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segunda-feira, 19 de setembro de 2016 Estreia, Novela | 10:00

Tudo sobre “Cheias de Charme”, que volta ao ar nesta segunda

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Gravação do novo clipe das empreguetes. Cida ( Isabelle Drummond ) Rosário ( Leandra Leal ) Penha ( Taís Araújo ). *** Local Caption ***

Taís Araújo, Leandra Leal e Isabelle Drummond fizeram sucesso como as empreguetes

Um dos maiores sucessos da década da Globo está de volta a partir desta segunda (19) no “Vale a Pena Ver de Novo”. Quatro anos depois, o público volta a curtir “Cheias de Charme” e a dançar com as Empreguetes e Chayenne, um dos melhores trabalhos de Cláudia Abreu na TV.

Na primeira semana, as aventuras de Cida (Isabelle Drummond), Penha (Taís Araújo) e Rosário (Leandra Leal), as três empregadas domésticas que sonham em se tornar cantoras, poderá ser vista no horário da “Sessão da Tarde” (15h), enquanto às 16h30 começam as emoções finais de Anjo Mau”. Elas vão  para o horário das 16h4o a partir do próximo dia 26.

História

“Cheias de Charme” marcou a estreia de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira como autores titulares da Globo. Com direção de núcleo de Denise Saraceni e geral de Carlos Araújo, a trama é uma fábula sobre sorte, talento, show business e, principalmente, amizade. Na semana de 19 a 23 de setembro, ‘Cheias de Charme’ divide o ‘Vale a Pena Ver de Novo’ com a reta final de ‘Anjo Mau’. A partir do dia 26, passa a ocupar integralmente a faixa.

É a história de Maria da Penha (Taís Araújo), Maria do Rosário (Leandra Leal) e Maria Aparecida (Isabelle Drummond), empregadas domésticas que se conhecem na prisão depois de uma noite cheia de contratempos. Penha denuncia a patroa por agressão; Rosário é detida ao invadir o camarim do cantor Fabian (Ricardo Tozzi); e Cida se envolve em uma briga após flagrar o namorado, Rodinei (Jayme Matarazzo), aos beijos com Brunessa (Chandelly Braz).

Do caos nasce uma grande cumplicidade, mostrando que na vida, assim como na música, a harmonia é fundamental. A pedra no sapato dessas heroínas é Chayene (Cláudia Abreu), a rainha do eletroforró. A cantora amarga uma má fase na carreira e tenta se reerguer às custas do cantor Fabian, sucesso do ritmo sertanejo universitário. As três domésticas vão para a delegacia e acabam sendo presas por desacato à autoridade. Atrás das grades, lembram o dia ruim que tiveram e Rosário sugere que todas façam um pacto para somar forças e melhorar de vida: “Dia de empreguete, véspera de madame”, anuncia.

A nada mole vida de Penha (Taís Araújo)
Maria da Penha mora no Borralho, bairro fictício do Rio de Janeiro, com seu marido Sandro (Marcos Palmeira), o filho Patrick (MC Nicollas) e os irmãos Alana (Sylvia Nazareth) e Elano (Humberto Carrão), que ela criou quando seus pais desapareceram. Sandro era pedreiro, até sofrer um acidente de trabalho que virou desculpa para não fazer mais nada. Ele dá muita dor de cabeça para a mulher, e o casamento vive em crise. Penha é cozinheira de mão-cheia, honesta e caprichosa, que construiu a casa onde mora e nunca deixou faltar nada para o filho e os irmãos.

No serviço, porém, não tem paz. Trabalha na casa de Chayene, uma patroa que não economiza nos insultos. A piauiense é a rainha do eletroforró, conhecida por seu jeito extravagante de se vestir e de falar. O último ataque de Chay – jogou sopa na cara de Penha – rendeu processo jurídico. A doméstica ligou para o programa de rádio Bom Dia, D. Maria e contou, ao vivo, o que sua patroa havia lhe aprontado. Foi um bafafá, que virou notícia em todos os jornais. O assunto foi parar na justiça. De um lado Chayene, protegida por Dra. Lygia (Malu Galli), advogada de um dos melhores escritórios de advocacia da cidade. De outro, Elano, advogado recém-formado e irmão de Penha. Depois de muitas brigas, Chayene se surpreende com a decisão da juíza: Jociléia Imbuzeiro Migon, vulgo Chayene, é condenada a pagar 20 salários mínimos a Penha pelos danos sofridos. E ainda é condenada a seis horas de prestação de serviços à comunidade do Borralho, em atividade ligada à limpeza e a saneamento.
Troco meu avental por um microfone – Rosário (Leandra Leal)

Maria do Rosário passou parte da infância num orfanato. Aos 10 anos, o garçom Sidney Monteiro (Daniel Dantas) a adotou e deu a ela todo amor, educação e apoio que só um pai poderia oferecer a uma criança. A moradora do Borralho é especialista em pratos saudáveis e sofisticados. Seu tempero faz sucesso entre artistas e pessoas da alta sociedade. Mas os sonhos de Rosário vão além das panelas e receitas. Tudo o que ela mais quer é ser cantora profissional e levar as canções que compõe ao sucesso. Para tudo ficar perfeito, ela gostaria de fazer um dueto com Fabian, seu ídolo, sucesso do ritmo sertanejo universitário. Rosário é “fabianática”, com direito a santuário de imagens do artista e uma coleção de CDs.

Depois do escândalo no camarim do rapaz, que a levou à cadeia e a fez conhecer Penha e Cida, Rosário tem a certeza de que descobriu como se aproximar de Fabian. Chayene, a ex-patroa de Penha e madrinha musical do cantor, está sem empregada, e Rosário se candidata à vaga. No dia em que decide largar o trabalho no bufê, Rosário conhece Inácio (Ricardo Tozzi), um sósia de Fabian. Os olhos são diferentes, assim como a cor dos cabelos, o jeito de se vestir e de se comportar. Mas a fisionomia é idêntica. Um fica encantado com o outro. Rosário é aprovada por Chayene e ganha o emprego. As primeiras impressões da cozinheira não são boas: acha Laércio esnobe e a nova patroa, como bem avisou Penha, um nojo. Mas qualquer sacrifício é válido para entrar no mundo das estrelas.

Dando adeus à abóbora – Cida (Isabelle Drummond)
Maria Aparecida é a gata borralheira da história. Sua mãe, copeira na casa dos Sarmentos, morreu quando ela ainda era uma pré-adolescente. A família do patrão, Ernani Sarmento (Tato Gabus Mendes), disse que cuidaria dela, mas foi a madrinha, Dona Valda (Dhu Moraes), cozinheira da casa, quem ficou com a guarda da menina. Cida, como prefere ser chamada, cresceu junto com as filhas de Sarmento – Ariela (Simone Gutierrez), a mais velha, e Isadora (Giselle Batista) –, mas herdou a função da mãe: arrumadeira da casa. Seus estudos eram pagos pela família, mas, quando completou 18 anos, teve a carteira assinada e se tornou oficialmente uma trabalhadora doméstica. Cida sonha ser jornalista e passa as noites relatando num diário seus dias, dramas e fantasias.

A jovem sofre uma decepção amorosa ao flagrar o namorado, Rodinei, aos beijos com Brunessa. Para se vingar, agarra o primeiro rapaz que vê, Elano, irmão de Penha, que se apaixona instantaneamente por ela. A noite termina em confusão, e ela é levada para a delegacia. A jovem fica ainda mais confusa quando começa a ser paquerada por Conrado (Jonatas Faro), filho do milionário Otto Werneck (Leopoldo Pacheco). O rapaz pensa que Cida faz parte da família Sarmento e tenta conquistá-la de olho na suposta fortuna dela. Cida resolve dizer que é filha de criação do Dr. Ernani Sarmento e apresenta o rapaz à família. Só que Isadora, que também está de olho no rapaz, manda para Conrado e todos os seus amigos uma mensagem com uma foto de Cida usando o uniforme de empregada. Será que o namoro sobreviverá à revelação de que Cida é empregada da casa?
A rainha do eletroforró – Chayene (Claudia Abreu)

No tapete vermelho dessa história reina absoluta a rainha do eletroforró, Chayene (Cláudia Abreu). De índole duvidosa, completamente amoral e sem noção do mundo que a cerca, a cantora tem como braço-direito o secretário Laércio (Luiz Henrique Nogueira), que é também seu maior fã. Foi Laércio quem descobriu Chayene para o estrelato. Chayene se separou de Laércio quando começou a colher os frutos da fama que, curiosamente, ele ajudou a construir. Louco por ela, o rapaz mantêm-se ao seu lado, zelando para que todos os detalhes da vida da estrela sejam perfeitos. Ela se autointitula “brabuleta-mor”; carinhosamente chama Fabian, cantor lançado por ela, de “frango”; e suas domésticas são “curicas”. Os contratos de shows são fechados por Tom Bastos (Bruno Mazzeo), a raposa do meio artístico, também empresário de Fabian.

Depois que insulta Penha (Taís Araújo) e é colocada na justiça, Chayene vê sua carreira entrar em decadência. O maior público da cantora é justamente da categoria profissional das empregadas. E, para se livrar do limbo musical que a ameaça, ela cobra um favor a Fabian, o príncipe das domésticas. O cantor não se mostra disposto a ajudar. Apesar de ser um pedido de sua madrinha musical, ele tem medo de associar sua imagem à decadência de Chayene. Entretanto, a diva guarda um trunfo. Fabian tem um segredinho que só a sua irmã Simone (Marília Martins) e Chayene sabem. Ela ameaça “colocar a boca no mundo”, caso ele se negue a ajudar. Sem saída, Fabian aceita e os dois engatam um namoro falso para alavancar a carreira da cantora.
O Príncipe das domésticas e o sósia – Fabian e Inácio (Ricardo Tozzi)

Fabian (Ricardo Tozzi) é lindo e carismático. Autor de músicas “chiclete”, ele também tem uma presença de palco esfuziante. Nenhuma mulher resiste aos encantos do príncipe das domésticas, seu maior público. Sempre ao lado do cantor está Simone (Marília Martins), irmã mais velha e fiel escudeira para assuntos familiares, profissionais e amorosos. É ela quem cuida de sua carreira, ao lado do empresário Tom Bastos (Bruno Mazzeo). O fã-clube do artista é liderado pelas “fabianáticas”, jovens capazes de, literalmente, qualquer coisa para se aproximar do ídolo. É claro que a vaidade de Fabian faz dele mesmo seu maior admirador. Todo esse sucesso ele deve, primeiramente, à Chayene (Claudia Abreu), sua madrinha musical.
Saem os cabelos superpenteados de Fabian, entram as madeixas bagunçadas de Inácio (Ricardo Tozzi), sósia do cantor. Os olhos têm cor diferente, as roupas também, mas fora isso, eles são idênticos. O frisson que causa no sexo feminino por se parecer com o cantor o deixa bastante chateado. Ele não gosta de ser comparado! E isso fica bem claro quando engata um romance com Rosário. Os dois se conhecem no bufê do seu Malaquias (Claudio Tovar), onde Inácio tenta a vaga de motorista e ela trabalha como cozinheira.
“Dia de empreguete, véspera de madame”

Reunidas na casa de Chayene, nossas três mocinhas trocam confidências, se dão conselhos e o que era só lamento se transforma numa verdadeira farra. Curiosas, dão uma espiada no closet de Chayene. Cida experimenta uns óculos, Penha uma bijuteria, Rosáro um vestido e começam a fazer um desfile. Exaustas, adormecem entre as plumas e paetês da cantora. Rosário desperta com um sonho, pega o violão de Chayene e começa a compor enlouquecidamente. É a melodia que vai trilhar o sucesso das três. Empolgada, acorda as meninas e conta seu plano. Sem nada a perder, Penha e Cida topam na hora. Elas têm apenas um dia para colocá-lo em prática.
Enquanto Chayene comanda a massa em Salvador, na sua casa no Rio o circo é armado. Cida separa o figurino, Rosário esmerilha a composição. Rola um ensaio pra aprender a música. Elano (Humberto Carrão), irmão de Penha, convoca Kleiton (Flávio Nepo), que é produtor musical caseiro. Levam algumas horas no estúdio da cantora, até que ficam satisfeitos. “Senhoras e senhores, com Rosário nos vocais e Cida e Penha no backing vocal, está pronta a canção que vai mudar o destino das nossas heroínas.”
A segunda parte do plano é gravar o clipe tendo a casa da rainha do forró como locação. Com a filmadora emprestada, Kleiton assume a direção. As três Marias se revezam nos papéis de empregadas e patroas, numa caricatura hilária das situações que costumam viver. Estão produzidas, lindas, charmosas. Quando estão finalizando, Laércio (Luiz Henrique Nogueira) telefona para casa e acaba com a festa, diz para Rosário que estão voltando naquele dia. As meninas interrompem a filmagem para uma força-tarefa de deixar tudo em ordem.

Kleiton corre para o estúdio no Borralho, está animado com o material que tem nas mãos. O produtor é fera nessa função e conseguiu um resultado bem razoável com as imagens. Rosário, Penha e Cida se reúnem para assistir e mal podem acreditar no que veem: na tela, parecem cantoras de verdade… para os padrões delas, é claro. Rosário se empolga e quer colocar na internet, mas Elano alerta que pode ser perigoso, afinal usaram a casa, estúdio e roupas de Chayene para fazer o clipe. O que pode trazer complicações legais. A frustração é geral. Tanto trabalho para não poder mostrar a ninguém?
As meninas seguem seu rumo. O que elas nem imaginam é que o clipe vai sim parar na internet, mudando radicalmente as suas vidas e a de todos que as cercam. Saem espanadores, vassouras, panelas, receitas e patroas. Entram acordes, figurinos de estrela, aplausos e muito brilho!

De 19 a 23 de setembro, a Globo exibe os primeiros capítulos de ‘Cheias de Charme’ e, em seguida, as emoções finais de ‘Anjo Mau’ no ‘Vale a Pena Ver de Novo’. Excepcionalmente, a ‘Sessão da Tarde’ não será exibida nesta semana. A partir do dia 26, ‘Cheias de Charme’ passa a ocupar integralmente a faixa.

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quinta-feira, 24 de março de 2016 Novela, Vem Aí | 06:00

“Nice ficou com o mocinho contra a minha vontade”, revela autora de “Anjo Mau” 19 anos depois

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Nice (Glória Pires) ganhou final feliz ao lado de Rodrigo (Kadu Moliterno) no remake

Nice (Glória Pires) ganhou final feliz ao lado de Rodrigo (Kadu Moliterno) no remake

“Anjo Mau” volta ao ar nesta segunda-feira (28) no “Vale a Pena Ver de Novo” 19 anos depois da primeira exibição, em 1997. A autora Maria Adelaide Amaral conversou com a coluna sobre a trama, que já foi reprisada em 2003, na mesma sessão, e em 2013 no canal Viva.

Ricardo (Leonardo Brício) tenta estuprar Vivian (Taís Araújo)

Ricardo (Leonardo Brício) tenta estuprar Vivian (Taís Araújo) em cena cortada da reprise

“Não vou conseguir assistir, mas vou gravar. Estou curiosa para ver a versão com cortes. Acho que será inevitável, não é?”, diz. A novela foi uma das mais adultas das 18h, contando até com uma cena de estupro – já cortada na primeira reprise.

Ela recorda do projeto, que nasceu da ideia de fazer um remake da história escrita por Cassiano Gabus Mendes em 1976. “A melhor lembrança que tenho é do Sílvio de Abreu, que fazia a minha supervisão, dizer: ‘Eu quero que você escreva a sua novela! De ‘Anjo Mau’ de Cassiano, aproveite só a ideia central'”.

Uma das novidades foi a mudança do final da babá Nice – na primeira versão, interpretada por Susana Vieira, ela morre. No remake, a personagem defendida por Glória Pires tem o final feliz com Rodrigo (Kadu Moliterno). Maria Adelaide faz uma revelação exclusiva sobre o desfecho:

Maria Adelaide alterou a contragosto o fim de Nice

Maria Adelaide mudou a contragosto fim de Nice

“Eu propus que Nice acabasse sozinha, como Nora, personagem de ‘Casa de Bonecas’ (peça do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen). Contra a minha vontade, ela acabou ficando com o mocinho. Se houve pressão (para mudar o final) foi da parte do Carlos Manga (diretor de núcleo da trama). Mas assim mesmo, Nice terminou cheia de brio e atitude”.

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segunda-feira, 10 de junho de 2013 Bastidores, Novela | 11:04

Do mesmo autor de 'Avenida Brasil', 'Cobras & Lagartos' substituirá 'O Profeta' no 'Vale a Pena Ver de Novo'

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Mariana Ximenes, Daniel Oliveira e Carolina Dieckmann: mocinhos e vilã

A Globo definiu que novela sucederá “O Profeta” no “Vale a Pena Ver de Novo”. Caberá a “Cobras & Lagartos” levantar a audiência do horário. Escrita por João Emmanuel Carneiro, mesmo autor de “Avenida Brasil”, a trama deve ir ao ar com cortes exigidos pelo Ministério da Justiça. Há cerca de três anos a emissora tentou exibir o folhetim à tarde e esbarrou no empecilho da classificação indicativa.

Estrelada por nomes como Mariana Ximenes, Daniel Oliveira, Carolina Diekmann, Lázaro Ramos, Taís Araújo e Francisco Cuoco, a novela conta a história de amor entre um motoboy e uma perfumista e tem como um dos principais cenários uma loja de luxo. Foi originalmente exibida em 2006. A reestreia deverá ocorrer em 5 de agosto.

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sábado, 16 de março de 2013 Sobe e desce | 14:10

O legal e o mico da semana – De 10 a 16 de março

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O LEGAL – Giovana Antonelli, em “Salve Jorge”

Giovana Antonelli ganhou espaço na trama

Acostumada a papéis de destaque em outras produções, Giovana Antonelli não deixou passar a oportunidade em “Salve Jorge”. A delegada Helô cresceu e apareceu na trama e tem sido a responsável pelo início do desbaratamento da quadrilha de tráfico humano. Carismática e competente, a atriz tem mostrado versatilidade tanto nas cenas cômicas – na dobradinha com Alexandre Nero – quanto nas dramáticas. Agora que a personagem encontrará Morena (Nanda Costa), boas sequências devem vir, já que, em “Viver a Vida”, as duas roubaram a cena juntas.

O MICO – As reprises recentes do “Vale a Pena Ver de Novo”

Paolla Oliveira e Thiago Fragoso numa cena de "O Profeta"

Não é por acaso que “O Profeta” se tornou a novela de menor audiência da história do “Vale a Pena Ver de Novo”. A Globo tem insistido em reprisar produções recentes, que ainda estão frescas na memória do público, sem dar tempo que se crie certa nostalgia. Embora tenha razões para preferir reexibir folhetins novos, a emissora perde a chance de resgatar sua memória e relembrar grande atores que nos deixaram há algum tempo. Só vale a pena ver de novo o que deixou saudade e, no caso de “O Profeta”, nem deu tempo de sentir.

Relembre os micos das semanas anteriores

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Bastidores, Briga pela audiência, Novela | 06:00

Em crise, 'Malhação' tem audiência menor que a reprise do 'Vale a Pena Ver de Novo' e passa por reformulações

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Guilherme Prates deixa "Malhação" antes do fim

Apesar de ter passado por mudanças nessa nova fase sob o comando de Rosane Svartman e Gloria Barreto, “Malhação” segue com a audiência em baixa e parece não agradar ao público. Para se ter uma noção, em alguns dias, a trama adolescente vem registrando audiência menor do que “Da Cor do Pecado”, reprisada no “Vale a Pena Ver de Novo”. Na semana passada, por exemplo, empatou três dias e perdeu dois na comparação.

A Globo já começou a intervenção. Depois de um realizar um grupo de pesquisa, resolve trocar o protagonista. Na próxima semana, Guilherme Prates deixa a novela para dar lugar a Guilherme Leicam, que entra na trama. A última cena de Dinho, o ex-protagonista, foi gravada no dia 10. Além dele, Rodolfo Valente, que vive Rafael, também sairá do folhetim.

Outra resolução foi antecipar a próxima temporada da trama. Se a audiência não subir, uma nova leva de episódios, batizada “Projeto Z”, passa a ser exibida a partir de junho – e não agosto, como costumava ocorrer.

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 Bastidores, Novela | 06:00

'O Profeta' substituirá 'Da Cor do Pecado' no 'Vale a Pena Ver de Novo', da Globo

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Paolla Oliveira e Thiago Fragoso em cena de "O Profeta"

A Globo bateu o martelo na novela que deve substituir “Da Cor do Pecado” no “Vale a Pena de Novo”. Caberá a “O Profeta”, originalmente exibida em 2006, segurar a audiência da faixa da tarde, que sofreu com baixos índices quando sua antecessora estreou. A data que a trama de Thelma Guedes e Duca Rachid entra no ar, no entanto, ainda não foi divulgada, mas comenta-se nos bastidores que será em 25 de fevereiro.

Esta é a primeira vez que a novela estrelada por Paolla Oliveira, Thiago Fragoso e Dalton Vigh será reprisada.

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terça-feira, 23 de outubro de 2012 Bastidores, Novela | 13:50

Globo resolve encurtar exibição de 'Da Cor do Pecado' no 'Vale a Pena Ver de Novo'

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Taís Araújo e Reynaldo Gianecchini na trama

Não adiantou reforçar a quantidade de chamadas na programação. A Globo resolveu encurtar a exibição de “Da Cor do Pecado” no “Vale a Pena Ver de Novo”. Desde a estreia, a novela não conseguiu emplacar e derrubou os índices do horário, chegando a marcar apenas um dígito – 9 pontos. É a menor audiência que uma trama já atingiu nesta faixa em toda a história da Globo.

A ordem agora é acelerar seu fim. Para isso, capítulos estão sendo reeditados e histórias deixadas de lado. Há dias que concentram quatro episódios do folhetim, por exemplo. Não se sabe que produção deve substituir a novela ainda.

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terça-feira, 9 de outubro de 2012 Bastidores, Briga pela audiência, Novela | 06:00

Globo intensifica chamadas do 'Vale a Pena Ver de Novo' em busca de audiência

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Taís Araújo e Reynaldo Gianecchini nos tempos de "Da Cor do Pecado"

A Globo resolveu intervir como pode no “Vale a Pena Ver de Novo”, que voltou a marcar audiência de apenas um dígito – 9 pontos – na última sexta-feira (5). A ordem é intensificar as chamadas de “Da Cor do Pecado” ao longo de sua programação. Na última segunda-feira (8), por exemplo, o número já aumentou significativamente, com direito a propaganda até mesmo no intervalo de “Avenida Brasil”.

Caso os índices não reajam, a emissora não descarta uma nova edição de capítulos, de modo a acelerar a trama.

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012 Briga pela audiência, Novela | 13:24

'Vale a Pena Ver de Novo' também preocupa a Globo

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Taís Araújo e Giovana Antonelli, na época de "Da Cor do Pecado"

Não bastasse o desempenho abaixo do esperado de “Guerra dos Sexos” e “Lado a Lado” no Ibope, a Globo tem mostrado preocupação também com o “Vale a Pena Ver de Novo”. Na última quarta-feira (3), a reprise de “Da Cor do Pecado” marcou média de apenas 9 pontos, bem abaixo dos 18 pretendidos para o horário.

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Crítica, Novela | 16:45

Por que a Globo não reprisa novelas antigas no 'Vale a Pena Ver de Novo'?

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Reynaldo Gianecchini e Taís Araújo em "Da Cor do Pecado": terceira exibição

Sempre que uma novela volta a ser exibida no “Vale a Pena Ver de Novo” surge a mesma questão: afinal, por que a Globo só reprisa folhetins recentes e deixa de lado clássicos dos anos 70 e 80? O mesmo ocorreu esta semana, como a re-estreia de “Da Cor do Pecado”, que ocupa o horário vespertino pela segunda vez. Apesar de ter sido um sucesso nas outras duas vezes em que foi transmitida, a trama escrita por João Emanuel Carneiro estreou com índices modestos: 12 pontos. A resposta para a questão está concentrada em uma série de fatores, que a coluna tenta esmiuçar a partir de agora.

– Classificação indicativa: Ponto de maior controvérsia atualmente, a classificação exige que a Globo só exiba novelas liberadas para todos os públicos. Ainda que com cortes, tramas como “Celebridade” e “Páginas da Vida” foram vetadas pelo Ministério da Justiça. Apesar de reprisada recentemente, hoje, uma novela como “Mulheres de Areia” não poderia ser exibida à tarde. A Globo precisa, então, escolher para a faixa apenas os folhetins que foram ao ar às 18h e às 19h. Novela das nove, nem pensar. Uma história como “Salomé”, exibida no horário das seis, em 1991, por exemplo, está totalmente fora de cogitação. Nos anos 80 e 90 não havia tanto patrulhamento ideológico e as tramas não eram tão afetadas pelo politicamente correto. Resta, portanto, apelas às recentes.

– Avanços tecnológicos: Parte das histórias contadas nas novelas se apoia – e muito – na tecnologia disponível na época em que é gravada. Há quem considere estranho, por exemplo, ver uma novela “contemporânea” (excluindo as de época, claro) sem que os personagens usem celular ou computadores. Mudaram também os hábitos de consumo. Nos anos 80 era possível ver personagens fumando, o que é totalmente proibido hoje.

– Medição de audiência: A medição de audiência como é conhecida hoje só passou a ser feita no final dos anos 80. Antes, os números poderiam demorar semanas para serem consolidados. Como a televisão é um veículo de resposta imediata, os executivos tendem a escolher os folhetins que despertaram maiores números na história recente. Afinal, muitos hábitos de comportamento do espectador mudaram dos anos 70 e 80 para cá.

– Rostos conhecidos: Parte do apelo de uma telenovela reside em seus protagonistas, que precisam cativar o público. A emissora tende a achar que o espectador – especialmente o mais jovem – está mais predisposto a rever uma novela estrelada por atores que estão na ativa ainda hoje. Parte dos galãs e mocinhas das décadas passadas se aposentou, por exemplo. Em tese, não teriam o mesmo apelo para a atual geração que Reynaldo Gianecchini ou Cauã Reymond, por exemplo. Há quem discorde disso, claro.

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