior Breno ia a uma missão no Iraque, por aqui ele enfrenta traficantes. Já Nina diz que bateu o carro na Marginal. São mudanças sutis, mas que servem para fazer com que o espectador se relacione de maneira mais próxima com os personagens.

Com direção de Selton Mello e decupagem interessante, a série em si, não propõe nada de espetacular, no sentido de que não há pirotecnia. Aqui, a mágica toda ocorre por meio do texto, que, aos poucos, vai revelando nuances de cada uma das figuras que ocupa a tela. Prova de que não é preciso muito além de humanidade para prender a atenção de quem assiste. O material é tão rico que torna-se irrelevante o fato de sua gênese ter ocorrido em outro país. As temáticas são todas universais e envolventes.

O elenco também se destaca. A escalação de Zécarlos Machado mostra-se um grande acerto. Da mesma maneira, rostos menos conhecidos como Sério Guizé, André Frateschi e Bianca Muller têm atuações sólidas. Nomes como Mariana Lima, por exemplo, dispensam apresentações. Seja qual for o quesito, “Sessão de Terapia” não deixa nada a deve a suas versões internacionais.

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